Sou o Brilho dos seus Olhos ao me Olhar
QUIETUDE DA NOITE
Aqui com a noite calada
No breu da imensidão
Permita vê-la estrelada
Dando brilho à escuridão
Medita: afasta a cilada
E ofusca a sofreguidão!
SEM RUMO
Quando tudo perde o brilho
Mesmo em momentos de glória
Terás que cambiar o trilho
Construindo nova história.
Nasce uma estrela
Brilha forte e queima
Traz inveja ao de redor
Apagar talvez alguém queira
Por vezes tentaram
O brilho fraquejou
Mas Deus não permite
Que derrubem o que ele criou.
O vislumbre encantador de um esplendor demasiado que se assemelha a um pequeno ato de amor, brilhando intensamente, criando uma beleza admirável, um simples fervor reluzente que aguça eficazmente o meu imaginário.
O brilho dos teus olhinhos
enche-me de emoção,
quero dar-te o meu carinho,
guardar-te no meu coração,
quero acompanhar os teus caminhos,
a Deus, por ti, tenho gratidão.
Um sorriso de muitos valores,
sendo assim, não tem preço,
um amor após as dores,
como um brilho de um recomeço.
Na admiração de um pôr do sol incrível, sol poente, céu colorido, reluzindo em um mar imponente, cujo comportamento é bastante expressivo, assim, ganham mais brilho as suas águas transparentes e a beleza singular, atraente que está sendo banhada felizmente na conjugação do verbo amar, resultando em uma exultação farta, uma dádiva por poder admirar.
Brilho raro, sinal de esperança,
Linda rosa num dia nublado
como a chegada da Bonança
tranzendoum bálsamo necessário.
S eduz com seu brilho,
A ma com vontade,
R adiante sorriso,
A precia a simplicidade,
H oje, um conciso viver de verdade.
Bem humorada e tão sorridente que talvez o seu sorriso seja a sua marca que mais se destaca, a alegria do seu espírito, que reflete fortemente na sua personalidade, que a torna certamente inconfundível apesar das dificuldades,
Um brilho de espontaneidade muito evidente, às vezes, é mais reservada, outras, descontraída, engraçada, se brincar, ri até do vento, simpática sempre que possível, ama a simplicidade inesquecível dos bons momentos,
Mas quando fica brava, melhor sair de perto, de gente chata, quer distância, não desperdiça o seu tempo, sua tolerância é limitada, o seu jeito é muito autêntico, não se importa se tem alguém que não se agrada
Ela faz o que acha certo, erra buscando acertar, sua Fé em Deus é uma constância, uma pessoa decerto singular, que sabe da sua importância, do que não precisa tolerar, então, cada um terá dela exatamente aquilo que cativar.
Ela tem um sorriso sincero,
uma natureza de um brilho constante, um espírito intenso,
uma beleza fascinante,
então, precisa ser tratada com zelo, caso contrário, ficará distante,
só restará o lamento
e nada será como antes.
Da vida, já sofreu vários impactos
que causaram-lhe muitas feridas,
mas quase todas cicatrizaram,
contrariando aqueles que acreditaram
que ela ficaria destruída
como um vidro em pedaços,
pois, na verdade, a moldaram
e, hoje, está ainda mais linda,
o seu brilho não foi extinto,
tinha sido apenas ofuscado,
então, está como uma arte vívida,
digna de um belo quadro
feito de um amor repleto de vida,
já que outro tipo não lhe será adequado.
Hoje, por entre as nuvens,
vi um brilho celeste
daqueles que não se intimidam, continuam destacando-se, estonteantes, vívidos,
inegáveis obras-primas
com um ar apaixonante
que dilatam as pupilas
dos que estão atentos
para as coisas simples da vida.
Bendito seja imensamente o sorriso que graças ao Senhor insiste em brilhar, um brilho de renascimento, que às vezes fica apagado, contido, ofuscado, mas não definitivamente, então, brilha ainda mais forte, o amor de Deus que resplandece no rosto daqueles batalhadores, cuja fé não esmorece, conhecem os sabores da simplicidade, da natureza que gentilmente os recebe, das várias formas de arte, lugares físicos, da mente e os artísticos, frescores de felicidade desta vida perene, um banquete de lindos detalhes, onde a vivacidade prevalece.
Certamente, vamos embarcar nessa jornada de palavras que elevam a alma e reacendem o fogo interior. Imagine um cenário onde a vida se abre como um livro de possibilidades infinitas, onde cada página virada é uma afirmação do nosso valor inato. A introdução dessa aventura é um sopro de ar fresco, um convite a reconhecer que, sim, merecemos coisas boas. Não por sorte, mas por direito divino de existir e contribuir com o brilho único que cada um de nós traz ao mundo.
Sobre os que habitam as sombras…
Há, na vastidão da vida, criaturas que não conhecem o ímpeto de criar, nem o ardor de conquistar. Sua existência se arrasta como um nevoeiro denso, alimentando-se não daquilo que oferecem, mas do que sugam de outrem. Estas almas, tão desprovidas de força para erguer a própria morada, preferem rondar as ruínas alheias, como aves que não sabem cantar nem caçar, mas que vivem à espreita do cessar de um coração.
Vou te contar sobre os urubus. Eles não possuem garras para o ato feroz, tampouco asas para o voo nobre. Não derramam sangue por um combate justo, nem se encharcam na coragem de um enfrentamento direto. Sua subsistência é a morte alheia — um banquete que não provocaram, mas que esperaram pacientemente, com olhos vazios e fixos, na esperança de que a vida, por si só, lhes conceda o que não têm coragem de buscar.
E o que dizer dos homens que se assemelham a essas aves? Há quem passe os dias não vivendo, mas observando. Seus olhos não enxergam horizontes próprios, apenas os passos titubeantes dos que ousam caminhar. Não se movem pela criação, mas pelo colapso. Não brilham, mas se alimentam da escuridão. Esperam, no silêncio de suas sombras, que o fracasso de outro lhes sirva de sustento, como se a queda alheia pudesse, de algum modo, preencher o abismo dentro de si.
Mas eis a ironia: os urubus, tão acostumados à calmaria fúnebre, tremem diante da luz e do movimento. A claridade os cega, o ritmo os desorienta. Da mesma forma, essas pessoas que vivem à margem, à espreita, só conseguem se aproximar de quem se detém, de quem apaga o próprio brilho para caber na penumbra que elas habitam.
Então, se desejas manter os urubus — humanos ou não — longe de ti, a resposta é simples: brilhe. Não um brilho qualquer, mas um que irradie tua essência, tua verdade, tua capacidade de criar, mesmo em meio ao caos. E não pares. O movimento contínuo é o antídoto para os olhos que vigiam e as mãos que esperam. Quem brilha e avança não deixa espaço para os que vivem da espera.
Pois, no fundo, a luz não apenas afasta as sombras; ela as dissolve. E o movimento não apenas confunde; ele liberta. Que tua jornada seja uma dança incessante de luz e vida, um espetáculo que os urubus jamais poderão alcançar.
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