Sou o Brilho dos seus Olhos ao me Olhar
“Futuro as nos reservar”
Ilusão, decepção, bateu e deixou
Uma tristeza imensa em meu coração.
Não esperava ma decepção...esperava
Uma paixão!
Como posso superar esta grande ilusão,
Que você deixou em meu coração?
Mais uma ferida foi aberta, mais um
Sentimento foi destruído, com umas
Simples palavras ditas:
- Não irei ficar contigo!
Ainda vem, me pedindo desculpas e eu
Com um lindo sorriso lhe digo:
-Fique tranqüilo!
Visita esperada com ansiedade e aflição...
Acabou indo embora e me deixando com o
Sentimento de desilusão.
Senti dias antes, mas preferir não acreditar.
Fiquei a te esperar com um brilho no olhar!
Penso dia e noite o que tem o
Futuro a nos reservar?
Autoria: Jucicléia Santana Assunção
"A religião é baseada, principalmente, sobre o medo. É, em parte, o terror do desconhecido e, em parte, o desejo de sentir que você tem uma espécie de irmão mais velho que irá te apoiar em todos seu problemas e disputas. Medo do misterioso, medo da derrota, medo da morte. O medo é o pai da crueldade, e, portanto, não é uma surpresa que a crueldade e a religião tenham andado de mãos dadas. Isso porque o medo é a base dessas duas coisas. Neste mundo, agora, nós podemos começar a compreender um pouco as coisas, e a domina-las um pouco com a ajuda da ciência, que tem forçado seu caminho, passo a passo, contra a oposição de todos os velhos preceitos. A ciência pode nos ajudar a superar estes medos pelos quais a humanidade tem vivido por tantas gerações. A ciência pode nos ensinar, e eu acho que nossos próprios corações podem nos ensinar, a não mais a olhar ao redor em busca de apoio imaginário, não mais inventar aliados no céu, mas, ao invés, olhar para nossos próprios esforços aqui embaixo para fazer desse mundo um lugar adequado para se viver, ao invés do lugar que as igrejas em todos esses séculos fizeram."
Não prende, não aperta, não sufoca. Porque quando vira nó, já deixou de ser laço...
Nota: Trecho de um poema de Maria Beatriz Marinho dos Anjos, muitas vezes atribuído erroneamente a Mario Quintana.
...Maisteu brilho cega meus olhos,
teus beijos molham meus labios,
tua potência embriaga a minha mente,
te amo meu amor,
sem você não conseguiria viver,
você é minha vida,
dizia um bêbado para uma Skol
Efetivamente, acho que sou uma criatura ponderada e razoável, não exatamente pelo fato de viver entre montanhas e ver sempre as mesmas caras de começo a fim de ano, mas porque fui submetida a severa disciplina que me ensinou a ser criteriosa. E, além disso... tenho lido mais do que o senhor imagina
Sou quem sou, sou do jeito que sou e isso me basta.
Quem quiser me amar me ame, mas me ame pelo que sou, exatamente assim.
Quem quiser me odiar, dane-se, eu não vou mudar para agradar ninguém, afinal, eu vivo por mim.
Hoje quem sofre sou eu, Amanha quem sofrerá é você! O mundo da volta e dessa volta você vai vê, Hoje você me desprezou e amanha a desprezada vai ser você!
Entre minhas palavras traduzo um contexto
Que nem se interessa em ter fim ou começo.
Eu sou assim mesmo...
Meio cão sem dono,
Sem endereço.
Minha vida é Deus
Não os meus planos.
Entre palavras descrevo fragmentos dos meus pensamentos
Que ousam confundirem-se com meus sentimentos a todo instante.
Monólogo de uma Sombra
"Sou uma Sombra! Venho de outras eras,
Do cosmopolitismo das moneras...
Pólipo de recônditas reentrâncias,
Larva de caos telúrico, procedo
Da escuridão do cósmico segredo,
Da substância de todas as substâncias!
A simbiose das coisas me equilibra.
Em minha ignota mônada, ampla, vibra
A alma dos movimentos rotatórios...
E é de mim que decorrem, simultâneas,
A saúde das forças subterrâneas
E a morbidez dos seres ilusórios!
Pairando acima dos mundanos tetos,
Não conheço o acidente da Senectus
— Esta universitária sanguessuga
Que produz, sem dispêndio algum de vírus,
O amarelecimento do papirus
E a miséria anatômica da ruga!
Na existência social, possuo uma arma
— O metafisicismo de Abidarma —
E trago, sem bramânicas tesouras,
Como um dorso de azêmola passiva,
A solidariedade subjetiva
De todas as espécies sofredoras.
Como um pouco de saliva quotidiana
Mostro meu nojo à Natureza Humana.
A podridão me serve de Evangelho...
Amo o esterco, os resíduos ruins dos quiosques
E o animal inferior que urra nos bosques
É com certeza meu irmão mais velho!
Tal qual quem para o próprio túmulo olha,
Amarguradamente se me antolha,
À luz do americano plenilúnio,
Na alma crepuscular de minha raça
Como uma vocação para a Desgraça
E um tropismo ancestral para o Infortúnio.
Aí vem sujo, a coçar chagas plebéias,
Trazendo no deserto das idéias
O desespero endêmico do inferno,
Com a cara hirta, tatuada de fuligens
Esse mineiro doido das origens,
Que se chama o Filósofo Moderno!
Quis compreender, quebrando estéreis normas,
A vida fenomênica das Formas,
Que, iguais a fogos passageiros, luzem.
E apenas encontrou na idéia gasta,
O horror dessa mecânica nefasta,
A que todas as cousas se reduzem!
E hão de achá-lo, amanhã, bestas agrestes,
Sobre a esteira sarcófaga das pestes
A mostrar, já nos últimos momentos,
Como quem se submete a uma charqueada,
Ao clarão tropical da luz danada,
espólio dos seus dedos peçonhentos.
Tal a finalidade dos estames!
Mas ele viverá, rotos os liames
Dessa estranguladora lei que aperta
Todos os agregados perecíveis,
Nas eterizações indefiníveis
Da energia intra-atômica liberta!
Será calor, causa úbiqua de gozo,
Raio X, magnetismo misterioso,
Quimiotaxia, ondulação aérea,
Fonte de repulsões e de prazeres,
Sonoridade potencial dos seres,
Estrangulada dentro da matéria!
E o que ele foi: clavículas, abdômen,
O coração, a boca, em síntese, o Homem,
— Engrenagem de vísceras vulgares —
Os dedos carregados de peçonha,
Tudo coube na lógica medonha
Dos apodrecimentos musculares!
A desarrumação dos intestinos
Assombra! Vede-a! Os vermes assassinos
Dentro daquela massa que o húmus come,
Numa glutoneria hedionda, brincam,
Como as cadelas que as dentuças trincam
No espasmo fisiológico da fome.
É uma trágica festa emocionante!
A bacteriologia inventariante
Toma conta do corpo que apodrece...
E até os membros da família engulham,
Vendo as larvas malignas que se embrulham
No cadáver malsão, fazendo um s.
E foi então para isto que esse doudo
Estragou o vibrátil plasma todo,
À guisa de um faquir, pelos cenóbios?!...
Num suicídio graduado, consumir-se,
E após tantas vigílias, reduzir-se
À herança miserável de micróbios!
Estoutro agora é o sátiro peralta
Que o sensualismo sodomista exalta,
Nutrindo sua infâmia a leite e a trigo...
Como que, em suas células vilíssimas,
Há estratificações requintadíssimas
De uma animalidade sem castigo.
Brancas bacantes bêbedas o beijam.
Suas artérias hírcicas latejam,
Sentindo o odor das carnações abstêmias,
E à noite, vai gozar, ébrio de vício,
No sombrio bazar do meretrício,
O cuspo afrodisíaco das fêmeas.
No horror de sua anômala nevrose,
Toda a sensualidade da simbiose,
Uivando, à noite, em lúbricos arroubos,
Como no babilônico sansara,
Lembra a fome incoercível que escancara
A mucosa carnívora dos lobos.
Sôfrego, o monstro as vítimas aguarda.
Negra paixão congênita, bastarda,
Do seu zooplasma ofídico resulta...
E explode, igual à luz que o ar acomete,
Com a veemência mavórtica do ariete
E os arremessos de uma catapulta.
Mas muitas vezes, quando a noite avança,
Hirto, observa através a tênue trança
Dos filamentos fluídicos de um halo
A destra descarnada de um duende,
Que, tateando nas tênebras, se estende
Dentro da noite má, para agarrá-lo!
Cresce-lhe a intracefálica tortura,
E de su'alma na caverna escura,
Fazendo ultra-epilépticos esforços,
Acorda, com os candieiros apagados,
Numa coreografia de danados,
A família alarmada dos remorsos.
É o despertar de um povo subterrâneo!
É a fauna cavernícola do crânio
— Macbeths da patológica vigília,
Mostrando, em rembrandtescas telas várias,
As incestuosidades sanguinárias
Que ele tem praticado na família.
As alucinações tácteis pululam.
Sente que megatérios o estrangulam...
A asa negra das moscas o horroriza;
E autopsiando a amaríssirna existência
Encontra um cancro assíduo na consciência
E três manchas de sangue na camisa!
Míngua-se o combustível da lanterna
E a consciência do sátiro se inferna,
Reconhecendo, bêbedo de sono,
Na própria ânsia dionísica do gozo,
Essa necessidade de horroroso,
Que é talvez propriedade do carbono!
Ah! Dentro de toda a alma existe a prova
De que a dor como um dartro se renova,
Quando o prazer barbaramente a ataca...
Assim também, observa a ciência crua,
Dentro da elipse ignívoma da lua
A realidade de uma esfera opaca.
Somente a Arte, esculpindo a humana mágoa,
Abranda as rochas rígidas, torna água
Todo o fogo telúrico profundo
E reduz, sem que, entanto, a desintegre,
Á condição de uma planície alegre,
A aspereza orográfica do mundo!
Provo desta maneira ao mundo odiento
Pelas grandes razões do sentimento,
Sem os métodos da abstrusa ciência fria
E os trovões gritadores da dialética,
Que a mais alta expressão da dor estética
Consiste essencialmente na alegria.
Continua o martírio das criaturas:
— O homicídio nas vielas mais escuras,
— O ferido que a hostil gleba atra escarva,
— O último solilóquio dos suicidas —
E eu sinto a dor de todas essas vidas
Em minha vida anônima de larva!"
Disse isto a Sombra. E, ouvindo estes vocábulos,
Da luz da lua aos pálidos venábulos,
Na ânsia de um nervosíssimo entusiasmo,
julgava ouvir monótonas corujas,
Executando, entre caveiras sujas,
A orquestra arrepiadora do sarcasmo!
Era a elegia panteísta do Universo,
Na podridão do sangue humano imerso,
Prostituído talvez, em suas bases...
Era a canção da Natureza exausta,
Chorando e rindo na ironia infausta
Da incoerência infernal daquelas frases.
E o turbilhão de tais fonemas acres
Trovejando grandíloquos massacres,
Há-de ferir-me as auditivas portas,
Até que minha efêmera cabeça
Reverta à quietação da treva espessa
E à palidez das fotosferas mortas!
Monólogo de uma sombra
Sou uma Sombra! Venho de outras eras,
Do cosmopolitismo das moneras...
Pólipo de recônditas reentrâncias,
Larva de caos telúrico, procedo
Da escuridão do cósmico segredo,
Da substância de todas as substâncias!
A simbiose das coisas me equilibra.
Em minha ignota mônada, ampla, vibra
A alma dos movimentos rotatórios...
E é de mim que decorrem, simultâneas,
A saúde das forças subterrâneas
E a morbidez dos seres ilusórios!
Pairando acima dos mundanos tectos,
Não conheço o acidente da Senectus
— Esta universitária sanguessuga ,
Que produz, sem dispêndio algum de vírus,
O amarelecimento do papirus
E a miséria anatômica da ruga!
Na existência social, possuo uma arma
— O metafisicismo de Abidarma —
E trago, sem bramânicas tesouras,
Como um dorso de azêmola passiva,
A solidariedade subjetiva
De todas as espécies sofredoras.
Com um pouco de saliva quotidiana
Mostro meu nojo à Natureza Humana.
A podridão me serve de Evangelho...
Amo o esterco, os resíduos ruins dos quiosques
E o animal inferior que urra nos bosques
E com certeza meu irmão mais velho!
Tal qual quem para o próprio túmulo olha,
Amarguradamente se me antolha,
À luz do americano plenilúnio,
Na alma crepuscular de minha raça
Como uma vocação para a Desgraça
E um tropismo ancestral para o Infortúnio.
Aí vem sujo, a coçar chagas plebéias,
Trazendo no deserto das idéias
O desespero endêmico do inferno,
Com a cara hirta, tatuada de fuligens
Esse mineiro doido das origens,
Que se chama o Filósofo Moderno!
Sou filho de caminhoneiro com muito orgulho, e sei o quanto é uma classe sofrida, uma classe que muitos não dão valor.
Dirigindo pelo Brasil afora para mover o país e garantir o pão de cada dia para sustentar a família.
Acham que ganham rios de dinheiro?
Despesa com parcela de caminhão, seguro, pneu, pedágio, alimentação, peças, fretes mal pagos, com a falta de segurança e esse preço do combustível e etc.
Não tive muita das vezes o meu pai em datas comemorativas, meu aniversário, dia dos pais, aniversário dele ou qualquer outra data, mas o alimento pra dentro de nossa casa nunca faltou, pois o mesmo no frio da madrugada, calor, dormindo pouco , viajando de madrugada, garantiu o nosso sustento.
Gosto muito de caminhão, até queria ser quando crescesse, mas eu não tive a coragem que ele tem de ficar dias, semanas e mês fora de casa , parabéns Pai por essa classe em que faz parte, onde eu tenho total apoio e orgulho.
Como igual a todos eles também tem sonhos, e essa mudança está sendo um deles.
Parabéns meu Pai e aos Caminhoneiros pela coragem e união, estamos com vocês !
Eu Sobrevivo
Pois e...
Eu nao sou diferente de muitas milhares de almas viventes
Sou exactamente aquele tipo de ser que acorda
Olha para vida sorri e diz:Bom dia
Esse e um dos poucos momentos que sorrio mesmo
Porque e a unica hora em que vivo
O resto do dia eu sobrevivo
Eu sobrevivo, as vontades do mundo que me rodeia
Sobrevivo a necessidade de busca pela paz interior
Sobrevivo a frustracao de nao ser amada
Sobrevivo a constante vontade de amar alguem
Sobrevivo ao amor, e todos os sentimentos que o compoem
Sobrevivo a boca dos meus vizinhos que parecem
Viver para matar a necessidade de falar do alheio
Sobrevivo a fome de justica que nunca sessa
Sobrevivo a mudancas inesperadas de temperaturas
Sobrevivo ao mau humor a que estou exposta assim que saio de casa
Sobrevivo a distancia que tenho de percorrer para me deslocar entre os locais
Sobrevivo a minha mania de pensar alem da conta
Sobrevivo ate a minha existencia...
Eu, sim eu nao mais que eu igual a muitos outros eu
Sobrevivo acima de tudo a condicao de mortal lutando pela sobrevivencia.
Eu percebi, depois de muito pestanejar que aquela moça era mais do que mostrava-se, muito mais do que o mundo estava adaptado a ver. Ela era uma mistura de doçura e acidez, caos e calmaria, turbulência e dias quentes. De fato, aquela moça era um ser ainda tão indescritível que eu, na ânsia de desvendá-la, decifrei com meus olhos míopes um dos tantos labirintos construídos em seu coração.
Aos outros olhos aquela moça fez-se sorrisos e cuidados. Sem pedir nada se foi ouvidos para aqueles que melancólicos necessitavam de acalanto. Era a ponte, o pedestal, a âncora dos naufragados, a luz dispersa na escuridão. Ela nada pedia ao mundo, doava-se de coração aberto e por vezes esquecia suas próprias e silenciadas dores, ia, com o sorriso brilhando sobre a face, cuidar dos corações alheios, das almas que procuravam incansáveis por paz.
Mas quem diria que aquela moça –a do sorriso largo- traria consigo o segredo do sentir? Quem, neste mundo tão individualista, olharia para aquela moça aparentemente forte e veria uma menina com medos, receios e dores? Creio que nessa troca de sentir, poucos pararam para ouvi-la e raras pessoas a conheciam de fato.
Porque ela, ah, ela era mais do que o rosto dizia, do que a risada falava. Ela era a maturidade de uma mente firme, cheia de princípios e verdades. Ela era o medo do erro, a tentativa árdua dos acertos, o receio do não conseguir. A vi por muitas vezes gargalhar com uma sombra pairando no olhar, e entendi por fim, que o silêncio é necessário e revelador quando deixamos o coração trocar confidências.
Hoje talvez eu ainda não a conheça, pois esta moça é mutável como o vento que dança em seus cabelos, mas acredito que sei enxergá-la como poucos conseguem. Eu vejo seu coração, falo com sua alma, desvendo suas entrelinhas. Mas acima de todas as coisas, eu aceito os seus silêncios.
Suicídio, O Silencio
S.O.S
Olhos divinos, o que você vê não pode se acreditar.
Você não e um deles não se taque do décimo andar.
Abra as portas e as janelas, deixe a luz entra.
Isso te faz ter solidão?
Me, diga como posso ajudar-la?
Se você tem tanto amor, por que ainda fica assim?
Não basta ser amada?
Ou toda menina tem esse sentimento?
Não pule contra o vento que não te segura!
Meus braços estão leves.
Onde está você?
Precisa ficar sozinha?
Mas, desejo acompanhá-la.
Reclamas tanto de solidão
Por que não posso ficar aqui
A minha insistência a incomoda?
Pos bem, estou indo embora, mas não esqueça de me ligar!
Hoje leio noticia de acontecimento do dia de ontem.
E não entendo por que não me ligou.
Não vai ter fim!
Eu toquei você, foi lindo, mágico.
Depois de tanto esperar olhei em teus olhos e vi a felicidade nós meus.
Eu abri a porta e olhei pra você, sem esperar te abracei.
A ti me dei por todo.
E com lágrimas te beijei,
De um beijo molhado e suave.
Meu silêncio era amor.
Quis morrer e viver ali, não era um sonho.
Eu toquei em você,havia vida ali, havia vida em mim.
Sabia que estava min'alma em ti, e eu a senti, feliz.
E então chorei, chorei de alivio, meu peito não estava mais vazio.
Eu tocava o amor que sentia, e sentia meu coração sorrir.
Minhas lágrimas enfim escorriam em teus seios.
Eu estava em seus braços,
Por dias sufoquei um amor e a vontade de te encontrar.
Por dias senti a dor de amar, sozinho em silêncio.
Eu fechei a porta para o mundo lá fora e trouxe você pra mim.
Te amei com um amor que até então não conhecia.
Senti os encantos de seus beijos, o perfume e o doce de seus lábios.
O Eu e você passou a existir.
De verdade era amor, de verdade, eramos um.
Olhar você na distância certa, perfeita de muitos beijos.
Respirava seu ar, beijei tuas mãos, enxuguei suas lágrimas.
Ouvi teu coração sorrir, senti o calor de teu corpo,retirei seu baton.
Um presente que viverá em meu futuro.
Uma lembrança que o o tempo jamais apagará,
A lua e estrela que beijei,o batom que ganhei,
Minha blusa tem o teu perfume, ela nunca lavarei.
Minha boca sua boca,meus braços em seus braços.
Meu sorriso conhece o teu,meus olhos me lembram teu corpo,
Minha vida tem a tua,minha alma está sorrindo,
De mãos dadas andamos, de mãos dadas viveremos,
Me despedi de você como a terminar um filme romântico,
Mas pude ver ao final em teus e meus olhos,
Estava escrito."AMOR VERDADEIRO"
Continua...
José Henrique
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