Sou muito mais eu

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Para mim está sendo muito difícil. Por esse dia.
Mais eu não vou desistir do que eu quero. Mais sempre coloco a minha fortaleza nas mãos de Deus. Porque ele sabe o que eu mereço perante o caminho dele. Eu agradeço por ter ele do meu lado sempre. Pra mim direcionar em tudo o que é preciso

Eu te amo mais do que você possa imaginar — e muito mais do que eu consigo entender.

Passei minha vida a sonhar...
Sonhei muito mais do que eu seria
Fui muito menos do que vislumbrei
Concreto em mim, é somente a poesia,
Que dá serventia às minhas noites sem dormir.


Deus, minha maior ambição é Tu existires
E compreenderes a mim...
E guardar todo amor que senti em uma caixinha no Teu infinito,
Para que, pelo menos pra Ti, eu não deixe de existir.


Coisas belas no mundo, tantas belezas eu vi,
Mas, muitas vezes, não fui enxergada e ouvida...
Não ao menos sendo eu: Natali...


Um coração que queria amar, criar e dar o melhor de si...
Mas um coração, nesse mundo, não é nada...
Por isso, espero em Ti.


Sonhei muito mais do que fui,
Mas, mesmo sendo apenas uma sonhadora,
Eu fui real e leal à verdade que há em mim.

Amor Cortês

Eu acho muito mais que perfeito
Deus ter caprichado tanto em ti!
Se eu viajo em obra de arte,
Então não iria viajar em alguém tão linda?

Com o tempo prometo que acostumar-me-ei
Com tamanha beleza
E abandonarei a práxis
De ficar com semblante de colossal veneração...

Minhas retinas
Não estão habituadas ao teu primor,
Admiro-te sem fim
Rogo-te, tenha paciência comigo...

Numa determinada ocasião aprenderei
A contemplar a sua venustidade e disfarçar!
Não me encantar, não jurarei...
Formosura igual a sua tem uma grande vicissitude:
Nunca será algo a passar desapercebido.

É preciso ser muito pra fazer eu desistir de mim
muito mais do que grito,
muito mais do que fim.


É preciso ser corte que nem o tempo cicatriza, vento que arranca raiz,
muralha que não se humaniza.


Porque eu me faço inteira até no caco,
me refaço no avesso do dia,
faço da dor um palco pra dançar minha poesia.

⁠Se quiser Voar, Voe!
-Ah mais eu ñ tenho asas!
Então crie! A vida é muito curta pra não fazermos loucura

Os que me ajudaram quando eu mais precisei, o meu muito obrigado!
Aos que me julgaram quando eu passei por momentos difíceis, eu agradeço também!
Pois vocês não sabem o bem que vocês me fizeram. Me tornei mais forte graças a vocês!

Eu fiz tanto.
Fiz muito.
Me doei até doer, e depois doei mais um pouco, só pra ver se o mundo parava de te esmagar.


Eu segurei tua mão no momento mais difícil da tua vida.
Eu fiquei.
Eu fui presença quando era mais fácil ser desculpa.
Eu fui constância quando você me empurrava para fora da tua vida como quem empurra uma cadeira que tá ocupando espaço demais.


E eu aceitei.
Porque eu te amava daquele jeito perigoso: o amor que acha que paciência resolve tudo, que carinho convence, que cuidado abre portas.


Avisa quando chegar.


Eu repeti isso mil vezes, como quem tenta manter alguém inteiro por telepatia.
Não era só “me avisa”.
Era “não some”.
Era “não morre”.
Era “não me deixa do lado de fora sem nem saber se você ainda existe”.


E aí eu fico com essa pergunta suja, que ninguém gosta de dizer em voz alta porque parece cobrança, mas não é:
eu merecia respeito.


Merecia uma conversa final.
Uma conversa de verdade.
Cara a cara, sem a covardia confortável de uma tela.
Sem eu ter que ler o fim como quem lê notificação de banco.


Eu merecia mais do que uma mensagem.


Porque eu não fui pouco.
Eu não fui distração.
Eu não fui “qualquer um”.
Eu fui o cara que ficou quando era feio, quando era pesado, quando era madrugada, quando era silêncio, quando era cansaço por dentro.
Eu fui o que você teve coragem de usar como abrigo.
E depois, quando o tempo virou, eu virei excesso. Virei incômodo. Virei algo que você precisava remover.


Avisa quando chegar.


Eu também engoli o outro tipo de dor, aquela que não dá pra explicar sem parecer pequeno:
você nunca me assumiu.
Nunca postou que estava comigo.
Nunca colocou meu nome com orgulho em lugar nenhum.


Eu era presença no teu dia, mas não existia no teu mundo.


E isso é um tipo de abandono que começa cedo.
Começa enquanto ainda tem beijo, ainda tem rotina, ainda tem “boa noite”.
Só que o amor vai ficando clandestino.
Vai ficando escondido.
Vai ficando com cara de coisa que você não tem certeza se quer.


E quando você não assume, você deixa a outra pessoa sempre pronta para ser descartável.
Porque descartável é quem não aparece.


Eu olhava e faltava foto.
Faltava “nós”.
Faltava o básico que não é vaidade, é lugar.


E eu fiquei tentando ser lugar com gesto.
Com cuidado.
Com música.
Com texto.
Com ritual.
Com presença.
Como se eu pudesse compensar o que você não tinha coragem de afirmar.


Avisa quando chegar.


Eu te dei mão, e você me devolveu parede.
Eu te dei paciência, e você me devolveu dúvida.
Eu te dei o melhor que eu tinha, e você me devolveu silêncio.


E o silêncio, no começo, eu romantizei.
Eu achei bonito.
Achei maduro.
Achei que era “teu jeito”.


Mas depois eu entendi: tem silêncio que é só falta de escolha.
Tem silêncio que é a pessoa deixando você se acostumar com a ausência antes de ir embora de vez.
Tem silêncio que é treino para o fim.


E o fim veio do jeito mais injusto para quem se doou:
sem cerimônia.
Sem conversa.
Sem aquela dignidade mínima de olhar no olho e dizer “acabou” como gente adulta.


E aí entra a parte que você falou, e eu não vou fingir que não existe:
pra mim, isso pareceu punição.


Não porque eu tenho certeza do que você quis.
Mas porque foi assim que bateu no meu corpo: como castigo.


Como se todo meu esforço tivesse virado um erro.
Como se eu ter ficado tivesse sido um exagero vergonhoso.
Como se eu ter sido leal merecesse ser cortado rápido, pra não dar tempo de eu falar nada, de eu perguntar nada, de eu existir por mais cinco minutos.


Avisa quando chegar.


Eu lembro do começo, eu lembro do meu jeito de tentar fazer dar certo:
eu oferecendo encontro, oferecendo conversa, oferecendo rua, oferecendo tempo.
“Quer que eu vá aí?”
Eu queria resolver com presença, porque eu sou desse tipo: eu apareço.
Eu não sumo.


E é exatamente por isso que me destrói:
eu fiquei, e você saiu por mensagem.


Eu não estou pedindo eternidade.
Eu não estou pedindo que você volte.
Eu não estou pedindo que você mude o que sente.


Eu estou dizendo o básico, o mais básico:
eu merecia ser encerrado com respeito.


Porque tem uma diferença enorme entre “terminar” e “descartar”.
E eu tô com a sensação de descarte atravessada na garganta.


Eu fui cuidado.
Eu fui mão.
Eu fui constância.


E eu não virei memória bonita.
Eu virei algo que você removeu.


Avisa quando chegar.


Hoje, quando o celular acende, dá raiva.
Porque eu sinto o impulso do hábito e lembro que não tem mais “cheguei”.
Tem só eu, com essa frase sobrando, repetindo ela como quem tenta chamar de volta a humanidade de alguém.


E o pior é isso:
eu ainda me importo.


Mesmo zangado.
Mesmo humilhado.
Mesmo cansado.
Mesmo com vontade de arrancar de mim tudo que eu te dei.


Eu ainda me importo.
E isso me dá nojo e saudade ao mesmo tempo.


Então eu vou te dizer a última coisa que eu sei dizer sem me diminuir, porque essa frase foi minha casa e agora é meu corte:


Avisa quando chegar.

Um sonho?
Muito mais...Um lindo sonho!
um desejo da realidade.
Era eu e você...Parecia real que desejei continuar dormindo.
Partilhávamos as mesmas emoçoes e os mesmos sentimentos; Amor e muita paixão.
Você estava ao meu lado e, timidamente, não hesitou em manifestar seu amor...Era apanas um sonho, um sonho quase real, um sonho de amor...
"Meus pensamentos e meus sonhos que sustentam tão grande amor"
Impossível explicar tão grande amor.

Amor de Lareira:

Eu sei o que é amar
Eu sei o quão bom é amar
Amei muito mais do que um ser
Chovia
Senti que a angústia me transformava em ácaro
Mas quando senti o amor, tudo foi como lareira

Quando apareceu vossa pintura
O infinito se formou
A felicidade virou palavra-cruzada
Amor de lareira
Circulando dois cantos meus
Rondando mais dois cantos meus
E me cercando em dois elementos
Água e fogo
Na lareira e aquecedor, a relação de um casal

Muito mais do que uma saudade: O Riso que não foi Silenciado

Na sua face gentil, eu via o seu sorriso amável e ouvia a sua risada mais gostosa — poderosa a ponto de a passagem do tempo e as dificuldades da vida não serem capazes de silenciar, nem de ofuscar o seu brilho; um exímio exemplo do que é perseverar.

A idade avançada não tirava o seu riso de criança; os seus olhos quase fechavam para acompanhar as curvas da sua felicidade, aquele entusiasmo típico da infância, da época que qualquer bom momento virava um espetáculo, independentemente das circunstâncias.

Quando me vem à lembrança a sua presença, parece que está ao meu lado toda risonha, emitindo aquela sonoridade de sempre, repleta de amor e espontaneidade, que continuará contribuindo para a minha perseverança, muito mais do que uma saudade.

Por tanto bem, agradecer a Deus é inevitável e é o mínimo que posso fazer por ter colocado uma pessoa tão imprescindível, incomparável para enriquecer os meus dias e fortalecer o meu ânimo cansado durante momentos simples de alegrias; então, o meu riso também não será silenciado.

Eu acredito que escrever é muito mais que um desabafo, não é nada mais que a alma se expressando. Expressando tudo aquilo que não falamos por medo de julgamento ou simplesmente por não saber se posicionar corretamente, e isso acaba saindo como uma reflexão em uma folha de papel.

Hoje eu vejo a igreja muito mais como um trabalho da minha humanidade do que da minha espiritualidade. Porque, sinceramente, me conecto muito com Deus quando estou sozinha, na minha casa, orando e falando com Ele de forma espontânea. Mas ir ao templo religioso me ajuda a olhar mais pro outro, exercitar humildade e viver a fé de forma mais coletiva.


Alexsándra Duárte

Meus gostos musicais soam muito mais emocionantes quando eu mostro pra outras pessoas

Eu odeio muito ter que fingir que não dói,
quando dói mais do que o normal.

Eu acho que hoje não acordei muito bem, cabeça pesada. Esse frio parece deixar tudo mais parado. Isso não, necessariamente, é ruim, mas a sensação tende a ser estranha em dias assim. Mas não foi isso que mexeu comigo. Parece que há coisas mais importantes a me preocupar.


Pois bem, depois de ler algumas páginas de um amontoado de palavras, isso parece também não fazer muito sentido. Na busca por sentido, o que eu e você pensamos, gastamos energia, pode parecer uma preocupação egoísta. Existem situações mais sérias? Óbvio que sim. Mas isso invalida aquilo que você carrega como história?


Fato é que o debate continua. Mentes estão agindo, se preocupando, calculando rotas, se reorganizando, pegando atalhos, tomando decisões das mais variadas formas e, no fim, o que sobra são os resultados que cada um carrega, frutos do conjunto de tudo aquilo que viveu. Não há nada descartável, ou, para alguns, quase tudo é descartável.


O veredito sempre pode ser questionado, mas quem carrega a condenação são aqueles que tiveram que conviver com as consequências dos seus atos e, adivinhe... todos, absolutamente todos, carregam, consciente ou não, as consequências de tudo aquilo que decidiram, até mesmo não decidir. Porque, no fim, não se trata de estar certo ou errado, mas de qual ponto de equilíbrio você encontrou para que a vida faça algum sentido.


A vida pode ser um peso, pode ser tristeza, pode ser luto, pode ser trauma, pode ser temperamento, pode ser tudo. Pode ser dádiva, pode ser morte. Mas encontrar equilíbrio em meio à pressão de tudo aquilo que nos aflige, seja o pensamento, seja o abandono, seja a alegria de possuir, no fim, nada é tão real quanto enxergar que a vida é o que temos.


Você pode abandonar tudo: ideologias, certas convicções, traumas, decepções ou até você mesmo. Mas não pode ignorar que esta vida é uma oportunidade de tentar mais uma vez caminhar por um caminho. Não, não direi reto, sem preocupações, sem dores ou algo assim. Eu desprezo qualquer tipo de fórmula que tente nos fazer crer que a vida é, ou será, um caminho sem obstáculos. Inclusive, isso foge da realidade.


Pois, das poucas certezas que temos nesta vida, tristezas e desilusões são as mais comuns. Às vezes vamos ouvir isso dos mais velhos, mas, mais cedo ou mais tarde, entenderemos por conta própria o quão imprevisível e inevitável é viver com as dúvidas, com as dores, com o carma.


O viver é um presente por si só, mas encontra um pouco de afago quando temos consciência de que viver é estar vivo. E estar vivo é tentar novamente. Tentar novamente é estar vivo. Um ciclo sem fim, até que sejamos recolhidos deste mundo.

"Antes eu lia para sentir; hoje eu leio para compreender — e sinto muito mais."

Se você me deixar muito solta por aí, eu irei tão longe que logo logo não estarei mais ao alcance sequer dos seus olhos!

Se não é amor, então por que doem muito mais em mim que em você, as feridas que EU te fiz?

Via pessoas passando necessidade e carregando sorrisos muito mais sinceros do que os meus. Então eu me perguntava: por que dói tanto?"