Sou Igual a minha Irma
Ninguém é igual a você
Em ninguém encontrei fagulhas de semelhanças,
se alguém cultiva sentimentos como os teus, talvez tenham passados despercebidos aos meus olhares na neblina,
minha alma sorri quando lembra, o meu coração se reconstrói quando senti, o meu corpo não guarda reações quando te imagina,
cada vez que te procuro em outras pessoas percebo o quão insuficientes e tolas são as minhas ações, entendo naturalmente o quanto a tua distancia me atrai.
Mudar de parceira em busca de uma melhor, é como aplicar a propriedade comutativa, o resultado é sempre o mesmo.
Ser quem se é, sem medo ou receio,
é um ato raro, um sopro alheio.
Pois quem se encaixa e perde o brilho,
talvez descubra que nunca foi inteiro.
As pessoas te invalidam pra roubarem tua essência.
A dor delas não é observar o diferente, a dor é não conseguir deixar de ser igual.
Quando voce não sabe separar a sua personalidade com a
do mundo, com a sociedade, se torna escravo dela. Quando não
consegue ter seu momento de solitude sem as influências do
computador, internet, celular, redes sociais é porque voce perdeu sua
identidade
"Trecho do livro "O livro das virtudes para geração Z e Alpha"
Temos a crença de que podemos experimentar novas experiências todos os dias, mas vivemos em constante releitura.
Imagine uma sociedade de sósias? Ela seria chamada "sosiedade" e todos seriam iguais. Quanta que tolice é pensar daquela forma! Porque direitos iguais também incluem as diferenças.
Paixão e emoção
O conceito de "paixão" de Hamlet é uma ficção, uma "ideia" ou um fantasma, uma ficção no sentido de ser criado, um produto de nossa alma. Na seqüência delineada aqui, o conceito de imaginação muda a alma, e a paixão da imaginação, por sua vez, muda o corpo. Todas as paixões são fictícias porque se baseiam na imagem mental do "nada".
A base cognitiva da paixão enfatiza o papel retórico do pensamento. Hamlet considera a "ficção" um romance. Em certo sentido, os fantasmas são os objetos imaginários da alma e estão conectados ao corpo da imagem. A fonte da imaginação e da paixão do sujeito pelo vazio provém desse traço psicológico "romântico", isto é, do enredo inexistente do centro inexistente.
A ansiedade é o encontro do pensamento e da existência ficcional, e sucumbimos à dor de colocar objetos "vazios" onde se encontram com a finitude.
(Literatura de William Shakespeare)
O mormaço.
Em dias de frio eu pego um casaco,
Dias de saudade pego seu abraço
Que é quente igual mormaço,
Daqueles que queimam até na sombra e dia nublado.
