Sou Besta com a Falsidade de uns

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Jesus curava só entrando em certos lugares.
Sua presença trazia arrependimento em uns, resistência em outros, mas sempre havia um trabalho de Deus acontecendo.
João 1:5 diz que “a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a venceram”.
Isso significa que, onde Jesus chegava, algo precisava se posicionar: ou a pessoa se rendia, ou resistia. miriamleal

“Uns tem pesadelo e outros sonham”.

⁠João 13.35: Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros. A manifestação do nosso amor na vida e pelo próximo revela o quanto somos Dele.

Tem uns que se classificam para umas coisas e outros que para aquela mesma coisa não, é normal, o que não é normal é ser covarde por isso, pensem nisso que o dia de todos vocês irá melhorar e muito pra quem precisa, dependendo da situação.
Tem uns que se dizem incapazes de coisas difíceis, mas é só aprendê-las que a vida anda e você aprende tudo.

⁠Uns Confiam na Beleza,Riqueza, Dinheiro...Mas Não Confiam em Deus.

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"De uns tempos para cá tenho reparado muitos posts decorrentes de internautas criticando e até zombando das pessoas que escrevem errado e cometem os chamados erros de português. A meu ver, criticar o Português ou outra língua de alguém que mora num país onde a educação cada vez mais é desvalorizada e desprezada, é uma atitude não apenas cruel, mas absolutamente incivilizada, revoltante e involutiva. Se, hoje em dia, percebe-se professores, mesmo licenciados, escrevendo errado, escrevendo tão mal que muitas vezes nem dá para decifrar o que eles escrevem – ou, pior ainda, não escrevem nadica de nada – quem dirá os alunos, seus aprendizes. É talvez muito mais fácil zombar do Português do que compreendê-lo."

⁠⁠Às vezes a gente leva dois dias ou mais para tentar organizar o pensamento da gente, e mais uns dois para conseguir fazer com ele vire um texto de no mínimo três linhas, aí, quando a gente enfim consegue postá-lo numa rede social, aparece um sujeito do nada e com um simples comentário (idiota) bagunça o pensamento da gente todinho. Aff. É desestiiimulante, viu🙄

Aqui o sonho anda com o pé no chão
Porque errar custa mais pra quem vem do barrão
Enquanto uns riem do corre do irmão
Tem quem vence calado, foco e visão- música hoje pesa amanhã do dj gato amarelo

"Somos um pouco dos outros. Ainda não notou? Por isso também precisamos uns dos outros. Ainda não notou ou está apenas resistindo?"
Frase Minha 0176, Criada no Ano 2007

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

0176 "Sempre achei que somos um pouco de outras pessoas. Talvez por isso precisamos uns dos outros, acho! Também notaram? E estão resistindo a aceitar? Ou não notaram?"

A dependência uns dos outros, embora inibida pelo orgulho de nos acharmos autossuficientes, é a prova mais concreta de que instintivamente sabemos que somos Um só.

Render-se a isso nos aproxima de Deus.

"Esperar que apenas uns façam a diferença enquanto outros não colaboram é a receita para o desânimo e a frustração."

"O mundo não muda se apenas uns se mexem e outros só cobram."

Empreender sempre vai dividir opiniões: uns vão te aplaudir pela atitude, outros vão te chamar de imprudente. Mas quem realmente quer crescer aprende a filtrar vozes e seguir com visão.

Uns já nascem com herança, outros nascem para criá-la.

A vida é como um enigma;
para uns facil de decifrar,
mas para outros dificil e impossivél
de solucionar

Embora divididos, somos todos patriotas: uns sacrificam a própria cabeça pelo país, outros sacrificam o país pela própria cabeça.

⁠Enquanto uns choram seus pais que só lhes deixaram aquilo que dinheiro nenhum pode comprar, outros, miseráveis, que não têm nada além do dinheiro — desumanizam os seus.

⁠Talvez, se não nos esforçássemos tanto para chatear uns aos outros, não precisaríamos nos desprender da terra para conhecer o paraíso.


Provavelmente ele não esteja tão distante quanto aprendemos a imaginar, nem tão alto que exija asas, nem tão longe que nos peça despedidas.


Mas talvez ele se afaste toda vez que insistimos em ferir, provocar, disputar razão como quem disputa território…


Há um esforço tão medonho quanto curioso — quase disciplinado — em chatear o outro: palavras afiadas, silêncios estratégicos, julgamentos apressados.


E, enquanto gastamos energia cavando abismos, seguimos acreditando que o paraíso só se revela depois da ruptura final com a terra.


Mas se o paraíso fosse menos fuga e mais convivência?


E se fosse menos promessa futura e mais gesto presente?


Menos céu distante e mais chão respeitado?


Talvez o que nos expulse diariamente do paraíso não seja a terra, mas a incapacidade de habitar o outro com delicadeza.


E talvez, se desaprendêssemos a ferir, descobríssemos que o paraíso sempre coube aqui — entre um olhar que acolhe, uma mão que se estende, uma palavra que poupa e um silêncio que não machuca.

⁠Enquanto uns precisam de um tropeção para cair nos braços do Pai, outros para tentar quitar o aluguel das cabeças dos asseclas.


Há os que só descobrem a própria fragilidade quando o chão falta sob os pés.


O tropeço, para esses, não é punição: é convite.


Na queda, cessam as ilusões de autossuficiência, e o abraço do Pai deixa de ser discurso para se tornar refúgio.


A adversidade, então, cumpre seu papel mais nobre — revelar limites, ensinar silêncios e reordenar as prioridades.


Mas há os que fazem do tropeço um espetáculo, arrastando para o centro do palco um dos mais nojentos dos comportamentos — o vitimismo.


Não caem para aprender, caem para acusar e se vitimizar.


Transformam a adversidade em vitrine e o sofrimento em moeda, tentando pagar o aluguel das cabeças dos asseclas com versões convenientes da própria dor.


O vitimismo vira estratégia, não confissão; ruído e não arrependimento.


Em vez de atravessar a noite, preferem manter acesa a fogueira da queixa.


A diferença não está na queda, mas no destino dado a ela.


Uns permitem que a dor os humanize; outros a instrumentalizam.


Uns se levantam esvaziados de si e cheios de fé; outros se erguem inflados de razão e pobres de verdade.


No fim, a adversidade sempre cobra seu preço: ou nos reconcilia com o essencial, ou nos aprisiona na necessidade de plateia.


E talvez aí resida o discernimento que nos falta: nem toda lágrima nos cobra empatia, nem toda queda é lição.


Há tropeços que salvam, e há tropeços que apenas alugam consciências.