Sou Besta com a Falsidade de uns

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Aqui embalo sonhos,
dou impulso a cada um deles.
Uns vão, outros voltam,
nesse movimento vou
sonhando e embalando.

⁠o beijo dela me deixou sem ar
Por uns segundos

⁠"O pau que nasce torto, morre torto. Uns pelo destino da natureza, outros por escolha própria. Nosso caráter é moldado pelo berço e pelas escolhas que fazemos."

Uns batizam para entrar na igreja e outros para entrar nos Céus.

A fé move montanhas? Não, explosivos movem; fé só move idiotas para explodirem uns aos outros.

Amar é um ato de rebeldia contra o vazio, uma afirmação de que importamos uns para os outros.

Embora divididos, somos todos patriotas: uns sacrificam a própria cabeça pelo país, outros sacrificam o país pela própria cabeça.

⁠Enquanto uns choram seus pais que só lhes deixaram aquilo que dinheiro nenhum pode comprar, outros, miseráveis, que não têm nada além do dinheiro — desumanizam os seus.

⁠Talvez, se não nos esforçássemos tanto para chatear uns aos outros, não precisaríamos nos desprender da terra para conhecer o paraíso.


Provavelmente ele não esteja tão distante quanto aprendemos a imaginar, nem tão alto que exija asas, nem tão longe que nos peça despedidas.


Mas talvez ele se afaste toda vez que insistimos em ferir, provocar, disputar razão como quem disputa território…


Há um esforço tão medonho quanto curioso — quase disciplinado — em chatear o outro: palavras afiadas, silêncios estratégicos, julgamentos apressados.


E, enquanto gastamos energia cavando abismos, seguimos acreditando que o paraíso só se revela depois da ruptura final com a terra.


Mas se o paraíso fosse menos fuga e mais convivência?


E se fosse menos promessa futura e mais gesto presente?


Menos céu distante e mais chão respeitado?


Talvez o que nos expulse diariamente do paraíso não seja a terra, mas a incapacidade de habitar o outro com delicadeza.


E talvez, se desaprendêssemos a ferir, descobríssemos que o paraíso sempre coube aqui — entre um olhar que acolhe, uma mão que se estende, uma palavra que poupa e um silêncio que não machuca.

⁠Enquanto uns precisam de um tropeção para cair nos braços do Pai, outros para tentar quitar o aluguel das cabeças dos asseclas.


Há os que só descobrem a própria fragilidade quando o chão falta sob os pés.


O tropeço, para esses, não é punição: é convite.


Na queda, cessam as ilusões de autossuficiência, e o abraço do Pai deixa de ser discurso para se tornar refúgio.


A adversidade, então, cumpre seu papel mais nobre — revelar limites, ensinar silêncios e reordenar as prioridades.


Mas há os que fazem do tropeço um espetáculo, arrastando para o centro do palco um dos mais nojentos dos comportamentos — o vitimismo.


Não caem para aprender, caem para acusar e se vitimizar.


Transformam a adversidade em vitrine e o sofrimento em moeda, tentando pagar o aluguel das cabeças dos asseclas com versões convenientes da própria dor.


O vitimismo vira estratégia, não confissão; ruído e não arrependimento.


Em vez de atravessar a noite, preferem manter acesa a fogueira da queixa.


A diferença não está na queda, mas no destino dado a ela.


Uns permitem que a dor os humanize; outros a instrumentalizam.


Uns se levantam esvaziados de si e cheios de fé; outros se erguem inflados de razão e pobres de verdade.


No fim, a adversidade sempre cobra seu preço: ou nos reconcilia com o essencial, ou nos aprisiona na necessidade de plateia.


E talvez aí resida o discernimento que nos falta: nem toda lágrima nos cobra empatia, nem toda queda é lição.


Há tropeços que salvam, e há tropeços que apenas alugam consciências.

⁠Enquanto para uns, o que dói é a finitude da vida, para outros, o que alivia é a finitude das dores.


Para uns, a morte é a grande inimiga — a interrupção brusca dos planos, dos afetos, dos sonhos ainda inacabados — para outros, ela surge como um descanso prometido, quase um silêncio misericordioso depois de longos e exaustivos gritos.


Há quem tema a finitude da vida porque ama intensamente o que tem, o que construiu, o que viveu e o que ainda espera viver.


Para esses, cada despedida é um rasgo, cada adeus é uma mutilação do possível.


A morte representa a perda de tudo: das mãos que se tocam, das conversas inacabadas, dos abraços que ainda poderiam ser dados.


É o fim das oportunidades de amar mais uma vez.


Mas há também quem, exausto de carregar dores que não cessam, encontre na ideia da finitude um alívio secreto.


Não porque despreze a vida, mas porque já não suporta a forma como ela se apresenta.


Para esses, a morte não é vista como roubo, mas como cessação.


Não é a perda de tudo — é o fim de tudo o que dói.


É o apagar de uma chama que já não aquece, apenas queima.


E aí reside o grande paradoxo da existência: a mesma morte que para uns é tragédia absoluta, para outros é libertação imaginada.


Ela é, simultaneamente, ausência e descanso; ruptura e cessação; perda e alívio.


Talvez isso revele menos sobre a morte e mais sobre a forma como estamos vivendo.


Porque, quando a vida é experiência de sentido, a finitude assusta.


Mas quando a vida se torna apenas resistência, a finitude seduz.


No fundo, não é a morte que muda de significado — é o peso que carregamos enquanto respiramos que redefine o que ela representa.


E talvez a tarefa mais urgente e necessária não seja discutir a morte, mas aprender a tornar a vida menos insuportável para quem já não a reconhece como lar.

"Somos um pouco dos outros. Ainda não notou? Por isso também precisamos uns dos outros. Ainda não notou ou está apenas resistindo?"
Frase Minha 0176, Criada no Ano 2007

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Deus no Comando (dizem uns e outros). E EU AGINDO (digo eu). Ou a coisa não anda, Uai! Tudo mais não passa de Conversa Repetida de Uns para Outros!"
Texto Meu 0864, Criado em 2017


USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

0176 "Sempre achei que somos um pouco de outras pessoas. Talvez por isso precisamos uns dos outros, acho! Também notaram? E estão resistindo a aceitar? Ou não notaram?"

Todos buscam aliviar suas dores de alguma forma, uns em alucinógenos,bares,ou festas, no entanto existe aqueles que se fecham e acalma o coração acalentando-se nas letras de uma música ou na escrita de um simples poema ou então mergulhando na leitura de um livro, te tira da realidade por ao menos um tempo.

"Enquanto uns reclamam, outros estão construindo a vida dos sonhos '

Jesus curava só entrando em certos lugares.
Sua presença trazia arrependimento em uns, resistência em outros, mas sempre havia um trabalho de Deus acontecendo.
João 1:5 diz que “a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a venceram”.
Isso significa que, onde Jesus chegava, algo precisava se posicionar: ou a pessoa se rendia, ou resistia. miriamleal

É perceptível que o apego ao valores da Ditadura por parte de uns aqui no Brasil ainda é contemporâneo que eles censuram com desqualificação os filmes premiados e o carinho a sociedade que manifestam alegria pelas premiações.

"Proteger quem o vício ataca é aceitar o papel de vidraça: você salva o destino de uns, enquanto recebe as pedradas de outros."

Embora sejamos todos animais( 1°selvagens/
2° racionais) o que difere uns dos outros, é a capacidade de pensar, discernir e repensar. Porém em determinados momentos, o primeiro demonstra mais humanidade.

190426