Sou Apaixonada pelo meu Namorado
Meu celular apita tanto com notificações e mensagens que se alguém me assovia na rua, já abro o facebook.
Sempre fui extremamente egoísta, mas meu altruísmo existe e está implícito em cada gesto, mesmo que egoísta, quando envolve alguém que amo. Fui criada para defender quem eu amo, independente dos riscos e aprendi cedo a me expor mais do que o necessário e agir mesmo sabendo o quanto aquilo me é prejudicial. Se pergunto é porque quero saber e não porque espero respostas prontas, pergunto por preocupação e não por curiosidade mórbida. Somos inteligentes e sempre nos vangloriamos disso, mas é preciso ser perspicaz além de inteligente. Analise os fatos e veja quem perde mais nessa história, não espero que chorem por mim ou comigo, que me iludam ou mintam dizendo que é fácil e passa logo ou até mesmo que o outro sente o mesmo que eu, cada pessoa é um ser individual e carrega sua carga a seu modo, mas não me julguem.
Também não me apareça com essa história de “nunca fiz amigos bebendo leite” pois eu já, não bebia aos 4,6 e 8 anos quando fiz amigos que são eternos e ainda temos um convívio perfeito, mesmo distante, não vou sair e encher a cara, isso não vai me fazer esquecer, no máximo vai me deixar com ressaca, dor de cabeça e uma tristeza inconfundível ao lembrar os bons momentos, também sair, badalar, não quero conversar e não aceito falar mal de ninguém, não tenho do que reclamar, quero apenas viver, um dia de cada vez com calma, como se nada tivesse mudado. Não sejam simpáticos de mais, pegajosos demais ou grosseiros, não espero nada de ninguém, então não me tratem como doente, criança ou alguém que fez algo feio. Homens não me passem cantadas idiotas, de pedreiros ou... não, melhor, não me passem cantadas, como disse nada mudou, gosto de estar sozinha e assim espero. As pessoas se tornam importantes em pequenos gestos, como uma ligação pra dizer “ei esse é o horário que se sente mais sozinha?’ está perfeito, quer estar perto? Ótimo, agradeço, mas me faça sorrir ou fique quieto, respeite meu espaço, afinal não estou invadindo o seu. Eu escrevo, você chora, o outro grita, no final, ninguém entende esta vida cretina feita de perdas e danos.
Minha filha não serve nem como figura de linguagem, meu pai tem caráter, enfim, fique de olho a vontade, por mim tu tanto faz como tanto fez. Ahm, só mais uma coisinha, tu pode ameaçar e gargantear a vontade, tu perdeu meu respeito, quando perdeu a linha.
Arrependimento é uma palavra que eu aprendi a não usar,
fazendo o que meu coração me guia e deixando a cabeça somente pensar
Eu só queria entender que sentimento estranho é esse que percorre meu estomago , uma ansiedade diferente , medo de que não de certo , que tudo aconteça como antes ,que acabe sem ao menos ter começado . Sem ter vivido intensamente
Como vou desistir do meu Amor por você?(um grito interior )
Se dividimos pouco tempo nesta vida.Mais temos um elo eterno .Sendo reféns do ego do egoísmo aleio
Independência ou morte
dorme bem
Vamos bagunçar o lençol da sua cama arrumadinha demais para o meu gosto. Chega de conversa e morde minha coxa, enquanto minha boca desliza pelo seu ombro quase másculo. Chega e vamos ver aquele filme colorido que eu nunca sei o nome, e que você se irrita por que eu sempre acho o ator principal o mais bonito e sempre falo disso em todos os filmes. Quero conversar com sua mãe sobre o que você foi e o que você vem se tornando, e com o seu pai? Vou rir das piadas que a gente ouviu de você durante esse tempo. Vamos na praia no domingo, enquanto a minha genitora prepara o seu prato favorito. Vamos viver alguma coisa pra recordar amanhã, vamos viver algo no presente. Ver seriados até as 23:00, para depois eu me virar e dizer : dorme bem, meu bem. E tu me beijar a testa enquanto bocejo me encaixando no seu abraço. Dorme bem. Amém!
Seu nome
Devassável assim. Arrebatador. Sem questões. Meu coração palpitava pelo susto da descoberta. Tudo muito novo. E o sabor gostoso derretendo em meus lábios. Eu não queria respostas. Suas mãos deslizara pelo meu corpo quente. Sua voz abafada e musical susurrava detalhes límpidos do quanto me queria perto. E eu te arranhara. Te mordia. E dizia : me devore. E você correspondia as minhas expectativas. Delator o seu olhar. Clareza, carinho e casto. Ritmo e calma. Eu não queria separar minha boca da tua. E a tua boca se encaixara perfeitamente a minha. Olha onde eu fui encontrar o amor, do outro lado do muro, da cidade, da vida. Quis escrever teu nome na parede do meu quarto. Toda a minha proteção foi abalada ao ver o seu sorriso. Deverias ser preso por crime cupolso. Mas eu nem te denunciaria. Esse jeito você, esses sorrisos dispersos, essa sua barba bem feita. Tudo isso me ganha. Venho matendo cuidado, mas de fato, não me responsabilizo por minhas ações.Nem pelo romantismo tosco que você fez surgir em mim. É tudo tão anos 50. Que o medo não abafe a voz dos sentimentos que vem surgindo em nós. E que a coragem do cuidado invada cada milímetro do nosso corpo. Que a gente se preserve, e que nossos olhos nunca se percam de vista
"Arrancaram-me a alma e deixaram meu corpo a vagar sem rumo, obrigado a viver em silêncio, quando fui proibido de externar a chama que arde em meu coração,a PAIXÃO..."
O gosto agridoce da liberdade
A vida se passa e em um minuto tudo muda ao meu redor. Os acontecimentos devem fazer parte da vida de todos, e com que rapidez eles passam pela minha. Conheço e desconheço pessoas de todos os tipos que fazem coisas que eu jamais pensei que existissem, a não ser em ficção. Chego a me apaixonar, por mim e por outros. Chego a apenas observar e admirar... Alguns merecem. Chego a ter valores diferentes de amizade e a aprender lições que me tornam mais homem. Sou apenas um, aquele que chorava por um brinquedo, hoje chora por amores, amizades, alegrias... Por viver... Aquele que não saia sem a mãe, hoje conhece o gosto agridoce da liberdade.
Assasinato
Posso sentir ela me mordendo
Mastigando com seus dentes afiados
Sentindo meu gosto amargo
Engolindo me aos bucados
Posso sentir ela me esmagando
Pressionando-me lentamente
Aos poucos me devastando
Com seu olhar inclemente
Posso senti-la me olhando
Com seus olhos arrasadores
E seu riso pelo meu abandono
E meus incessáveis tremores
Vejo seu dedo acusador
Em minha direção
Causando me o pudor
E auto repressão
Senti suas mãos sufocarem
Minha fé e razão
Senti seus punhos acertarem-me
Em cheio de antemão
Por ela fui assassinado
Imperiosa e cheia de maldade
Fui friamente esfaqueado
Por nossa podre sociedade
