Sou Apaixonada pelo meu Namorado
Sou a grande definição de decepção.
Senhorita da verdade e do conhecimento destorcido.
Queria sentir toda aquela tristeza novamente, aquela que em nenhum momento era algo vazio. É assim que me sinto.
Tomando milhares de comprimidos e me mutilando a cada segundo, tudo em troca de sentir alguma coisa.
Não sei a que ponto cheguei. Fingindo felicidade á troco de nada, sem tempo para me sentir triste e mal amada.
Quero aquela obscuridade, aquele orgulho e ódio que impregnam minha mente e coração.
Não digo que é uma coisa péssima se sentir feliz, mas estar indiferente é pior do que estar com ódio, não há como fugir.
Dar valor depois que perdeu, se sentir arrasada com algo que você não previu, mas que aconteceu.
Quero todos os meus sonhos de volta, a esperança de dias melhores e de respostas para minhas perguntas. As quais depois de três anos, parei de me importar.
Quem sou? Para onde vou? No que me tornei nesses últimos anos?
Debochando do mundo e das pessoas por insegurança própria e medo de me sentir sozinha toda vez que fecho meus olhos.
Queria manter minha maldita boca fechada por diversas vezes, mas se eu não gritar quem me ouvirá?
Quero de volta sua presença; Todo aquele amor que você disse que sentia, e todas aquelas promessas que depois de algumas semanas pareciam ser tão vazias.
Me sinto gritante, me sinto errante, não me sinto existente, já não sei mais oque estou fazendo.
Me dê um pouco de luz, estou afundando dentro do poço que há em mim.
Sou um homem e sou emotivo. Não me incomodo falar sobre quantas madrugadas chorei ouvindo "Aranjuez, Mon Amour", "Camarade" e "Les Mots Bleus". Sou um homem que sofre por estar preso em um século errado, onde ninguém mais se emociona ao ouvir "Les Feuilles Mortes".
Eu sou uma mistura de amor e ódio, de riso e de choro, de gentileza e ignorância, de sabedoria e idiotice.
Não sou perfeito, mas procuro a perfeição, talvez eu a encontre amanhã ou talvez não, bom... eis a questão.
Não tenho inimigos a não ser eu mesmo
Sou um em pleno consentimento de minhas limitações
Ente as fronteiras que me cercam vou adentrando num mar de sombras que desconheço.
Tudo é estranho, extraordinariamente pervicaz
Outrora era comum a minha ira
Mas em suas mão me fiz em pedaços
Vertigens de emoções
Tudo se refaz dentro de mim
Uma nova constelação aurora em minhas entranhas
Me divido dentro de mim e um vazio luzente se poem dentro de meu amago
olho e vejo o complexo de teu amor
E me deleito na simples forma de te ver
Poente a cor do som
Poente a cor do som
....
Não sou o que ralmente quis ser, mas agradeço a Deus por eu ser o que sou.
Mas vale ser alguém, do que nada ser.
Não sou do tipo que chora, se corta, se isola, que se afoga em bebidas, que procura se drogar ou que vive sorrindo para disfarçar o que realmente sente. Fico realmente muito chato quando não estou bem. Trato os outros mal, mesmo sem querer. Não que eu queira que percebam que não estou bem, porque sei que são poucos os que realmente se importam. Alguns perguntam como você está apenas por educação, mas se eu fosse falar, não iam querer saber. E sempre que perguntam dou a mesma resposta “Estou bem”, ou se perguntam o que eu tenho, também respondo sempre a mesma coisa: “nada”. E muitas vezes é a verdade. Não sinto nada. Não é tristeza, não é felicidade, não é amor, paixão, saudade ou algo parecido. É um simples nada. É algo que parece incompleto, e que um dia teve alguém que o completava. Mas que hoje, não há mais nada nesse lugar. Só existe um vazio que parece que nunca será preenchido.
Sou uma pessoa como qualquer outra, tenho manias e chatices que às vezes nem eu suporto, mas também, sei ser doce e amável com quem merece. Quem me ama, esteja certo(a) da reciprocidade e estará sempre comigo, no meu coração!
Não necessito machucar corações
Sou eu e as emoções; sim!
A cada rua que passo
Mais eu preencho o espaço
E conheço curvas e cores.
Quem sou eu?
Sou mais uma na multidão
que gosta de escrever.
Minhas poesias são diferentes,
narrativas quase sempre,
nada de estética literária,
gosto de andar descalça sobre o papel
como costumo dizer.
Assim como na vida,
a liberdade sempre aliada
ao que a natureza possui,
é meu tema preferido
e faz parte constante
das linhas que digito.
by/erotildes vittoria
Eu posso dizer que tenho orgulho de ser brasileiro, porque sou da terra do Renato Russo, Cazuza, Mamonas, Raul, Engenheiros...
Mas nunca sentiria orgulho de ser brasileiro se dependesse do Pelé, Neymar, enfim "do país do futebol".
não, não estou apaixonado, apenas sou assim, dedico cada palavra que escrevo, cada verso que crio para aquela que um dia irá fazer parte da minha vida, a merecedora da minha fidelidade, companheirismo, amizade e principalmente merecedora do meu amor...
Sou assim, linda, criativa, menina mulher e senhora vivida, mãe amiga e fera ferida, e nada, nem por decreto, tira o amor que tenho pela vida!
Vivem me perguntando se eu sou feliz. Sabe, não acho que a felicidade possa ser conjugada no verbo ser, ela fica melhor no verbo estar. Porque se eu fosse generalizar, seria a pessoa mais infeliz no mundo, porém, isso seria uma grande mentira, tenho meus momentos bons que me trazem alegria e me deixam bem, algumas pessoas conseguem me deixar assim. Costumo acordar sempre de mau humor, mas raramente vou dormir da mesma forma, as pessoas que passam por mim durante o dia tem a capacidade de mudar meu humor e assim me deixar feliz, principalmente algumas pessoas específicas, que só de vê-las feliz, também fico, ou seja, não é frequente, a felicidade, pelo menos para mim, vai e vem. Então, se quiser mesmo saber, não pergunte se sou feliz, e sim, se estou feliz.
Você já sabe, me conhece muito bem, e eu sou capaz de ir e vou, muito mais além, do que você imagina..
Sou o que eu penso independente do que convivo. Vivo o que imagino,mais prezando a clareza do momento. Realidade é o sentimento reprimido do prazer, independente ou claro a sua fé. Meu Deus e meu saber interior independente de seu julgamento ou de algum senso comum. Meu pecado é não me sentir bem, ainda vive o esquecido reencarnado. Meus prazeres são os alheios que revigoram minha enigmática paz, minha translúcida angústia. O revidor é o prazer, o alimento do meu ser, que com essa ilusão faz o tempo crescer, o passado esquecer. Minha noção é o aleatório, o adormecido ainda vivo por desfechos maus trancados. Minha razão é minha essência ,é desfecho, o resumo, o senso lógico dos verdadeiros prazeres , é o alimento astral, é minha salvação , é a resposta de um considerado louco.
