Sou Apaixonada pelo meu Namorado

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Querido Deus:
Sou um ser imperfeito, mas tua misericórdia e seu amor sempre me alcançam.
Que cada novo amanhecer, minha fé seja renovada, pois ela é a força que me mantém de pé.
Amém!

Da paz

E eu sigo em paz...
quer dizer, então, que não vejo a guerra? Não sou ingênua.
Tenho visto o caos e pressinto o que está por vir.
O porvir... bem, o que posso fazer?
É não atacar ninguém... é não generalizar... é não disseminar ódio pelas redes sociais... já sei que tem gente demais fazendo isso.
Estão esses tão infelizes assim? É a única conclusão a que chego.
Uma pessoa que está em paz e feliz consigo mesma não quer guerra com ninguém.
E você? É da paz ou da guerra?
Estamos precisando demais de pessoas que sentem do lado em que se vê o bom da vida... se continuar nesse ritmo a condução que nos leva vai virar... e é óbvio que todos irão se quebrar.
Eu disse TODOS!

Quando penso que enfim me encontrei, já sou borrão em outro papel.

Ela é a coisa mais linda que já vi, a luz que ilumina minha manhã, contudo, não sou digno dela, muito menos de sequer pensar nela, indigno até mesmo das roupas que visto, indigno da cama e quem durmo. sou digno apenas de carregar os demônios que assolam minha mente.

Sou eu o louco


por Alexsandro de Lima Gomes


Não sinto angústia,
não sinto inveja,
e nem quero orgulho.


Mas ainda estou sozinho.


Sou um fracasso,
mas me faço de forte.


Não tenho sentido,
mas gosto de lutar.


Não sou cavaleiro,
nem tenho espada.


Mas a verdade,
um dia, vou defender.


Vou proteger.


Mas, ainda, em meu cavalo,
estou sozinho.


Não sei o que fazer,


pois estou contigo,
mas ainda me sinto sozinho.


Um balde,
cheio de água,


mesmo olhando de longe,
ainda parece gigante.


Pois o que eu vejo
me dá medo.


E o que realmente sou
me faz sentir fracasso.


Viver para sempre
é um sonho.


Mas morar no querer
é viver para sempre.


Sinto muito,


mas não consigo.


O que quero
não faz sentido.


E o que faz,
não existe.


Somos loucos,


fantasiados de homens
e amarrados com roupas.


O silêncio canta
em meus ouvidos,


e minha boca se cala
perante a vontade.


Talvez da imagem.


Se pudesse navegar,


estaria em um barco,


escrevendo besteiras
e olhando para o espelho.


Pois, afinal,


sou louco.


E não qualquer tal.

Pai!


Tua força e teu exemplo
Me fez ser quem eu sou


Mesmo não tendo diploma
Mesmo não sendo doutor


Teu ensino
Tem a sabedoria
De um sábio professor


Me ensinou a ser gente
Andar de cabeça erguida
E não pegar no que é alheio


Pai,
Teu exemplo
Não é legado passageiro


Te amarei de janeiro a janeiro


Eu vou contar
Para o mundo inteiro
A grandeza do teu amor


Dizem que herói
Só vê em filme


Eu insisto
E repito:


Que meu Pai é meu herói favorito


Que ser pai é ser divino


Pode até não ser um herói de filme,
Mas até Deus quis ser Pai.

"O fato de eu lavar os pratos e as colheres não significa que eu sou o dono da casa."


— pensador Jalison Santos

O pessoal da direita acha que sou da esquerda, os da esquerda acham que sou de direita; sinto-me atacado pela lisonja.

Sou eu quem te ama

Uma gota atrás da outra, foi ouvida em meio a escuridão,
Os teus passos foram se afastando, o calor dos teus dedos antes colados nos meus foram se esfriando,
A nossa história é um romance real, vou até o fim na busca de escrever um final feliz,
As duas alianças estão penduradas no meu pescoço, prometo te devolver, eu juro!
Como vou deixar você, se sou eu quem te ama?

Sou tudo...




Já fui muito, já fui pouco,


Já fui tudo, já fui nada,


As mudanças são repentinas, as pessoas passam,


No fim, sou tudo sem nada.

Não sou sem noção, ou antissocial, só preciso cuidar dos meus sentimentos elitizados e das minhas emoções seletivas.

Fiel


Fiel a mim,


sou bom em renascer devagar,


ao mesmo tempo que colho os frutos com uma velocidade extrema.

Versões


Hoje sou uma versão minha de muitas entregas com propriedade,


Foram tantas passagens, portais, fantasias e loucuras,


Em quantos lugares pernoitei?


Quantas almas me deixaram entrar?


Foram tantos olhares, tantos sorrisos e imaginar os perfumes e o tato,


Em cada porta aberta fui recebido com paixão e admiração e isso me contaminou podendo ser devolvido no ato em dobro,


Minha inspiração de vida vêm de tantas versões minhas anteriores que me deram aprendizado ao mesmo tempo que me dão um banquete de saudades.

Não sou...




Nas palavras escondidas no caderno fechado o silêncio foi a terapia, foi um afago,


No reservado me sentia só e pensativo, no meio da multidão me sentia só e perdido,


O saber atiça a curiosidade de saber mais, o saber também pode assustar, ferir, causar, ele pode ser malicioso,


O corvo guarda rancor, mágoas, ele é vingativo, no seu olhar da pra ver a maldade sem controle mesmo décadas a frente,


Mas, eu não sou um corvo.

Posso parecer e por vezes sou, um amontoado de estilhaços, contudo, enquanto percorro a estrada tortuosa, recolho cada caco, cada fragmento que deixei cair, colando-os aos poucos até me refazer. Sei que a inteireza plena talvez não mais me pertença, mas nada do que um dia foi meu ficará pelo caminho.

O passado não me arrasta, me arma, não é peso, mas fundação, é raiz indestrutível da árvore que sou.

Sou ausência tão presente que domina o espaço e pesa no ar. Quanto mais me apago, mais insisto em permanecer, pois até no último suspiro o fogo se lembra de arder em si.

Não sou triste; sou um deserto onde a felicidade se perdeu como miragem. Caminho por suas areias quentes, carregando sede de algo que jamais tocarei. Cada passo levanta nuvens de lembranças secas, e o vento que passa parece sussurrar risos que não me pertencem. Aqui não há flores, apenas o eco vazio de promessas que evaporaram antes de nascer.

Ninguém me entende, sou rascunho com letras ilegíveis, pareço instrumento desafinado, um piano com cordas quebradas, emudecido num canto.

Sou feito de marcas, mas cada cicatriz é sinal de vitória.