Sou Apaixonada pelo meu Namorado
Sou o segredo na morte do meu coração, que sobre a reação do meu intelecto vivo escondido no sorriso celestial de um pequeno deus-humano que não sabe ser indiferente ao sofrimento do mundo.
Sou o sol que ilumina o teu dia, a imagem que enamora a tua mente e a certeza de que és o meu suspiro em dias de paz.
"A Casa do Meu Coração"
Sou tão apaixonado por você
Que faço o que nunca fiz,
Usando o sangue que meu coração bombeia
Como tinta para cada letra escrita,
Para cada palavra que ouso dizer.
Pela primeira vez, não escrevo com melancolia,
Mas com amor, puro e inteiro,
Sem dor, sem medo.
Você me mostrou que o céu mais lindo
Não está nas estrelas da noite,
No brilho de um dia ensolarado,
No outono vermelho,
Ou no inverno branco,
Nem mesmo na primavera florida.
O céu mais lindo é qualquer paisagem,
Desde que você esteja ao meu lado.
Por isso, eu te agradeço.
Achei que sabia o que era amar,
Mas com você, estou aprendendo.
Quero que veja,
Que a cada batida do meu coração
Carrega você em cada canto,
Em cada tijolo,
Em cada batida.
E sempre estará aberta,
Para te abrigar.
Meu erro AMAR!
outros...
em julgar!
sou FELIZ no erro de AMAR!
O JULGO!...
deixou seu AMOR PASSAR!
MEU TORRÃO
Da terra sou raiz
Leve brisa da mansidão
Do solo garra e gratidão
Dos lindos campos a solidão,
Sou fruto da região,
Tenho nos pés plumas de algodão,
E ramos verdes no coração,
Sou poeta nativo nos vales do meu sertão.
Sou filha de três Lagoas,a trindade do meu sertão.
A herança nobre do poção.(poção de Pedras)
meu nome é mistério
faço parte do teu passado!
estou no teu presente!
sou o elo forte entre corações
sou aliado do amor!
o amor e eu !
pois não há amor sem mistérios
e nem mistérios sem o amor.
EU sou apena uma simples FLOR
que com a força desse AMOR
para a vida desabrochou
e na tua pele meu PERFUME ficou!
O que eu mesmo sou pra vocês ?
Você é!
O amor da minha vida
As batidas do meu coração
O brilho em meus olhos
O reflexo do meu sorriso
A razão da minha felicidade
O ar que eu respiro
Um abrigo no abraço
Meu porto seguro
Meus passos
minha existência...
Sou um ser pensante, sou um ser errante, sou tão hesitante quanto meu semblante, sou quem vês e pensa sou a paciência, sou benevolência, sou a existência.
Prato frio...
Você não faz idéia de quem sou não sabe nada a meu respeito.
Não conhece o meu coração, você não imagina o quanto eu posso ser cruel. Seria muita sorte sua, se por algum momento você pudesse sentir o que eu sinto. Poderia se considerar um cara sortudo de verdade se soubesse o que estou pensado agora.
Mas lamentavelmente você não me conhece, não passa por um segundo sequer pela sua cabeça de quem sou eu, não conhece minha vida, não sabe nada sobre o que eu gosto o que desejo ter.
Tenho tanta vergonha de mim, que tenho ânsia de vômito quando me lembro da sua cara se fazendo de rogado pra tentar me convencer desse seu amor fajuto.
Como pude ter me deixado enganar tanto, talvez eu não conheça você, quem sabe se de fato você existe.
Mas minha memória não falha meu amor, e eu se bem, exatamente em qual momento você me fez passar por imbecil, lembro do seu sorriso de deboche rindo da minha dor, e você não faz idéia da minha vingança, você não sabe com quem está lidando, não me conhece nem de nome.
Foi no instante em que me enganei achando que aí dentro desse corpo batia um coração, mal sabia eu que era uma pedra de gelo embrulhada em papel de presente, dos que tem a embalagem mais bela, e enganam direitinho a gente.
Você não faz idéia de quem sou eu. Você não faz a mínima do quanto eu posso ser cruel, meu amor o jogo virou e você é grande perdedor.
Quem sabe assim você poderia se livrar da minha ira, do meu ódio, mas lamento informar, sua sina está marcada, porque você não faz idéia do quanto eu posso ser cruel, portanto comece a rezar peça socorro do céu porque você vai desejar nunca ter me conhecido, vai implorar pra não ter nascido, vai desejar nunca ter vivido. Tudo porque você arrancou de mim, o que mais valia à pena, tirou meu bem mais valioso, você arrancou de dentro de mim o meu coração, e vai me pagar sem perdão, tudo porque você não faz idéia do quanto eu posso ser cruel.
Sou eu mesmo sonho.
Meu sorriso é segredo, de guardar do que o medo me prende no enredo e o calar desespero. Doem as marcas das falhas, grito calada, suspiro por nada.
Amor quem me diz? Se sou infeliz! O passado me cobra a dívida alheia, me culpa e me aponta o dedo na cara, me xinga, me humilha, me faz de palhaça.
Nascer ou passar, não sei mais pra que! A vida é madrasta, me cospe o medo, me faz pesadelo. Caminhos sem volta, as trilhas da morte, me dizem tem sorte de estar na história. História de quem? Caminho pra onde? Tem volta chegada? Ou mais gargalhadas? Sorrisos maldosos! Ninguém me responde, todos querem me ouvir, pois grito bem alto: Eu quero sorrir, eu quero entender me deixem andar, me deixem cair, me mostrem os erros, me deixem viver!
Criança tão grande, mulher infantil, tem medo de gente, seu nome é sutil, fraqueza que a mostra o quanto é forte, pra chorar e sorrir sem temer a morte.
Os anos se passam as voltas da vida, os rumos tomados, caminho escolhido, destino ou escolhas, veredas e ventos, quer seja o nome, destino ou estrada, da vida que tratam, a vida relata, são todos os mesmos, em busca do nada.
No fim quem me diz quem vence quem perde, pra que tanta marra, pra que tanta espera, o sopro tem pressa, a vela se apaga, o vento que sopra me mostra a verdade,
Sou tudo sou nada, depende de mim, depende da escolha, do certo do errado.
Sou filha do tempo, sou face do espelho, prevalecer é viver, desistir é dizer: Eu sou o desespero.
Se aqui ainda estou, algo me espera, sendo os galhos do trigo, ou as folhas da flor,
Não importa o espinho, não importa a dor, o caminho eu sigo, seja ele qual for.
As veredas são muitas, os sonhos maiores, o coração grita alto querendo vencer, o corpo desiste, o espírito implora, a alma persiste, viver e viver, não vá ainda embora, não quero morrer!
...E eu, quem sou?
Pra onde vou, porque restou de um grande amor, tamanho horror?
Sim meu senhor, não sou ninguém, sou nada além, de um perdedor.
Por onde vou, porque sangrou meu coração, por tal lembrança, por esta herança de solidão?
Não sei dizer, se sou o amor, quem sabe a dor, de maquinar, a ilusão.
E eu, quem sou?
Deitado aqui, nas folhas secas, em frente o lago, sentindo frio.
Serpente escura, anjo de luz, fagulha e cruz, um arrepio.
Por quantos sou, se sou por quem, sou nada além, do ar sem som.
Planejo ver, me ouço ler, começo a ir, convoco o dom.
A brisa grita, meu olho irrita, me faz chorar, meu céu se esconde, a alma invade,
meu caminhar.
E eu, quem sou?
Sou vida e morte, a sina, o corte, ferida aberta, a maldição.
Conciso e seco, repleto e oco, refém do medo, do coração.
Refaço o mapa, revejo as falas, a conclusão!
Foi planejado! Fui rabiscado, e não nascido, fui iludido pensando ser... Sofreguidão.
Se eu sofri? Sou um ser humano! Se eu amei? Apenas para quem merece meu amor! Se chutei pedras? Construí o muro que protege minhas emoções contra mediocridade.
Sou mistura inexplicável
No meu recinto global
Curto praia, mar e sol
Eu sou místico, surreal
Guardo minhas convicções
Sentimentos e visões
Sou um jovem tropical!
