Sorte para o Futuro
Pessoas são imprevisíveis e coisas são substituíveis, você não as pode controlar, mas, pode decidir o que fazer da sua vida a partir de agora.
O seu futuro depende exclusivamente de você. Então, viva com a certeza de que se vencer será por mérito seu, e, se perder, não poderá atribuir o fracasso a mais ninguém.
Você é o único responsável por suas escolhas e conquistas.
Várias vidas em uma: Em uma única existência, vivemos múltiplas versões de nós mesmos, cada uma refletindo Futuro como esperança: O futuro nos convida a sonhar, acreditar e construir, mesmo que não possamos controlar todos os seus caminhos.
A vida é uma obra coletiva, e somos os coautores de cada momento. O que escolhemos criar hoje pode transformar o futuro.
"Sabe de uma coisa? Lá na frente, você e sua descendência irão agradecer ao Criador por eu não ter desistido de você quando tudo parecia improvável."
Qualidade digital não é apenas uma questão técnica, mas sim uma decisão estratégica fundamental para a sobrevivência e crescimento no mercado.
"À medida que o mundo evolui, o que era exclusivo passa a ser popular, o que era difícil de se conseguir passa a ser comum, e os problemas que antes não tinham solução passam a ser resolvidos. O ser humano procura criticar aquilo que é novo, como um medo irracional, seja por apego ao passado ou pelo medo do desconhecido."
E depois de tantas mágoas, tantas lágrimas e dor; o perdão, a rendição, a libertação e a paz. O que resta do passado é um aprendizado. No presente reside a oportunidade de fazer tudo diferente. E o futuro, como dizem, a Deus pertence!
Os dias têm passado com tanta pressa, eu acordo querendo dormir e quando finalmente durmo não quero mais acordar. Tá tudo tão confuso. O mundo tá um caos. Eu só queria voltar a ser quem eu era antes. Tá tudo tão estranho, eu estou fazendo coisas que eu gosto, mas que não fazem nenhum sentido pra mim. Tudo que era lembrança o vento está levando embora, eu não me preocupo com o futuro, vivo exausta com o meu presente e perseguida pelo meu passado.
Para os que Virão: Parte III
Herdam um mundo onde as telas nos engoliram. As redes sociais, prometendo conexão, nos adoeceram de solidão, e transformamos a vida em espetáculo: cada gesto, um post; cada dor, um filtro. A vaidade virou vírus, a comparação, epidemia. Cultivamos fãs, não amigos; colecionamos likes, não abraços.
A doença é sutil: corrói a paciência, inflama a inveja, paralisa o pensamento crítico. Algoritmos nos hipnotizaram, vendendo verdades fragmentadas e ódio instantâneo. Tornamo-nos prisioneiros de bolhas, onde o aplauso fácil anestesiava a dúvida e a empatia virou artigo raro.
Mas não foi sempre assim. Houve um tempo em que o silêncio tinha valor, o olho no olho era sagrado, e a existência não precisava de hashtags para ser válida. Aprendam com nossos erros: tecnologia sem humanidade é armadilha. Desconfiem de quem lucra com sua atenção. Escolham a presença sobre a pose, a profundidade sobre o algoritmo.
Sejam mais que perfis: lembrem-se de sentir, fora dos scripts. A cura está no que é invisível aos feeds no toque, no tempo lento, na coragem de existir sem palco. Herdam um diagnóstico. Façam dele um antídoto.
Aos que Virão: Parte IV
A história é cíclica, mas não precisa ser fatal. Guardem-se daqueles que, em nome de Deus, erguem muros de ódio e tecem discursos de exclusão. A tirania da direita e da extrema direita não veste apenas trajes políticos; veste-se de púlpitos, distorce escrituras e transforma fé em facão. Usam o divino para justificar o desumano: segregam, oprimem, matam em nome de uma moralidade que só serve ao poder.
Cuidado com os que confundem Deus com bandeira, transformando o sagrado em arma, a verdadeira espiritualidade não cerceia liberdades, não alimenta preconceitos, não cala vozes. Ela acolhe, questiona, liberta.
Sejam vigilantes: o autoritarismo disfarçado de piedade é o mais perigoso, não chegam com tanques, mas com pregações; não invade corpos, mas mentes, e sua crueldade está na perversão do amor em dogma, da compaixão em julgamento.
Herdeiros do futuro, lembrem-se: nenhum deus legitima a opressão e a fé que não dança com a justiça é ídolo vazio. Resistam aos que vendem céus pequenos para terrares ainda menores.
Plantem, em vez disso, um mundo onde o divino seja sinônimo de liberdade ou nada será sagrado.
Para os que Virão: Parte VII
Não permitam que a infância seja engolida por retângulos de luz, pois, as telas são um veneno doce, que adormece mãos curiosas e aprisiona olhos que deveriam decifrar o mundo. Exijam que as crianças caiam no chão, risquem os joelhos, sintam a terra úmida escorrer entre os dedos. A lama não é sujeira: é tinta, é mapa, é o primeiro diálogo com a vida real.
Há uma conspiração silenciosa para substituir o cheiro de grama molhada por notificações, o susto de uma minhoca por likes. Resistam. Brincar na terra não é nostalgia é treino para ser humano, é ali que se aprende a criar com o que existe, a frustrar-se com as formigas que invadem o castelo, a celebrar a tempestade que arrasa tudo. A tela ensina a consumir; a terra, a transformar.
Não tenham medo do tédio, do barro nas unhas, do silêncio que parece vazio. É nele que a imaginação cresce raízes. Seu futuro não será salvo por algoritmos, mas por mãos que sabem semear.
Desliguem. Cavem. Existam.
Para os que Virão: VIII
Não se enganem: todo sistema que aprisiona sonhos, engessa corpos e cala vozes nasce frágil. Sua força vem do medo que plantam em nós. Rebelar-se não é apenas queimar estruturas; é recusar-se a engolir mentiras vestidas de normalidade.
Olhem em volta: as grades são invisíveis, mas estão lá nos salários que não alimentam, nas regras que humilham, nos corpos que definem quem merece existir. Resistir é honrar os que vieram antes, com nomes apagados e histórias roubadas. Cada passo contra a opressão é um fôlego novo no pulmão da humanidade.
Não tenham medo da desordem. O mundo que prometem "seguro" é o mesmo que adoece, exclui e apaga. A verdadeira pergunta não é "O que vamos perder? ",mas"O que mais podemos ganhar se ousarmos?".
Rebelião não é destruição: é cura. É dizer "não" quando o sistema exige seu "sim" silencioso. Herdem esta chama. Não a deixem morrer na comodidade do esquecimento.
Aos inquietos do futuro, com fé.
A miopia me impede de conseguir enxergar distâncias maiores que dois metros de maneira clara. Quanto mais distante tento enxergar mais embaçado fica a minha paisagem. Assim como a vida, tão embaçado é o futuro. As vezes penso, "Como seria enxergar melhor o que vem a minha frente?". Mas creio que eu não queira saber a resposta, já que as incertezas do futuro é uma das coisas que embelezam a vida. O ato de não enxergar o horizonte, é o que nos faz querermos ir mais adiante, simplesmente explorar, "Para ver no que dá", Não há necessidade de temermos o futuro, já que, por mais que o temamos, ele virá, nós querendo-o ou não. Então devemos preparar as nossas mentes, não ficarmos tão aflitos com as incertezas do futuro, porque ele é e sempre será a miopia que não podemos curar, apenas aceitar.
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