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Sorriso sem Graca

Cerca de 32735 frases e pensamentos: Sorriso sem Graca

⁠Em momentos de Bem-Aventuranças da Graça de Deus (Asbury), o que não falta são oportunistas sedentos por uma fatia (Atos 8.9-23), maquinando diabolicamente tomar posse do mover de Deus, e tentando atrair a luz e a beleza da operação do Espírito Santo sobre eles.

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⁠Um Pequeno Resumo da Graça de Deus
O que é Graça?
A Graça é um favor imerecido. A Graça é algo bom que é dado, não porque a pessoa que recebe merece, mas porque a pessoa que dá é misericordiosa.
Deus nos oferece a salvação de graça; e quando alguém oferece um presente de graça, significa que quem recebe não tem que pagar pelo presente, mas tem que querer recebê-lo (João 3.16; João 3.36; João 5.24; João 11.25-26; At 16.31; Rm 4.5; Rm 10.9-10) e ser zelosos (Mt 24.13; Fp 2.12; Hb 2.3; 1º 6.20-21; 2º Tm 1.12-14; Ap 2.26) por esse precioso presente.
Portanto, a Graça é um ato de amor incondicional, não depende da pessoa que recebe, mas essa pessoa precisa humildemente aceitar essa oferta misericordiosa e zelar desse presente, ou então ficará privada dos benéficos do mesmo. A Graça revela o amor de quem dá e não de quem recebe; pois quem recebe, recebe como um mendigo com mãos estendidas.
Agora, o ato de receber um favor ou um presente pela fé não é mais meritório do que é o de um mendigo ao receber uma ajuda. Seria bizarro dizer que o mendigo teve mérito por receber um presente, e não o doador! Assim como seria uma insensatez afirmar que um mendigo que estende as mãos para receber uma esmola dada por Graça a recebeu “por suas boas obras” ou que causou a própria doação; assim também é ridículo alegar que o ato de aceitar a Graça é uma “boa obra” que “causa a salvação” e a torna “centrada no homem”.
A decisão da fé não é causa meritória ou eficaz da salvação; a única causa é Cristo e sua morte. A decisão da fé é apenas a causa instrumental de salvação (como o ato de descontar um cheque), ao fazer isso, o dom é ativado. Mas isso não acrescenta nada ao dom ou o torna menos gratuito.
Cuidado com as heresias deterministas e fatalistas do calvinismo e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

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⁠Depois da CRUZ até abismos, elevações, derrotas, vales e perseguições cumprem um papel na GRAÇA. Não há mais dimensão alguma onde a GRAÇA de Deus não possa se manifestar.

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⁠Muitos teólogos abandonaram a simplicidade e a centralidade do Evangelho da Graça para tagarelarem sobre as divagações de monges obscuros da idade das trevas.

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⁠Quando entendermos o quão grande pecadores nós somos, então entenderemos o quão grande é a Graça de Deus por nós.

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⁠O crente é um pecador que foi resgatado pela Graça de Deus manifestada em Cristo Jesus.

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⁠Eu realmente queria entender qual é o prazer que os calvinistas têm em defender que a Graça não é para TODOS, sendo que essa seria a pior notícia que poderia existir para um ser humano nesse mundo caído.

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⁠O convite para salvação começa sempre de modo unilateral. É Deus quem vem em Graça na direção da humanidade; e quando a graça preveniente age nos despertando para consciência de que somos pecadores e necessitamos de um salvador, o que Deus espera é que não resistamos a esse chamado. Está tudo feito para que, em nós, possa ser feito. E em tal tarefa somos colaboradores de Deus, abrindo o ser para que a operação do Espírito não encontre o pior adversário da Graça, que é o orgulho, que provoca a resistência ao convite de Deus para vida eterna.

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⁠O pior adversário da Graça é o orgulho humano, pois ele é capaz de gerar resistência ao convite de Deus para vida eterna.

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⁠A única Graça que não pode ser resistida é a Graça Preveniente que veio sobre todas as criaturas, dessa forma, nenhuma criatura pode se esquivar de recebê-la. Quanto à salvação depender do homem, sim, ela depende do homem, mas não no sentido de trazer a salvação, mas no sentido de resistir a essa oferta graciosa de Deus, pois ela está disponível a todas as pessoas. Nesse sentido, o salvador é Deus, e o homem não passa de um ser agraciado.

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⁠Só a Graça de Deus pode capacitar o homem caído a realizar coisas que ele jamais poderia realizar.

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⁠O calvinismo é um atentado ao Evangelho da Graça, a ortodoxia, a razão, a coerência e a inteligência!

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⁠Espantalho do Somos Nossos Próprios Salvadores
“Mas, o fato de podermos resistir à graça divina não nos torna, como alguns deterministas argumentam, os nossos próprios salvadores”?
Respondo ao espantalho calvinista: Claro que não! Esse argumento é tremendamente falacioso. Em primeiro lugar, como enfatizava Wesley, a salvação, por ser uma dádiva que não podemos produzir e adquirir de forma alguma por nós mesmos é “totalmente livre”; ela “não depende de nenhum poder nem mérito do homem, em nenhum grau, nem no todo, nem em parte” (1)
A esse respeito, a analogia do rico e do mendigo, feita por Armínio é perfeita:
"Um homem rico concede, a um pobre e faminto mendigo, esmolas com as quais ele pode sustentar a si mesmo e à sua família. Isso deixa de ser um presente puro porque o mendigo estende a mão para recebê-lo? Pode-se dizer, com propriedade, que ‘a esmola dependeu, em parte, da liberalidade do doador e parcialmente da liberdade do recebedor’, embora o último não tomaria posse da esmola a menos que a tivesse recebido estendendo a mão? Pode-se dizer corretamente que, porque o mendigo está sempre preparado para receber, ‘ele pode receber ou não a esmola, conforme quiser’? Se essas afirmações sobre o mendigo que recebe a esmola não puderem verdadeiramente ser feitas, muito menos podem ser feitas com relação ao dom da fé, cujo recebimento requer muito mais atos da graça divina."(2)
Mesmo o mendigo podendo estender a mão, a dádiva continua sendo uma dádiva. Mesmo o mendigo podendo estender a mão, a dádiva continua dependendo totalmente da liberdade do doador. Mesmo o mendigo se preparando para receber a dádiva, seu preparo não é o que lhe garante a dádiva, mas, sim, a liberdade do doador. Só isso já é suficiente para deixar claro que o mérito é todo de Deus, não nosso.
Pense nisso e cuidado com as narrativas falaciosas e espantalhos dos calvinistas.
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Referências:
(1) WESLEY, John, A Teologia de John Wesley, 2010, CPAD, p. 220.
(2) ARMÍNIO, Jacó, As Obras de Armínio, CPAD, volume 1, 2015, p. 330

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⁠São nas nossas fraquezas que Deus manifesta a Sua Graça.

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⁠A Salvação é pela Graça
(Ef 2.8), mas mediante uma fé viva (Tg 2.24), pois a fé sem obras é morta
(Mt 25.34-40; Tg 2.14-19). Tão simples de entender.

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⁠A maior riqueza de um cristão não são os tesouros da terra, mas os tesouros do céu:

Graça Preveniente, Livre-Arbítrio, Expiação, Conversão, Redenção, Regeneração, Justificação, Adoção, Habitação do Espírito, Batismo com Espírito, Dons, Santificação, Segurança em Cristo e Glorificação.

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⁠Depois da queda, nenhum homem pode crer sem o auxílio da Graça Preveniente (At 18.27). Se alguém afirma que o homem pode agir em ordem sobrenatural sem uma precedência da Graça Divina, então essa afirmação deve ser rejeitada veementemente, pois é um ataque a Sã Doutrina e a Ortodoxia. Todos que afirmam que o homem só pode crer se houver o auxilio da Graça Preveniente, dá um testemunho Bíblico e Ortodoxo de que toda boa dádiva (graça) e tudo aquilo que o homem recebe do alto (Jo 3.27; Tg 1.17) é dom de Deus.

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⁠Graça é Misericórdia são manifestações da bondade de Deus para com o pecador nesse mundo caído.
Enquanto estamos vivos, a Graça concede bênçãos que não merecemos. Já a Misericórdia, nos preserva do juízo que merecíamos.

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⁠A graça ou amor de Deus... Não depende de sua [homem] boa disposição, ou bons desejos, ou bons propósitos e intenções; pois todas estas coisas fluem da livre graça de Deus; elas são apenas as correntes, não a fonte. Elas são os frutos da livre graça, e não a raiz. Elas não são a causa, mas os efeitos dela.

John Wesley

Nota: Trecho do sermão 128.

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⁠Quem não admite pecado não recebe Graça.

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