Sorriso Amigo
UM SORRISO, POR FAVOR
Não sei se o fato é universal, se todos reagem assim. Mas é uma constante diária, mil vezes testada.
Quando nos relacionamos socialmente, conversando com pessoas, só passamos a sentir-nos bem, no momento em que o interlocutor desanuvia o rosto, abrindo um sorriso.
Fisionomias sérias nos assustam e inibem. Fisionomias amarradas nos bloqueiam sufocando a espontaneidade plantando embaraço e mal-estar. Naquela sensação de achar-nos deslocados, em país estranho e hostil. Embaralhados com a língua estrangeira, que mal entendemos. Curtindo problemas de comunicação.
Mas... tudo se modifica, por encanto, quando os rostos se iluminam, sorrindo. Sentimo-nos outros, sem bloqueios, sem mudanças. E naqueles sorrisos adivinhamos boas vindas, declarações de amizade e simpatia:
–– Não vos constranjas. Fica à vontade...
–– Coragem, sois meu amigo...
–– A casa é vossa. Acampa, sem medo...
É isso aí. Rostos fechados nos fazem mal, dos pés à cabeça. E o mais simples sorriso nos descontrai, deixam-nos soltos, felizes, bem natural. Bem à vontade, perante outros, conhecidos ou desconhecidos, próximos ou distantes.
Decididamente, sorrir é mais fácil quando alguém sorri para a gente.
O mundo fica diferente e a vida tem outro sabor!
E assim, pelos caminhos da vida, em casa, fora de casa, seja onde for, mendigamos e suplicamos, invariavelmente:
Um Sorriso, por favor!
Carta de um amigo para um amigo especial
Tirei esse tempinho para te dizer o quanto você é especial, talvez no nosso dia a dia estamos correndo tanto e esquecemos realmente o que nos importa.
Corremos atrás de sonhos, de objetivos e ficamos cegos ao mundo que polui nossa mente com metas sem sentido. O importante pra mim hoje é te dizer o quanto você é especial...
O quanto você é importante. É te pedir perdão pela minha falta de capacidade de administrar o meu tempo e compartilhar minhas alegrias e dificuldades com você. Não temos muito tempo nesta terra, talvez com tudo que está acontecendo, nós nem nos vejamos mais. Por esse motivo, vi a importância de te lembrar o quanto você é especial.
Não podemos guardar nenhum tipo de mágoas, ódios, e nem sequer ressentimentos insignificantes. Pois talvez seja tarde para dizer o quanto você é especial.
Ao dormir, lembre-se: você é especial.
Ao acordar, lembre-se: você é especial.
Ao trabalhar, lembre-se: você é especial.
Sempre foi e sempre será especial para mim!
Se um dia um amigo te magoar, não leve esse rancor para a eternidade, perdoe. Lembre-se: ele também é humano. Não o meça por um ato impensado, mas tente ver o que desencadeou essa mágoa. Talvez você não seja essa perfeição que acha que é.
Você reclama que não tem amigo a qual você possa desabafar , sendo que o autor a sua vida está pronto a te ouvir 24 horas por dia.
Quanto mais você se torna amigo de Deus, mais se importa com as coisas com as quais ele se importa...
Quando eu estava sozinho, e não tinha nada
Eu pedi um amigo para me ajudar a suportar a dor
Ninguém veio, a não ser Deus
E acontecerá sempre que aquele que não é teu amigo pedir-te-á que sejas neutro e aquele que é teu amigo pedirá que tomes de armas abertamente.
(O Príncipe - cap XXI)
Se eu sou egoísta? sim, Arrogante? mais do que você pode imaginar. Agora tenta ser meu amigo, se você conseguir, você descobrirá a melhor pessoa do mundo!
Posso estar triste, posso estar em meio a trancos e barrancos, mas, sempre que um amigo precisar das minhas mais belas palavras eu estarei disposto a ajudá-lo, sempre que for da vontade dele desabafar, dizer-me o que o fez ficar triste ou feliz estarei ao lado para ouvi-lo chorando ou sorrindo.
Distância, amigo, não são vários quilômetros quadrados.
Quantas vezes você está distante, mesmo estando do lado?
Adeus, meu bom amigo,
Adeus e muito obrigado
Espero beber contigo
No bar que há lá do outro lado...
Quer conhecer-me? Olha pois o meu melhor amigo, não é a minha imagem e semelhanca, é porém, tudo de melhor que há em mim.
Era uma vez um amigo meu.
Um certo dia, um amigo meu abriu a gaveta da mesa de cabeceira da sua esposa e apanhou um pacote embrulhado em papel de arroz.
“Este - disse o meu amigo - não é um pacote qualquer, é uma peça íntima, uma lingerie finíssima”.
Abriu o pacote, jogou fora o papel, pegou na peça, e acariciou a seda macia e a renda.
“Ela comprou esta lingerie a primeira vez que estivemos em New York, uns 8 ou 9 anos atrás. Nunca a usou.”
“Estava esperando o momento certo, a ocasião especial para poder usá-la.
Bom, acho que a hora chegou.”
Aproximou-se da cama e colocou a lingerie perto de outros objetos que levaria para o cemitério.
A sua esposa havia morrido de repente.
O meu amigo olhou para mim e disse:
“Nunca guardes nada à espera de uma ocasião especial,
cada dia que vivemos é uma ocasião especial”.
Ainda estou pensando nas palavras que ele me disse e como mudaram a minha vida.
Agora leio mais, e dedico menos tempo à limpeza da casa. Sento-me na varanda e admiro a paisagem, sem reparar se o jardim tem ou não ervas daninhas.
Passo mais tempo em companhia da minha família e dos meus amigos, e bem menos tempo trabalhando para os outros.
Dei-me conta que a vida é um conjunto de experiências para serem apreciadas e não sobrevividas.
Agora já não guardo quase nada.
Uso os copos de cristal todos os dias.
Visto roupas novas para ir fazer compras no supermercado, se estiver com vontade de vesti-las.
Não guardo o melhor frasco de perfume para as festas especiais, mas uso quando quero sentir a sua fragrância.
As frases “um dia...” e “um dia destes...”, estão desaparecendo do meu vocabulário, se vale a pena ver e ouvir é agora.
Não sei o que a esposa do meu amigo teria feito, se soubesse que não haveria amanhã, o mesmo “amanhã” que todos nós levamos tão pouco a sério.
Se ela soubesse, talvez poderia ter falado com todos os seus familiares e amigos mais próximos.
Ou, talvez, poderia ter chamado os velhos amigos para se desculpar, para fazer as pazes pelos mal entendidos do passado.
Gosto de pensar que, ela poderia ter ido degustar o seu prato preferido naquele restaurante chinês que tanto gostava.
São estas pequenas coisas da vida não cumpridas que me chateariam se soubesse que tenho as horas contadas.
Chatear-me-ia pensar que deixei de abraçar bons amigos que “um dia destes” reencontraria-os.
Chatear-me-ia pensar que não escrevi as cartas que queria porque a intenção de escrevê-las era “um dias destes...”,
Chatear-me-ia, e deixar-me-ia ainda mais triste, saber que deixei de dizer aos meus filhos e irmãos, com suficiente frequência, o quanto os amo.
Agora procuro não retardar, esquecer, ou conservar, algo mais que poderia acrescentar sorrisos de felicidade e alegria à minha vida.
Cada dia que passa, digo para mim mesmo, que este é um dia muito especial.
Cada dia, cada hora, cada minuto que passa é especial.
Provérbios 27:6 diz que “Leais são as feridas feitas pelo amigo, mas os beijos do inimigo são enganosos.” De acordo com esse versículo, muitas vezes ficamos confusos sobre quem são nossos amigos e inimigos. Soa estranho, não é? Quem seria estúpido o suficiente para pensar que seu amigo é um inimigo e seu inimigo um amigo? Bem, eu acho que a maioria (ou todos) de nós em um momento ou outro.
Segundo o livro dos Provérbios, um verdadeiro amigo irá, ocasionalmente, ferir você. Agora pense nisso por um momento. A ferida dói. Não é agradável. Pode levar algum tempo para sarar. Ninguém acorda de manhã e diz: “Eu espero que eu fique ferido hoje!” Não, nós geralmente acordamos esperando que o dia vá acontecer à “nossa maneira”, ou seja, confortável, fácil e sem complicações. Ferimentos não se encaixam nesse quadro, mas beijos com certeza.
Nós amamos quando as pessoas nos “beijam”, afirmando-nos e nos dizendo o que queremos ouvir. “Você estava certo em ficar com raiva.” “Você não merece ser tratado dessa maneira.” “Você precisa cuidar de si mesmo.” Mas a Bíblia diz que da mesma forma que lobos podem aparecer em pele de cordeiro, nossos inimigos também podem “vestir-se” como amigos. E a fantasia que usam são muitos “beijos”.
A história de um homem que se aproximou de Sócrates:
“Como sou muito seu amigo, preciso lhe contar algo!”
“Espera!”, disse Sócrates. “E as três provas? Já fizeste a primeira prova, que é saber se o que me contas é verdade?”
“Bem… não tenho absoluta certeza, mas ouvi dizer…”
“Então fizeste a segunda prova”, disse o sábio.” A prova da bondade. O que contarás será bom para mim!”
“Não… muito pelo contrário…”
“Se não fizeste a prova da verdade ou da bondade, com certeza fizeste a da utilidade. O que me contarás é útil!”
“Útil?”, disse o visitante. “Bem, útil não é”.
“Então”, concluiu o filósofo sorrindo, “se o assunto não é verdadeiro, nem bom, nem útil, melhor não se preocupar com ele”.
