Sorrio
Eu estou bem
Dizem que estou bem,
e eu sorrio sem pensar,
aprendi a responder antes
mesmo de notar,
mas teu nome ainda mora nos
cantos da memória,
feito página marcada numa
velha história.
Eu estou bem...
Pelo menos é o que digo ao vento,
quando ele leva embora pedaços
do sentimento,
mas certas saudades
têm passos silenciosos,
e voltam sem avisar nos dias
mais chuvosos.
E se um dia perguntarem
o que faltou em mim,
direi que a vida seguiu,
mas não foi tão simples assim,
porque algumas pessoas vão
embora da visão,
mas deixam residência fixa
dentro do coração.
Sorrio por economia de forças, para que o rosto não quebre. Por dentro, há um mercado de lembranças em liquidação: tudo pela metade. Compro apenas o necessário, memórias que me sustentem até o amanhã, e guardo o resto numa caixa que só abro quando a noite me desafia.
Performance de normalidade: dou bom dia, sorrio no tempo certo e respondo com polidez, enquanto por dentro, tudo desaba em silêncio.
A xícara de café está quente entre as minhas mãos, mas os meus dedos continuam frios. Sorrio para a vizinha que passa pela calçada — um sorriso largo, daqueles que enrugam os cantos dos olhos. Ela acena de volta e comenta com outra pessoa sobre como sou "forte" e sigo em frente "como se nada tivesse acontecido".
Mal sabem elas que esse sorriso é apenas o vidro blindado que segura os meus estilhaços.
Nas últimas semanas, perdi o chão, o teto e o ar. Perdi quem eu mais amava, perdi planos de uma vida inteira e o porto seguro que me mantinha de pé. Quando fecho os olhos no escuro do quarto, o silêncio grita tão alto que chega a doer o peito. A sensação de vazio é um peso físico, uma âncora amarrada à minha alma. Morro um pouco mais a cada amanhecer, mas preciso levantar, lavar o rosto e colocar a máscara da normalidade.
Mantenho-me de pé por pura necessidade, blindando o que restou de mim e protegendo quem ainda depende da minha força.
Mas o mundo lá fora prefere julgar a embalagem a tentar entender o conteúdo. Escuto os sussurros nos corredores, os comentários tortos nas redes sociais e os olhares de desaprovação. Dizem que superei rápido demais. Dizem que sou frio. Julgam o meu silêncio como indiferença e o meu esforço para sobreviver como falta de amor.
Como as pessoas conseguem ser tão cruéis com o luto alheio? Quem deu a elas o direito de medir o tamanho da minha ferida pela quantidade de lágrimas que decido não derramar em público?
A maior lição que a dor me ensinou é que a empatia é o artigo mais raro do ser humano. É muito fácil apontar o dedo para o teatro de alguém quando não se conhecem os bastidores do seu inferno. Ninguém vê as noites em claro, o choro abafado no travesseiro para não incomodar ninguém, o nó na garganta engolido junto com a comida que já não tem sabor.
Se você está lendo isto agora e também carrega um peso invisível, saiba que eu vejo você. Eu entendo o cansaço de fingir que está tudo bem. E para você, que olha de fora e se acha no direito de criticar a postura de quem sofre, deixo um pedido: antes de julgar a forma como alguém reconstrói a própria vida, experimente calçar os sapatos dessa pessoa. Caminhe pelas pedras que ela caminhou. Sinta a ausência que ela sente.
A vida é um soco. Hoje eu choro escondido enquanto o mundo me aponta o dedo. Amanhã, pode ser você a precisar de um abraço que ninguém deu. Se não puder ser abrigo, pelo menos não seja a tempestade na vida de ninguém.
"Quando choro,é amor que corre pelos meus olhos,
quando sorrio,é amor que brilha em minha boca,
quando Evangelizo,é amor que sai do meu coração,
quando nego a mim mesmo é amor,pelo proximo.
Cada lagrima,cada sorriso,cada palavra,cada gota de Sangue
Derramada por Jesus,foi por amor.
Deus é Amor.!"
Eu tenho o maior amor do mundo, e só as mulheres que são mães podem entender; eu sorrio quando minha filha sorri, eu choro quando minha filha chora; Eu sinto a aflição de ouvir um chamado de mãe, eu me abalo vendo acidentes envolvendo crianças, eu amo ver aquele pequeno rosto me mostrando o verdadeiro sentido da vida, o amor de uma mãe por um filho!! Essa sou eu...eternamente mãe.
Quando é cinza,eu falo.Quando é branco,eu sorrio .E se vier a vontade chorar,eu choro em qualquer lugar e a qualquer hora.
Eu sou ofensiva. Todas as vezes que apanho, eu levanto e sorrio. E todas as vezes que vejo quem me bateu apanhar, eu ergo as mãos e ajudo. Me tornei ofensiva pra algumas pessoas por tais motivos. Por ofender fazendo o bem, me tornei feliz.
Eu?
Canto, danço, brinco, sapateio, sorrio, grito...
Não tenho medo do que vão pensar de mim, não deixo de fazer o que eu gosto, o que eu quero por causa de cabeças pequenas e maldosas e intenções vazias.
Não posso seguir em uma vida cheia de medos e arrependimentos pelo que não não fiz, do que não foi... Se me arrepender, será do que aconteceu e eu posso tirar uma lição disso, não terá sido em vão.
Me preocupo apenas com uma coisa: o que eu vou pensar de mim mesma...
Nem sempre que eu sorrio é por causa de um homem, nem sempre que eu choro é por causa de um homem, pessoas pelo amor de Deus entendam que um homem não é tudo pra mim e nunca vai ser, tenho outras prioridades na minha vida. Foda-se sociedade.
Quando sorrio preciso chorar, tento me acalmar, mas não ha nada em que me agarrar talves me prender seja desistir de vencer.
" Fico à observá-la, sorrio ´cada detalhe das lembranças das suas travessuras que vão surgindo na minha mente, e es
pantando lentamente a escuridão que começava a se formar."
Penso tanto em você (que eu tanto amo e nunca encontrei). E quando penso, sorrio, e te amo, e rezo, peço baixinho que me encontre, porque eu te espero tanto.
É que sinto falta e nego. Sinto medo e fujo. Sorrio inúmeras vezes, quando a minha maior vontade é de chorar. Mas a vida é isso aí mesmo, tudo não passa de aprendizado.
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