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Sons

Cerca de 688 frases e pensamentos: Sons

Bom Deus, sem palavras, sem sons, mas, em tuas mãos, meus diamantes.

Busquei...Simples assim!
Busquei meu silêncio e encontrei meus sons...
Busquei seus sons e encontrei seu silêncio...
Continuo a buscar... Não desanimarei
Pois sei que vou encontrar
Meu som no seu silêncio,
Minha melodia no seu ritmo,
Minha letra na sua canção,
Minha música nas batidas do seu coração...
Busquei e encontrei!
Simples assim... Só isso...

Saudade das malícias inocentes, dos dramas quase que teatrais.Saudades de pessoas, de sons, de toques...Saudades de abraços, de cheiros, de vozes...Saudade da alegria do sim, da dor do não, da angústia do talvez.Saudade do que não existiu. Saudade do já vivido.E depois de sentir tanta saudade, fica a saudade de não tê-la sentido...

Meu coração
É um violão, tem muitas notas e sons, mais é preciso
Saber tocá-lo pois ele requer cuidados.

Há momentos em que o silêncio consegue ser mais agudo que o fio da navalha. Corta o espaço com sons ensurdecedores. Daqueles que só os lobos são capazes de ouvir.

A CHUVA

Através da janela
vejo a chuva que caí.
Insiste mansamente…
Sons das gotas da chuva,
a sinfonia fria
bate e molha a vidraça.
Divina fina chuva!

Vejo luzes dos reflexos
da chuva no asfalto.
As minhas lembranças
retornam ao passado.
Saudade e melancolia
da minha doce infância.
Aí meu coração chora
O ritmo da chuva insiste…

Coitada da minha cardiologista tentando através de imagens e sons descobrir o que acontece com meu coração, acho que vou falar a verdade "tadinha". Coração partido é assim mesmo, só a gente sabe, só a gente vê e só a gente sente...

No silêncio escutamos sons antigos.

Fome

Mórbido
Em definições
Desfeitas,
A língua
E suas voltas
Sob a matéria,
Sons repetidos
De rabiscos,
Riscos,
Cortes
E lascas
Na carne,
E o raspar
De algo metálico
Em ossos,
E o chacolhar
Numa mordida
Cortando a tripa,
Mistura de líquidos,
Textura
E o rosnar,
De satisfação…

- O mundo é um moedor de carne!

Ela fechava os olhos
Ao compreender
O clichê,
Matar ou morrer.

Deixa no silêncio dos pensamentos, escondido dos sons proferidos pela boca ou audíveis por perto dos ouvidos.

Você pode até conseguir tirar minhas cores, meus sons e meu ar. Você pode até conseguir tirar meus sóis e minhas noites estreladas. Todavia, jamais conseguirá tirar de mim meus sonhos.

Não ouço sons, mas escuto olhares.

⁠Diante do espelho
ouso adentrar a ilusão
de minha imagem.
Cores e sons
que desconheço.
Infinitos em poesia
disforme.
Finamente organizadas pela desordem
na ordem Universal.
Me vejo assim
Do outro lado
do espelho.
O reverso de mim.

⁠Musica é uma batida
Que te eletriza
Passa pelo seu corpo
E te arrepia
Uma energia
Sons, imagens, e sensações
Cada compasso
Carregado de emoção
Uma aventura
Intensa sem orientação
Música é um perigo
Meu risco favorito
De chorar e de sorrir
Não paro de ouvir
Música está em tudo, não só em mim
É uma paixão ardente
Sem planos pro futuro, ou pra fim
Música é desejo
É em tudo que eu vejo

⁠O Tempo

Ah o Tempo! Como é interessante esse Senhor, não me canso de reparar em seus sons, em sua transformação, suas mudanças, suas voltas, seu ritmo, seu sincronismo, sua direção, sua continuidade, sua criação, sua paciência...

Chego a pensar que Deus é o próprio Tempo! Se diz que Deus precisou de Tempo para criar tudo dentro do espaço, ou melhor falando dentro do sistema da física, espaço-tempo e suas relatividades, velocidade luz, energia e corpo.
Se tentarmos compreender todas as fórmulas, isso levará Tempo e esse tempo não chegaremos, pois o Tempo não passa, o Tempo não se atrasa, não para, ele se renova.

Assim é o nosso Tempo, uma base de puras reflexões, conclusões, resultados...
Saber lidar com o Tempo é um transtorno, uma agonia, pois o Tempo ele cura, mas só depois de um tempo machucado. É ter paciência para esperar o momento certo, sem saber ao certo, pelo fato da paciência caminhar para o futuro, mas vivendo Tempo presente.

Saber dominar o Tempo é saber dominar a si próprio, a resposta do Tempo já está dentro de nós há milésimos de anos, basta olhar para o espelho e perguntar: Quanto Tempo se passou e quanto Tempo terei?
A resposta do Tempo será: Deixar de perder Tempo!

Cheiros, imagens, sons... Nostalgia!
Tirar um dia pra fazer uma faxina nos setores da minha vida que está uma bagunça...

Trilhas e notas para o nosso Amor

...E seguindo nestes trilhos
Viajando nas trilhas desdes sons...
Qual vai ser a próxima música que vai abalar meu coração?
Talvez algum dia tu vens me cantar ou me colocarás numa canção...
Em forma disfarçada pra não chamar muita atenção.
Inspirada nas praias do meu Rio,
Ou nas gotas dos teus rios...
Como Flor ou num dia de calor...
Com Notas de Sol, lá. Sei lá...
Quem sabe tu me notas
e perceba o quanto te esperei...
E no ritmo de baladas
Voltarás para os embalos que embalaram
O nosso ninho de amor!

A partilha... traz diversos insigts e novos olhares para sons que mostram novos ritmos... trazendo a leveza de caminhar ,dançar e sentir infinitas possibilidades para continuar aprendendo e evoluindo.

⁠“A música é a matemática da alma. Traduz momentos em sons e sons em sentimentos.”

Entre o Coração e o Vazio


Há um abismo entre a boca e o coração,
um espaço onde os sons nascem e morrem
antes de alcançar o ar.
A língua repousa como um animal adormecido,
com medo de morder a própria carne.


Ele caminha entre rostos como quem atravessa um campo minado,
sabendo que cada gesto pode ser a explosão
que revelará a dor que carrega.
Prefere a distância à confissão,
prefere o eco vazio ao risco de ser visto.


As noites tornam-se longas
quando se guarda demais.
Os pensamentos crescem como raízes cegas,
procurando saída por frestas
que nunca se abrem.


O corpo aprende a calar antes da mente decidir,
uma disciplina antiga, quase cruel,
como um monge que jejua até esquecer o sabor.
O coração se torna um cofre de ferro,
sem chave e sem promessa de resgate.


Há uma ciência amarga em fingir normalidade,
em sorrir como se nada fosse urgente.
A arte de sobreviver está em parecer intocado,
mesmo quando por dentro
a própria alma se despedaça em silêncio.


Afastar-se é mais fácil do que explicar.
A ausência não exige justificativa,
apenas se instala como neblina,
apaga contornos
e esconde o que nunca foi dito.


Mas o que se evita pesa.
É um fardo que se acumula nos ombros,
uma sombra que cresce e acompanha os passos,
lembrando que todo silêncio é também
um grito sufocado.


O funeral acontece sob um céu pesado,
o cheiro de flores murchas e terra úmida
envolve os que choram com um peso invisível.
Ele observa de longe, sem se aproximar,
como se a morte fosse apenas mais um lugar
de onde é melhor se manter distante.


O caixão desce lentamente,
e todos ao redor murmuram despedidas
que ele jamais conseguiria dizer.
Os sinos soam como o eco de tudo que ficou preso,
e naquele instante,
ele percebe que enterra junto o que nunca teve coragem de oferecer.


Ele caminha sozinho pela rua deserta,
o corpo frio como pedra,
e pela primeira vez entende que não é o mundo que o abandona,
é ele que se abandona ao vazio
até que o próprio coração pare de chamar por socorro.