Soneto da Saudade
Saudades Eternas
não sabia que iria doer tanto quando você partisse
hoje a saudade me corrói por dentro sinto muito
sua falta mãe sinto falta das nossas conversas
tem dias que não da para suportar a saudade
Mãe eu jamais vou te esquecer!!!
Canção d'amor sublime
Quero saciar tua sede
Mesmo à longa distância,
Uma lágrima de saudade
Vestida em tuas lembranças.
Teus versos d'amor sincero
Nesse frio da estação,
Me deixam toda contente
De robe ou mesmo roupão.
Desejos que vêm sutil
Me levam a fazer poemas
Preenchendo nossos espaços
Os sentimentos mais lindos.
Teus braços em minha cintura
Aconchego noite e dia,
Meu coração junto ao teu
Embalados numa canção
D’amor sublime, infinito.
Esta poesia é parte de um "Dueto" com o poeta Ademar Siqueira.
Quando penso em você
Fecho os olhos de saudade
Tenho tido muita coisa
Menos a felicidade
Se for chorar que seja de saudade
Se for sorrir que seja de felicidade
Se for amar que seja de verdade
Saudade de você é vento frio no peito,
é tarde que demora a passar,
é silêncio gritando teu nome
em cada canto que eu olho.
Saudade de você tem gosto de ontem,
cheiro de abraço que não veio,
toque que a pele ainda sente,
mas as mãos já não alcançam.
E eu fico aqui,
tentando vestir o tempo com tua presença,
costurando lembranças na alma,
até que o destino te traga de volta.
Na viagem, saudade aperta o coração,
Lembranças do lar, doce recordação.
Em cada cidade, um mundo a explorar,
Mas é no meu canto que quero voltar.
Caminhos distintos, paisagens a desbravar,
Culturas e sabores a se experimentar.
Mas é nos amigos, nos risos e calor,
Que encontro abrigo, onde está meu amor.
Entre estradas e aventuras, sigo a sonhar,
Mas é na memória que volto a repousar.
Viajar é aprender, crescer e sentir,
Mas sempre é bom para casa, enfim, regressar.
SAUDADE DO FUTEBOL ARTE
Foi-se o tempo em que a nossa seleção
Empunhando bandeira pelo mundo,
Era garra e talento tão profundo,
Um orgulho premente da nação.
No toque envolvente e na precisão
Do drible genial, no pé fecundo,
O Brasil se tornava, num segundo,
Senhor do gol, do encanto e da emoção.
Agora resta apenas a memória
Do tempo em que o gramado era magia,
Quando o gol reluzia em nossa história.
Porém, persiste ainda essa alegria,
Esperança na garra e na vitória
De um futebol que tem ginga e poesia.
Nunca serei vazio
Por que estou cheio de saudade
E a cada gota de ausência
Um vasto mar de eternidade.
Debruço
Quando notaste minhas lágrimas derramadas,
E em teu peito debruçou-se a saudade,
E meu leitor perdoou mentiras.
Não direi o que fazer.
Quando ouvires minha voz
Sem que eu esteja,
Saiba que parti para longe, além,
Mas não te esqueci.
E atenderei, atormentarei e julgarei
O anjo claro que deixaste.
E ele foi dizer ao meu Senhor
O que dizer deste amor
Que não passou, só cresceu,
E nem mesmo o tempo envelheceu.
Saudade
Hoje é 21 de março
E a cidade entoava, em tom maior,
Os acordes de um futuro promissor.
Recorda os dias de luz? Ah, que saudade!
As ruas ressoavam igualdade,
Era como se a vida soubesse esperar.
Nossas promessas eram bem firmadas,
Nem notávamos o tempo em caladas,
Palavras que se perdiam pelo chão.
A mesma saudade era tão serena,
E além, despontava, na pequena
Janela, um horizonte de inspiração,
Um coração sem medo.
Meu amigo, ainda há uma esperança,
É preciso resgatar a confiança
E cantar para nunca se esquecer.
Em cantos silenciosos, onde a saudade reside,
Um amor adormecido, que em sonhos se esconde.
Olhos que se cruzam, em um olhar proibido,
Um desejo ardente, que o destino esconde.
Como um rio que corre, em direção ao mar,
A alma anseia por um amor, que não pode alcançar.
Um abraço inalcançável, um beijo em vão,
Um amor que se apaga, antes mesmo de amanhecer.
E no silêncio da noite, a lembrança surge,
De um amor que não pode ser, que em sonhos se aflige.
Um sussurro de esperança, que a alma alimenta,
Mas o destino cruel, o amor condena.
Morada da Saudade
Saudade, dor que castiga,
Silenciosa, cruel, imprecisa,
Se agarra à alma, intrusa antiga,
E ninguém ouve minha brisa.
Grito alto, ninguém escuta,
É lamento que o vento carrega,
Coração sangra, a dor é bruta,
Na noite fria, a esperança nega.
Rasga o peito, faz morada,
Deixa em mim ferida aberta,
E a solidão, sempre calada,
Se torna a visita mais certa.
Por que me tomas, sentimento vil?
Levas a paz e me deixas assim...
Traz de volta o amor sutil,
Que era luz no meu jardim.
Perfeito!
"A saudade é como a água: na medida certa, nutre; em excesso ou falta, machuca. O amor, porém, é o rio onde os sonhos se banham sem medo."
Às vezes cura, às vezes dói,
Um “bom dia” que não vem mais.
Mas também tem beijo, tem saudade,
Digitada com pura sinceridade.
SAUDADE
Quando as saudades nos tocam...
E não nos acordamos...
Ou nos perdemos ou nos encontramos...
Longe dos caminhos que passámos...
Longe dos gritos que gritámos...
Dos sorrisos agaiatados...
Dos gestos mais que malvados...
Mortes sem piedade...
Somos reféns da vida...
E muito mais da saudade...
O que sobrou de você
não cabe numa caixa,
nem em foto, nem em saudade.
É mais,
é ausência com grito,
memória com soco,
presença que machuca.
Diante disso…
Diante de tudo….
Da vida….
Da dor….
Diante de tudo…
Da saudade…
Do amor….
Diante de tudo…
Do abandono…
De todos os dias do ano…
Diante disso tudo…
Eu ainda te amo….
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