Soneto da Falsidade de Vinicius de Moraes
O sentido da vida? É sentir! Aumente esse som! Faça cócegas em alguém! Aprecie o calor do sol! Saia sem rumo por 30 minutos! Registre apenas no coração!
O grande desafio da vida é encaixar nosso exclusivo mundo interior em um compartilhado mundo exterior. Encontrar nosso espaço, o prazer da identificação. A dica é empreender a sua exclusividade com reciprocidade, ser um ponto de inspiração. A regra é compreender o que é necessário. O grande exemplo é o tempo que, além de justo, é imaterial, portanto, feito de experiências, interação.
Passado, de não poder mudar. Futuro, de não poder prever. Agora, de ser transformado em um passado melhor e um futuro próspero.
"Não, isso é pur causo de disnobre, ser disinrrugado, ficar em minha especie, ai eu fico assim em buraco pra si trazer a verdade"
Existe na estupidez uma gravidade que, melhor orientada, poderia multiplicar as somas de obras-primas.
O que te trouxe prosperidade não foi esperar momentos simbólicos, mas tomar atitude quando foi preciso.
Depois da chuva sempre volta o sol, mas depois do sol precisa chover de novo e a chuva vai chegar ao fim novamente
"Acalma-te, o desespero não ajudará você resolver absolutamente nada. O desespero deixa as pessoas fracas." (Gleiferson Crow Gonçalves)
Vida! Num instante abro os olhos e me encontro no breve trilhar de um mundo de provas e de expiação. E companheiros de viagem, anjos de luz a me guardar, atenuam a distância do país de minha nostalgia - com o qual sonho todas as noites. E meu tempo que se esvai em anos-luz. E meu cotidiano escravista que quase me furta do motivo do meu caminhar. Que eu não me perca nesta estrada. Que eu não esqueça de onde vim. Que não desistam de mim que ficaram a esperar. Que em oração eu nunca esqueça dos que não sabem orar. Que eu possa ser perdoado pelo motivo do meu exílio. Amém!
Déjà vu. O francês de "já visto". A seda das alegrias ora soa nostálgico, mas pode ser porque já visto gratidão.
