Soneto da Falsidade de Vinicius de Moraes
E então descobrimos o motivo que levou o poeta cantar: “Bom é partir. Bom mesmo é poder voltar!” Ele tinha razão. A partida nos abre os olhos para o que deixamos. A distância nos permite mensurar os espaços deixados. Por isso, partidas e chegadas são instrumentos que nos indicam quem somos, o que amamos e o que é essencial para que a gente continue sendo.
Beleza sem conteúdo é como um livro com uma linda capa, mas em branco, não há nada de interessante para se ler, além disso, qualquer um com um lápis pode escrever nele o que quiser.
A Felicidade não é uma fase boa, mas um estado de espírito que independe da realidade circunstancial, é uma prioridade por escolha!
A sua felicidade depende de você,pare de colocar essa responsabilidade tão grande nas mãos de outra pessoa,ninguém tem obrigação de te fazer feliz!
Eu acredito em profundidades. E tenho medo de altura, mas não evito meus abismos. São eles que me dão a dimensão do que sou.
Não tenho o direito de dizer ou fazer qualquer coisa que diminua um homem aos seus próprios olhos. O que importa não é o que penso dele, mas o que ele pensa de si mesmo. Ferir um homem em sua dignidade é um crime.
Nenhum incidente isolado pode despertar dentro de nós um estranho totalmente desconhecido. Viver é nascer lentamente.
Conclusão de uma vida de estudos: se uma idéia não está pré-anunciada em Platão, em Aristóteles ou na Bíblia, provavelmente é besteira.
Tudo o que ainda faz você sofrer é mais forte que você. Antes de vencer uma adversidade, é preciso vencer a dor que ela infunde.
Um dia o sujeito tem de escolher entre a inteligência e a vaidade. O problema é que para escolher a inteligência é preciso ser inteligente.
A vontade nacional é uma dessas expressões de que os intrigantes de todos os tempos e os déspotas de todas as épocas mais amplamente abusaram. Uns viram sua expressão nos sufrágios comprados de alguns agentes do poder; outros nos votos de uma minoria interessada ou temerosa; há mesmo quem a descobriu inteiramente formulada no silêncio dos povos e pensou assim que, do fato da obediência, nascesse para eles o direito de comando.
O sábio não permite que o governem, nem tampouco pretende governar os outros; o que quer apenas é que a razão governe sozinha e sempre.
