Soneto da Falsidade de Vinicius de Moraes
“A Vida é a arte de viver, no equilíbrio entre, ninguém ser insubstituível, e a dádiva em sermos seres irrepetíveis.”
Existe, de fato, a outra metade da laranja, ou estamos, na realidade, buscando uma versão idealizada de nós mesmos?
O imaginário projeta ilusões, desejos e temores; o simbólico conecta com signos e linguagem; o real impera como força motriz que desafia, afirma, nega, constrói e destrói.
As reclamações de "não há mais homens" revelam, paradoxalmente, os excessos das mudanças impulsionadas pelas feministas radicais.
Um poema, um buquê de flores, um café da manhã... talvez não seja a forma de expressar amor que desejamos, mas ainda assim são formas de amar.
