Soneto da Falsidade de Vinicius de Moraes
Autenticidade, um Romance com a Essência
Em um mundo dominado pela falsidade e pelo sofrimento, a autenticidade emerge como um raro privilégio. Viver autenticamente é como um romance eterno com a verdade de si mesmo, onde a liberdade de explorar o mundo astral se entrelaça com nossa existência terrena. Esse estado de graça, desejado por todos, é um tesouro que poucos alcançam, onde a essência brilha intacta, imune à superficialidade. Na autenticidade, encontramos uma liberdade que transcende a dor e o sofrimento, um alicerce firme para construir vidas verdadeiras. Aqueles que vivem autenticidade são faróis em meio à tempestade, transformando sofrimento em sabedoria e falsidade em uma busca incessante pela verdade. Ser autêntico é um ato de amor por si mesmo e pelo mundo, um romance eterno com a própria essência, onde descobrimos a verdadeira liberdade e alegria de viver.
É melhor viver sob a honestidade do que sob a falsidade,
porque depois de ser revelada a sua transparência será ainda maior.
Pelos que torceram pelos meus fracassos e tentaram me apunhalar pelas costas oferecendo as falsidades ilimitáveis.
Eu devo lembrar: da próxima vez tentem melhor, pois ainda continuo de pé para a frustração de vocês.
Livrai-me senhor das invejas e falsidade
Que pode estar se infiltrando
O meu coração...
Faça comigo meu Deus;
Um pacto para que
Eu possa estar mais feliz;
E minha oração possa ser atendida... Amém!
Muita das vezes me faço de sínico por demonstrar um sorriso forçado para quem me saúda com falsidades;
E é na realidade que tudo faz sentido, quando na verdade vivo o cotidiano procedente no que não me convém, pelo qual diz respeito a inveja e a ostentação;
Cortejei-a com toda sinceridade... E o que ganhei em troca?
Pouco amor e muita falsidade
Lisonjiei-a com todo o meu talento, e o que eu consegui, foi descaso e sofrimento
Então agora vou ignora-la, pois me fiz forte eu vou deixar que o tempo ensine do jeito que pra mim pouco importa;
FALSIDADE AMARGA
Estou triste nada acontece
A vida esta passando
A paciência se acabando
E nada acontece
O tédio de uma passagem sem gosto
A amargura da inquietude
A triste sombra estampada no rosto
A falta de censo ou de qualquer atitude
Triste é o olhar que deseja
Anseia demais um acontecimento
Esquece tudo que seja
E quer o mundo em um só momento
Realidade sem vantagens
Quem dera apenas realidade virtual
Vida selvagem
Falta tempero, uma pitada de sal
Não suporto o olhar falso que ronda
É a falsidade humana
Tão sem charme, pensa que engana
Exala esgoto, este é o odor que emana
É falsidade amarga
Traz vingança doce
Cruel pensamento
Coisa do ódio, coisa do momento.
VERDADE OU FALSIDADE?
O verdadeiro e o falso são atributos da linguagem, não das coisas. E onde não há linguagem, não há verdade nem falsidade.
"A verdade é que algumas pessoas transbordam tanta falsidade que acabam contaminando as outras."
-Aline Lopes
Paixão Entre o Amor e a Falsidade
Entre o amor e a falsidade,
nasceu uma paixão inquieta,
um fogo que ardia sem dono,
mas que a alma inteira afeta.
Teus olhos, faróis enganadores,
prometiam mundos sem fim,
mas teu coração, tão vazio,
não era refúgio para mim.
Tuas palavras, doces venenos,
me prendiam num jogo cruel.
Amar-te era voar entre flores
e cair em espinhos de fel.
Eu quis acreditar na mentira,
vestida de amor verdadeiro,
mas a paixão, tão traiçoeira,
fez-me prisioneiro e estrangeiro.
Agora, vejo com clareza:
o amor é força que liberta,
mas a falsidade que o cerca
é prisão de porta aberta.
Paixão entre o amor e o engano
é chama que queima e destrói.
Um desejo que fere o peito
e no fim, a alma corrói.
Que fique o aprendizado amargo,
e o eco de tudo que foi.
Pois paixão sem verdade é sombra,
um sentimento que se desfaz depois.
Preto no Branco,
focando na verdade,
realçando a essência,
revelando a falsidade
e formando uma imagem
com a devida coerência.
Havendo falsidade no sorriso,
melhor um choro de aflito
ou de felicidade,
não precisa
e não deves ser insensível,
mas sejas honesto contigo,
respeita a tua necessidade,
qual o sentido de expresse-se
se não houver sinceridade?
D edicada mulher,
E spalha simplicidade,
B em sabe o que quer,
O deia a falsidade,
R ealista de muita fé,
A bencoada de verdade.
