Soneto da Falsidade de Vinicius de Moraes
No dia em eu te conheci meu mundo mudou de pernas pro ar, pois foi a sua presença que me fez entender o quanto a vida é bela e linda, no dia em que eu estive em sua presença eu percebi que tudo é mais arco-iris, tudo tem mais cores, tudo tem aroma, pois foi na sua presença que eu pode tocar a perfeição de uma mulher, você me fez uma pessoa tão feliz a ponto de o o espaço e tempo travar, nem mesmo a luz era capaz de sair dentre nos dois, mais foi você que me fez sentir o que era ser sonho e ser real, e você me mostrou o que é realidade, so queria mesmo que você soubesse do meu amor por você.
Cada um faz sua escolha a maneira que deseja ser feliz e ninguém tem o direito de julgar, muito menos o dever em ajudar quando tudo der errado. Isto é, quer ser dono do nariz e não seguir sugestões de como ser bem sucedido na vida, beleza! Mas saiba arcar com as consequências quando estiver rumo ao abismo, pois como diz o velho e conhecido ditado: “Se conselho fosse bom, não dava, vendia.”
Chegará o momento de todos nós partirmos, alguns mais cedo, outros mais tarde. Entretanto, o que permanecerá será a lembrança que deixamos àqueles que, de fato, fizeram parte de nossas trajetórias. Assim, é imperativo que amemos e valorizemos os nossos, como se cada dia fosse o último, pois o tempo é efêmero, e no constante fluxo dos segundos, o que é agora, já se foi. Não sabemos o que o futuro nos reserva, mas a forma como nos relacionamos no presente determinará o legado que deixaremos.
A vida do policial constitui um exercício diário de bravura e abnegação. Ele parte para o serviço sem a garantia de retorno, expõe-se a riscos iminentes para resguardar a ordem pública e proteger cidadãos que, muitas vezes, não reconhecem sua atuação. Seu sacrifício opera de forma silenciosa, suas lutas permanecem invisíveis e, por vezes, sua morte é relegada ao esquecimento. Enquanto a sociedade repousa em segurança, ele se mantém vigilante. Quando tomba em serviço, não há grande comoção social, apenas o vazio deixado pelo rádio que não mais responderá. Não por ele, mas por seu substituto, pois, para o Estado e a coletividade, sua identidade se reduz a um número prontamente reposto e, com o tempo, inevitavelmente esquecido.
Morrer não é apenas parar de respirar ou o coração parar de bombear o sangue. Vai muito além disso. Nós morremos um pouco a cada dia de vida e isso também é a vida.
Toda regra tem uma exceção, no entanto, há hipócritas teavestidos de religiosos para auferirem bens materiais, mas não fazem nada voluntariamente - então toma lá, da cá rumo ao paraíso.
A casa de tolerância chamada de Estado para levar o cidadão de bem ao patíbulo no qual é sacrificado.
Viva a sua trajetória de vida e deixe a estória que os outros contam, afinal, ela jamais será a sua história .
