Soneto da Falsidade de Vinicius de Moraes
A maior falta de capacidade do ser humano é querer ver seu inimigo no chão. Quem consegue realizar seus sonhos com suas próprias forças, aconteça o que acontecer, nunca será derrotado.
Um ser que nada pensa ou contribui, apenas vive no meio de outros, é apenas um ser abjeto aos demais.
A cada sentimento que eu sentir eu possa retribuir, que eu possa amar, quem mais me ama. que eu possa lutar quem mais luta por min, que eu possa ajudar quem mais me ajuda, que eu possa encontrar quem sempre tentou que encontrar que eu possa beijar e abraçar que mais queira me abraçar e beijar.
Que seja investido de toda autoridade e imparcialidade, todos aqueles que tem o grande mister e atribuição de julgar, e que de seus lábios, seja sempre proferido a verdade, como peso e medida, da justa razão.
E importante saber interpretar as entrelinhas pois, são elas que fornecem a verdadeira realidade do mundo. As linhas gerais fornecem uma visão embaçada sobre a realidade.
Talvez não tenham reparado, mas ao olhar minha temiline descobri que o focebook está excluindo quase tudo que compartilho e deixando apenas de uns 20 dias prá cá. O que sobram são apenas os meus comentários e a publicação evapora sem deixar rastros.
O pior castigo para um sujeito vaidoso é ser ele tantos homens num só, e tão poucos o quererem por perto.
Tem poesia no meu coração, ela costuma sair pelos olhos porque, na maioria das vezes, eu me enrosco com as palavras. As palavras ficam como um nó na garganta e decidem sair de forma mais leve, elas saem pelo meu sorriso e pelo brilho dos meus olhos. Sortudos são os que conseguem enxergar e mais sortudos ainda aqueles que são o motivo dessa poesia, aqueles que a brotaram dentro de mim!!!
É muito bom ver o brilho nos olhos e a felicidade estampada no rosto das pessoas que amamos. Em dias assim, percebemos que são as pessoas que tornam os dias especiais, os momentos inesquecíveis e deixam na nossa vida uma marca que nunca será apagada, porque sua essência é o amor, e este não se apaga nunca...
Honramos os mortos contando histórias e mantendo vivo o “wailua” deles, o espírito deles, com “aloha”.
