Soneto da Espera
A vida não espera por você, ela te lança no caos para que você se torne mais forte. A dor prova que você está vivo, o medo mostra que está avançando. No fim, você vai entender: cada dificuldade era parte do caminho.
A vida não espera, os ciclos mudam, e a gente precisa ter coragem pra recomeçar, se valorizar e seguir firme, mesmo com o coração remendado. Cada escolha é um espelho do que acreditamos merecer. Não se diminua por ninguém, nem adie sua cura por quem não ficou. Você é o recomeço mais bonito que já fez.
Por um instante desanimei, quase me entreguei, até revoltado eu fiquei, depois me deitei na esperança de não mais ver o sol. Adormeci! Eis que uma vós me veio e disse, levante-se e ande, e tenha bom ânimo, eu venci o mundo. Pois o Senhor seu Deus é contigo e estarei com você sempre, por onde quer que andares, porquê você crê sem me ver.
Quem espera o dom fazer milagre, só coleciona o fracasso na bagagem — porque sem ação, o dom é mudo; sem suor, o talento é surdo.
O amor que espera retorno é comércio; o que permanece, mesmo em silêncio, é semente de eternidade. Só ama incondicionalmente quem já morreu para o orgulho. O amor sem condições não busca se completar no outro, mas transbordar dele.
Que a vida te surpreenda com luz, propósito e milagres onde você menos espera — e que o bem que você deseja aos outros volte multiplicado pra você.
Se espera que haja formação de educadores capazes de abordar de forma sensível e respeitosa as questões religiosas.
Às vezes, o amor chega de uma maneira que nenhum de nós espera. Ele se infiltra nas entranhas da alma, toma conta de cada pensamento, de cada respiração. E, quando menos esperamos, nos vemos completamente absorvidos por ele. Não é algo simples, não é algo fácil. O amor, verdadeiro e arrebatador, nos desafia a sair da nossa zona de conforto, a enfrentar nossas inseguranças e medos mais profundos. Ele exige tudo de nós: nossa vulnerabilidade, nossas fraquezas, e, ainda assim, nos faz querer dar ainda mais. Não se trata de palavras bonitas ou promessas vazias, mas de uma entrega total, de um desabrochar que dói, mas que nos transforma de uma forma que nada mais no mundo consegue. Porque, no final, o amor é a única coisa que, ao nos consumir, nos faz sentir mais vivos do que nunca.
