Somos Passaros de uma Asamario Quintana
OLHAR ENCANTADOR
Estava inquieta e sem palavras
Quando de repente olho para o céu
Naquela imensidão alguém estava de plantão...
Aqueles olhos grandes e brilhantes me ofuscavam o olhar
Olhava para mim sem respirar, aquecia meu rosto.
Não tive outra opção, a não ser, pegar a câmara e fotografar.
Aquele olhar transparente e intenso...
Era o sol que não dizia uma palavra se quer...
Mas me olhava...
Ele brilhava para mim...
Tinha a impressão que era só para mim.
Bobagem, ele brilhava para todos,
Mas nem todos percebiam o encanto daquele olhar.
Fascinante luz
O brilho do seu olhar me fascina!
E nele me arrisco
Encontro-me neste sorriso sem destino
Vida que me reluz
É apenas uma luz
Que me traz vida
Que me seduz
Veloz
Conduz
Quase sempre a sós
Este é o destino
Dos mais tementes carmas
Calma!
Deve ter a alma...
Vejo Deus pensativo… Um ar de preocupado com os Seus filhos arrogados; nas tolices que dizem e besteiras que fazem.
Onosso Deus pode ser visto, ouvido e sentido em qualquer lugar. No templo, no sermão do pregador; na Sua Palavra e no louvor…
Vejo Deus pensativo… Com o aspecto de quem já chorou. Ar de preocupado com os Seus filhos, arrogantes earrogados; nas tolices que dizem e besteiras que fazem.
O homem que desistiu de saber pelo quê são determinadas sua vida, sua biografia, desistiu dessa vida e dessa biografia. Ele já não lhe dá mais valor, jogou-a no lixo. Agora, no máximo, ele está reduzido a uma criança que, ignorando tudo em volta, pede milagres ou amaldiçoa o destino, a sociedade, o próprio Deus; Deste ponto em diante, só um milagre, mesmo.
Não se importe se quem
você maisama não lhe elogia, seja como asestrelas do céu, que não buscam elogios, masno entanto brilham
comintensa grandeza.
Se é verdade que os homens gozadores,
Amigos de no vinho ter consolos,
Foram com Satanás fazer Colônia,
Antes lá que do Céu sofrer os tolos!
Ainda que meu coração seja envolto pela escuridão, como um dia o Peregrino da Alvorada foi introduzido nas trevas da Ilha Negra, e assim como este, eu escute o som dos meus piores pesadelos, sei que Tu, Senhor, me guiará pelo caminho de partida deste lugar tenebroso, e vou ser levado pela Sua luz fascinante para onde o domínio das trevas não encontra poder para reinar. Serei conduzido para o Seu banquete, para os mais ricos pratos e iguarias existentes, como os tripulantes do Peregrino foram levados para a Mesa de Aslam, e assim poderam saciar sua fome e sede.
Na minha opinião existem dois tipos de pessoas no mundo: os que fazem e os que fingem fazer, ou seja, os que são e os que fingem ser.
VOU FAZER MINHA MORADA
Leonildo Alves de Sousa
Vou entrar
No teu coração
Para nele plantar
A semente da paixão!
Conhecer o teu interior...
E, em cada poro da tua pele
Aplicar uma gota de amor
Pra te deixar suave e leve!...
Vou te mostrar como se ama
Como se doa e se tem prazer
E, aonde o amor ganha fama...
E enche de felicidade o viver!
Vou te deixar sensibilizada
Sedutora, atraente e cativante
Perfeita, impecável, humorada
Extasiada, sensível e amante!
Depois que tiver a certeza
Que estarás pronta para amar
Vou te dizer, com toda pureza
Que no teu coração vou ficar!
E lá com prazer me agasalhar
E fazer minha doce morada
E bem acolhido, me enraizar
Por eternas temporadas!!!...
Você vai vibra de emoção
E muita alegria você vai sentir!
Vou fazer tremer o teu coração...
E dele você não vai me deixar sair!
A inveja propicia ouvidos atentos e acolhedores para o invejoso ouvir alguém maldizer a pessoa invejada.
O socialismo é o contrário do capitalismo ,onde vivemos livres do julgo dos poderosos , que afirma que o pobre não pode ser médico e advogado e sim um pedreiro ,auxiliar de limpeza para servi eles .
meu maior medo é que essas crises existenciais se tornem frequentes e que essa sensação de derrota me consuma cada vez mais, que eu não consiga ver tudo de bom que a vida ainda pode me oferecer. eu tenho medo de me tornar aquelas pessoas chatas que reclamam de tudo e de todos, eu me sinto mal por ser assim, mas eu te prometo que se você me quiser, nós dois seremos as pessoas mais felizes desse mundo, porque você me traz paz em meio a todo esse caos, porque mesmo não acreditando nesse papo de destino e nem de alma gêmea eu acredito que a gente se pertence de alguma forma.
e foi no meio daquela tempestade que eu percebi que havia acabado, foi quando eu me dei conta de que estava sozinho mais uma vez. nós já não éramos mais “nós” era só eu, e só você, a gente havia acabado e mais uma vez ali estava eu, debruçado e de mãos dadas com a solidão novamente. eu estava como criança que a mãe havia esquecido no supermercado, estava frustrado, com medo, só queria te ver novamente. cada vez que escuto esses trovões me arrepio e sinto saudades, aquele foi o último beijo, e não acredito ser coincidência por ter sido debaixo de chuva. se é assim que acaba, imploro que essa tempestade me leve pra longe, que essa água lave todo esse sentimento dentro de mim, já fiz companhia a solidão algumas vezes, não suportaria passar por isso, não sabendo que essa é a última vez que a tive em meus braços.
eu me peguei pensando: como pode o amor acabar? como algo tão nobre pode simplesmente chegar ao fim ou deixar de existir?
quando eu era mais novo acreditava naquela coisa de felizes para sempre, mas agora depois que cresci um pouco eu vejo o quão patéticos somos de acreditar que o amor iria durar para sempre, se nem nós mesmos duramos para sempre.
e isso, em sua grande maioria, deve-se principalmente as expectativas que a gente põe tanto no próprio sentimento quanto na pessoa de quem a gente espera recebê-lo.
a gente acredita que a reciprocidade é algo válido e que sim, independente da intensidade, ele perdurará. mal sabemos que se não for na mesma medida em ambas as partes aquela reza toda feita pela humanidade, aquele conto de fadas ao qual somos induzidos a acreditar, não passará apenas disso: um conto. uma ilusão. e, acabamos por não mais sonhar, não mais acreditar, não mais criar expectativas. a gente apenas deixa seguir e fica apenas com aquele sentimento de que está faltando algo; algo que nos tirava desse mero ritual de apenas existir. no fim, algo que era para nos dar vida, acaba nos matando, mesmo que aos poucos.
