Somos Passaros de uma Asamario Quintana
Quando entendermos o quão grande pecadores nós somos, então entenderemos o quão grande é a Graça de Deus por nós.
A Páscoa
Nós somos os culpados! Por causa dos nossos pecados Ele se entregou! Os nossos pecados mataram Jesus! Se estivéssemos lá, faríamos coro com a multidão ensandecida gritando: “Crucifica-o! Crucifica-o”!
Hoje não é dia de festa, de alegria e chocolates; mas dia de arrependimento e quebrantamento.
Mas eles (nós) clamavam em contrário, dizendo: Crucifica-o, crucifica-o. Lucas 23.21.
Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho; mas o Senhor fez cair sobre ele à iniquidade de nós todos. Ele foi oprimido e afligido, mas não abriu a sua boca; como um cordeiro foi levado ao matadouro, e como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, assim ele não abriu a sua boca. Isaías 53:4-7.
Pense nisso e ótima Páscoa!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Jesus morreu pelo pecado, não o dEle, mas o nosso; somos salvos pela justiça, não a nossa, mas a dEle.
É verdade que somos pecadores, mas Cristo sofreu por nós. É verdade que merecemos a morte, mas Cristo morreu por nós. É também verdade que somos devedores e culpados, mas Cristo pagou nossos débitos com seu próprio sangue.
Espantalho do Somos Nossos Próprios Salvadores
“Mas, o fato de podermos resistir à graça divina não nos torna, como alguns deterministas argumentam, os nossos próprios salvadores”?
Respondo ao espantalho calvinista: Claro que não! Esse argumento é tremendamente falacioso. Em primeiro lugar, como enfatizava Wesley, a salvação, por ser uma dádiva que não podemos produzir e adquirir de forma alguma por nós mesmos é “totalmente livre”; ela “não depende de nenhum poder nem mérito do homem, em nenhum grau, nem no todo, nem em parte” (1)
A esse respeito, a analogia do rico e do mendigo, feita por Armínio é perfeita:
"Um homem rico concede, a um pobre e faminto mendigo, esmolas com as quais ele pode sustentar a si mesmo e à sua família. Isso deixa de ser um presente puro porque o mendigo estende a mão para recebê-lo? Pode-se dizer, com propriedade, que ‘a esmola dependeu, em parte, da liberalidade do doador e parcialmente da liberdade do recebedor’, embora o último não tomaria posse da esmola a menos que a tivesse recebido estendendo a mão? Pode-se dizer corretamente que, porque o mendigo está sempre preparado para receber, ‘ele pode receber ou não a esmola, conforme quiser’? Se essas afirmações sobre o mendigo que recebe a esmola não puderem verdadeiramente ser feitas, muito menos podem ser feitas com relação ao dom da fé, cujo recebimento requer muito mais atos da graça divina."(2)
Mesmo o mendigo podendo estender a mão, a dádiva continua sendo uma dádiva. Mesmo o mendigo podendo estender a mão, a dádiva continua dependendo totalmente da liberdade do doador. Mesmo o mendigo se preparando para receber a dádiva, seu preparo não é o que lhe garante a dádiva, mas, sim, a liberdade do doador. Só isso já é suficiente para deixar claro que o mérito é todo de Deus, não nosso.
Pense nisso e cuidado com as narrativas falaciosas e espantalhos dos calvinistas.
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Referências:
(1) WESLEY, John, A Teologia de John Wesley, 2010, CPAD, p. 220.
(2) ARMÍNIO, Jacó, As Obras de Armínio, CPAD, volume 1, 2015, p. 330
“Eu não me recordo de nenhum texto da Escritura onde somos ensinados que os milagres devam ser confinados dentro dos limites da era apostólica… ou qualquer período de tempo, maior ou menor, até a restituição de todas as coisas”.
A verdade da lei moral de Deus só é revelada quando somos ultrajados. Quando acontece com você, o grito de justiça ecoa de dentro de um coração ofendido.
Não importa quem nós somos, nem o que nós sabemos. O que realmente importa é o que somos diante do inescrutável Deus. Se desagradarmos a Deus, não importa a quem vamos agradar. E se agradarmos a ele, não importa a quem vamos desagradar.
O grande obstáculo que precisamos vencer todos os dias para alcançarmos a salvação somos nós mesmos. É por isso que precisamos da Graça de Deus em todos os dias da nossa vida.
Quando a Bíblia diz que somos servos de Deus (Atos 4.29; Rm 6.22; Ef 6.6; Fl 1.1), isto não implica em privação de liberdade, pois as Escrituras ensinam que somos LIVRES em Deus (João 8.36; Atos 28.31; Rm 8.21; 1° Co 8.9; 1° Co 10.29; 2° Co 3.17; Gl 5.1; Gl 5.13; 1° Pd 2.16). Assim, servos de Deus implica em dependência dEle, e não privação de liberdade; até porque, se o homem é escravo de Deus em sentido de privação, ele não cometeria pecado algum.
Ateus e desinformados:"Todos nós somos ateus para algum Deus."
Resposta: “Trágico se não fosse cômico. Se eu acredito em um ÚNICO DEUS, isso se chama MONOTEÍSMO. Já a ausência total de crença em deuses é a origem do ateísmo. Assim, a partir do momento que eu CREIO em um ÚNICO DEUS, deixo de ser ateu. Vou desenhar: não dá para ser ateu e ACREDITAR EM DEUS!!!"
Agradeço a oportunidade e espero ter ajudado.
João 8.33: “Responderam-lhe: Somos descendência de Abraão...”
Quando leio o capítulo 8 do Evangelho de João, não consigo desassociar os fariseus dos calvinistas com suas tagarelices de eleitos.
Jesus nasceu do Espírito para a carne, para que nós que, somos nascidos da carne, também pudéssemos nascer do Espírito.
Pastor e Avivalista Metodista
Em cada um de nós existem três pessoas: A que nós achamos que somos; as que os outros pensam que somos; e a que Deus sabe que somos.
Leonard Ravenhill
Pastor e Avivalista Metodista
Irmãos, se fôssemos tão eficientes na tarefa de enriquecer nossa alma quanto o somos na de cuidar de nossos interesses pessoais, constituiríamos uma ameaça para o diabo. Mas se fôssemos ineficientes no cuidado de nossos interesses como o somos nas questões espirituais, estaríamos mendigando.
Leonard Ravenhill
Pastor e Avivalista Metodista
Em Efésios 1.4 o Apóstolo Paulo não ensina que somos eleitos para estar nEle, mas somos eleitos nEle. A preposição grega εν é (em), e não εις (para) Assim, não se trata da escolha de indivíduos para estar em Cristo, mas da escolha de um corpo coletivo em Cristo. Marcelo Rissma
Nós cidadãos, somos os legítimos senhores do congresso e dos tribunais, não para derrubar a Constituição, mas derrubar os homens que pervertem a Constituição.
