Somos Passaros de uma Asamario Quintana
na vida descobrirmos quem somos através de nossa experiências.
Quando ainda criança não sabemos o valor de uma pessoa idosa ,pois ali está o conselhos sábios de um ancião.
Onde muitos não dão valor.
Aprendi que por trás dos cabelos branco, e suas mãos cheias de calos ,também a há sábios conselhos para vida .
Nós, romancistas, somos pessoas que não amadurecemos totalmente do ponto de vista cerebral. Descobri que, na infância, todos os nossos neurônios se conectam e, na adolescência, há uma poda de algumas conexões. Em 20% da população, essa poda não é feita totalmente: são as pessoas com transtornos mentais e os artistas.
Nós somos apenas um instante neste vasto Universo e na vasta multidão!
Como queres ser lembrado quando já não estiveres entre os vivos ou entre os teus hoje?
Nós somos aquela geração que não vai voltar.
Crescemos com sapatos cheios de pó, joelhos raspados e coração apressado.
não para olhar para uma tela,
mas para terminar o lanche e sair correndo para a rua — onde a única coisa importante era uma bola e alguns amigos.
Nós éramos os que voltávamos da escola a pé.
falando alto ou sonhando em silêncio,
com a mente já no próximo jogo, na próxima aventura,
entre um buraco na areia e um segredo sussurrado atrás de um canto.
Um pau podia ser uma espada.
uma poça virava um mar para conquistar.
Nossos tesouros eram berlindes, cromos, barquinhos de papel.
E o céu, nosso único limite.
Não tínhamos backups, apenas memórias na mente e nos rolos fotográficos.
As fotos eram tocadas, cheiradas, guardadas em gavetas —
junto a cartas escritas à mão,
postais dos avós,
e desenhos coloridos que os pais guardavam como jóias.
Nós chamávamos de "mãe" a quem curava nossas febres.
e "pai" que nos ensinou a andar de bicicleta.
Não era preciso mais.
À noite, sob os cobertores,
conversamos baixinho com o irmão na cama ao lado,
rindo por besteira,
com medo que algum adulto ouvisse e desligue esse pequeno mundo de cumplicidade.
Essa geração está indo, pouco a pouco,
como uma fotografia que perde a cor,
mas ninguém quer jogar fora.
Nós nos afastamos silenciosamente, levando uma mala invisível:
o eco do riso na rua,
o cheiro de pão acabado de fazer,
corridas sem sentido
e aquela liberdade que eu não conhecia notificações.
Nós éramos crianças quando ainda se podia ser.
E talvez essa seja a nossa maior fortuna.
Somos folhas, água, vapor e memória. Somos corpo que pede colo e alma que encontra sentido em rituais simples.
O amor se apresenta na falta de algo. Já que não somos capazes de amar verdadeiramente algo que possuímos, vivemos em um constante vazio, que só pode ser preenchido por algo irreal e inalcançavel, que acabamos por buscar a vida toda, muitos morrem a espera de algo melhor, já outros não querem morrer pois entenderam que amar algo vai muito além do sentimento e memórias.
A aprovação não define quem somos, embora a sociedade insista em cobrá-la. O caminho consciente é libertar-se do peso da opinião alheia e voltar-se para dentro: para o próprio eu, para as escolhas que nascem da alma, para a vivência que é só sua. É no amor-próprio que habita a força. Viver a própria vida é não depender da empatia dos outros, pois ela nem sempre virá. E ainda assim, é preciso seguir.
O dinheiro, por si só, é inerte não tem alma, mas revela a nossa.
Ele não transforma quem somos, apenas amplia.
Nas mãos de uns, vira ponte
nas de outros, muro.
Pode ser libertador quando é meio, mas vira prisão quando se torna fim.
O valor do dinheiro não está no que ele compra, mas no que ele custa — em tempo, em escolhas, em princípios.
No fim, ele é apenas uma ferramenta útil, perigosa e, sobretudo, reveladora.
Às vezes, somos esmagadas a tal ponto que não sobra nada de nós e, assim como a uva nunca mais voltamos a ser quem éramos, nos transformamos em vinho. Mais confiantes de quem somos, do nosso valor e merecimento, passamos a rejeitar sem culpa quem só se satisfaz com pinga barata.
Somos feitos de recomeços
Nem todos chegam com alegria.
Nem todos se anunciam com leveza.
Mas, ao longo dos anos, aprendi: recomeçar é preciso.
É difícil se perder na monotonia dos dias.
É doloroso permanecer em um amor que já não abriga.
É confuso caminhar sem rumo na estrada profissional.
E tudo isso sussurra a urgência de um novo começo.
Se eu paro, não encerro apenas um capítulo,mas fecho o livro inteiro.
Porque, quando paro,algo em mim deixa de pulsar.
O mundo lá fora continua em movimento,
e aqui dentro há uma alma implorando por liberdade.
A vida não pode parar.
Mesmo quando minha mente já não corre como antes.
Mesmo sem os sonhos brilhantes que me moviam no passado.
Mesmo que o riso e a intensidade do amor estejam adormecidos em algum lugar distante.
Ainda assim,a vida chama.
E eu,feita de recomeços, preciso atender.
By: Priscilla Reis
Concordemos com essa: Somos o que fazemos, e não o que dizem que somos ou o que querem que sejamos.
Revelamos quem realmente somos por meio de nossos atos repetidos. E é somente a conduta que define o homem.
Somos espelhos evidenciando uns nos outros a interconexão de todas as coisas, impactando nossa alma e revelando a essência universal que une todos os seres em uma dança de luz e sombra.
Nós, padres, somos educados para estarmos sempre fortes. E as pessoas querem nos ver assim também, né? Como um porto seguro, alguém que vai estar ali para estender a mão, para orientar. Só que a gente traz as nossas angústias também, como humanos que somos.
"Se a pedra jaz inerte, imune ao toque e à mudança, somos nós, seres finitos e emocionais, que conferimos sentido ao mundo pelo simples fato de sentir e transformar; pois é na efêmera cadência de nossos afetos, e não na frieza do inerte, que reside a verdadeira grandeza da vida."
Assim que me deixa
Vivemos num obscuro,
que luz não somos capazes de vê.
Porém conseguimos esconder,
a dor de um amanhecer.
Não acredito que tudo ficará bem,
porque não enxergo a quem me espelhar,
para um outrem dizer: tudo bem,
e que irei conseguir me salvar.
Vozes dizem sim, a mente diz não,
meu coração pulsa convicto,
que existe um pós lindo
para se apreciar.
A cada tempo longe de ti, eu consigo voltar a sorrir
A cada tempo longe de ti, eu consigo evoluir
Evoluindo, vou sonhando
Voltando com meus planos e vivendo a vida que sempre quis,
em plena paz.
Quanto maior o egoísmo do homem, maior é sua queda. No fim das contas, todos somos pó e cinza, e alguns não se lembram disso.
Juntos eu e você
Juntos mudando o viver
Juntos sempre somos mais fortes
Juntos vencemos a morte
Juntos dividimos a dor
Juntos o sorriso é em dobro
Juntos a ferro e fogo
Juntos ao infinito e além
Juntos com a força de um trem
Juntos amando em dobro
Juntos somos um, Lhe Amo!
