Somos Passaros de uma Asamario Quintana

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Em resposta a sua gentileza.,
"Simplesmente"

Comprei uma lata de tinta
para pintar esse muro
sobrou tinta,
pintei a casa
sobrou tinta
pintei a rua
depois pintei
a cidade
o país
e o planeta
e essa tinta que não mais acaba....
Agora estou com a cabeça
nas nuvens
querendo pintar a Assuntando
de palavras...
Assim depois de pintar
o muro,
a casa,
a rua,
o país,
o planeta,
sobrou ainda tinta
para um flor
que é sua.
Qual a côr?
Branca, cõr da pureza
Nome da flor?
simples...GENTILEZA

Bem Haja
Até sempre

Todas as mães merecem carinhos sinceros, porque são frágeis como uma flor, mas, quando severas, são firmes como uma rocha.

Narrativa Visual: Contando Histórias com a Lente


Toda fotografia é uma história, mesmo que silenciosa. A narrativa visual surge quando cada elemento da cena – gesto, expressão, luz, sombra e ambiente – se combina para transmitir emoção e sentido.


Tecnicamente, o fotógrafo precisa dominar composição, enquadramento e perspectiva para guiar o olhar do espectador, mas a essência da narrativa está na sensibilidade de perceber o que realmente importa naquele instante. Cada detalhe contribui para a história: uma mão que toca, um olhar que se desvia, uma expressão que revela mais do que palavras poderiam.


Mais do que técnica, é sentir o momento, perceber o contexto e registrar a vida em sua autenticidade. Quando feito com atenção e entrega, cada clique se transforma em narrativa viva, capaz de envolver, emocionar e transportar quem observa para dentro da cena.


A narrativa visual é a ponte entre a técnica e a emoção, mostrando que a fotografia não é apenas sobre imagens, mas sobre contar histórias que permanecem na memória.


Espontaneidade: A Alma da Imagem
Autoral: Jorgeane Borges

Reflexos e Simetria: Olhar Além do Óbvio


Reflexos e simetria transformam uma fotografia ao revelar perspectivas inesperadas e multiplicar a narrativa visual. Um espelho d’água, uma superfície refletiva ou a composição de elementos simétricos podem criar profundidade, ritmo e surpresa na imagem.


Tecnicamente, é necessário observar ângulos, luz e posicionamento, sabendo que cada detalhe influencia a percepção do espectador. Mas mais do que técnica, é sensibilidade: perceber o instante em que o reflexo ou a simetria revela algo que não é visível à primeira vista, trazendo emoção e significado à cena.


O uso consciente de reflexos e simetria permite que a fotografia vá além do óbvio, despertando curiosidade e atenção. Ele dá à imagem uma dimensão poética, conectando técnica, observação e sentimento em uma composição equilibrada e cheia de vida.


Reflexos e simetria não apenas ampliam a visão; eles imprimem alma e espontaneidade à fotografia, mostrando que o olhar atento transforma cada cena em narrativa viva.


Espontaneidade: A Alma da Imagem
Autoral: Jorgeane Borges

De que adianta você amar uma pessoa e só receber desprezo em troca? Cansada! Quando se ama alguém que não te ama, é o mesmo que amar um cacto, quanto mais aperta, mais dói... Eu desisti porque não aguento mais a dor!

Se alguém te traiu uma vez, a culpa é dele;
Se alguém te trai duas vezes, a culpa é sua.

Quem perde dinheiro, perde muito,
Quem perde um amigo, perde mais.
Quem perde a fé, perde tudo.

Jovens bonitos são acidentes da natureza:
Velhos bonitos são obras de arte.

Aprenda também com o erro dos outros,
você não vive tempo suficiente para cometer
todos os erros.

Não julgues nada pela pequenez dos começos. Uma vez fizeram-me notar que não se
distinguem pelo tamanho as sementes que darão ervas anuais das que vão produzir
árvores centenárias.

Guardar-te-ei em uma caixinha, com seus sorrisos de olhos, sua pele de nuvens e seus cachos de cetim para que seu primeiro beijo seja eternamente meu

A adolescência é uma passagem para a maturidade, não a maturidade para quem tem apenas idade.

Eu tenho um coração que quase me engole, uma mania absurda de tentar fazer tudo acontecer no MEU tempo. Tenho sonhos, vivo com os pés bem longe do chão e tenho preguiça de gente vazia. Não gosto de meio termos, de coisa morna, de gente sem graça. Eu gosto de aventuras, de tudo que me faz sorrir, de tudo que faz os meus olhos brilharem e me dão certeza de que escolhi viver a vida da melhor maneira possível. Não gosto de fórmulas nem tão pouco de migalhas, eu quero tudo por inteiro. Não sei viver de faz de conta, nem tão pouco com os pés fincados no chão. Eu quero uma verdade inventada por mim, entende? Quero aproveitar os meus dias para construir o meu MUNDO de verdade. Errar? Acertar? Ter medo? Tudo isso vem com o pacote, mas nada disso nunca me impediu de tentar ser o meu melhor. Eu posso ser um furacão, viver mil fases em um só dia, ter um humor volúvel e tudo mais, mas o riso no rosto e a vontade de ser feliz... NADA ME TIRA!

Enquanto houver uma linguagem, as generalidades entrarão em cena.

Talvez o amanhã não exista, o amanhã é só uma palavra que inventamos para não dizer Adeus.

Ser mulher é difícil, queria uma maquiagem de amor-próprio à prova de mágoa.

Às vezes a ignorância é uma bênção, mas prefiro a maldição que a sabedoria traz.

⁠Moça

Ela é liberdade contida, uma ventania presa em uma janela entreaberta. Tem asas, mas ainda mede a altura antes de voar.

Ela tem um olhar que alcança longe, que enxerga o que muitos deixam passar. Mas nem sempre sente que é vista como realmente é.

Carrega no peito um coração intenso, que bate forte por tudo que acredita. Se entrega com profundidade, sente com verdade, mas nem sempre encontra quem compreenda sua forma de sentir o mundo.

Ela é feita de contrastes—leveza e intensidade, coragem e receio, força e sensibilidade. Ora quer ir, ora hesita. Mas dentro dela arde um desejo incontido de se lançar, de ser inteira, de se permitir.

E quando finalmente abrir suas asas, o vento será apenas um detalhe, porque ela já nasceu pronta para voar.

Perdoar é dar-lhe uma nova chance, mas nao quer dizer que estar aceitando seu erro...

É mais conveniente iniciar uma amizade, que se acabe em namoro, do que iniciar um namoro que se acabe numa amizade.

Nunca nos abatam os ânimos ao sermos traídos. Pois, a traição é uma arma que normalmente só se utilizam dela: os covardes, fracos, inseguros e destituídos de identidade!

⁠A Fragilidade da Confiança: Quando Ser Ouvida Se Torna Uma Nova Dor

Quebrar minha confiança depois que me abri, depois que confiei a você minhas dores mais profundas, é mais do que uma decepção — é me fazer reviver tudo o que lutei para superar. Quando falei dos meus medos, das minhas cicatrizes, quando me permiti ser vulnerável, eu estava entregando uma parte frágil de mim, acreditando que seria acolhida, não exposta.

Trair essa confiança não é só uma falha, é uma ferida reaberta. É me fazer sentir, mais uma vez, que segurança é apenas uma ilusão, que o cuidado que esperei encontrar era apenas um reflexo distorcido. Quando alguém rompe essa confiança, não é só no outro que deixo de acreditar — começo a duvidar de mim mesma, da minha capacidade de confiar, de me entregar sem medo.

Reconstruir essa confiança parece impossível. Não porque não queira, mas porque o medo grita mais alto. Porque uma vez que sou ferida por quem prometeu me proteger, tudo o que resta é a sensação de estar, mais uma vez, desprotegida no mundo.

⁠Que o Amor Me Reconheça

Há uma parte de mim que se revela apenas para quem sabe ver. Não me entrego facilmente, porque meu amor, minha entrega, é algo que se cultiva com paciência. Não sou para ser admirada à distância ou compreendida apenas pela superfície. Sou feita de camadas, de sensações, de desejos, e só aqueles que têm a coragem de mergulhar nas profundezas de quem sou, poderão encontrar o que é verdadeiramente meu.

Eu espero, sim, mas não de qualquer jeito. Não espero por qualquer um. Espero por aquele que será capaz de enxergar não só o que está à mostra, mas também o que me habita de forma silenciosa, o que guardo para o momento certo. O amor que procuro não é pressa. Ele se faz em detalhes, em toques suaves que não exigem respostas imediatas, mas que se entregam sem medo do tempo.

O que eu quero é alguém que saiba me ver além do que se mostra. Que consiga ler nas entrelinhas e me reconhecer nas minhas pausas, nas minhas hesitações. Que o amor, quando vier, me encontre por inteira — com minhas reservas, meus medos, minhas ansiedades. E que, mesmo assim, ele se faça presente de forma tão profunda que nenhuma insegurança ou distâncias possam abalar.

Eu não sou uma simples entrega. Sou uma promessa, um mistério que só se revela a quem tem a coragem de ver além do que é imediato. Que o amor me reconheça não como um reflexo rápido, mas como algo que vale a pena ser descoberto lentamente, com cada toque, com cada palavra. Eu sou esperada. E, quando ele me encontrar, será como se o tempo finalmente tivesse valido a pena.