Somos Ligados pelas nossas Alma

Cerca de 86622 frases e pensamentos: Somos Ligados pelas nossas Alma

⁠Assim como o corpo precisa de alimento para se manter nutrido, a alma e o cérebro também precisam!

''O perdão eleva a alma.''

Escrever ideias que toquem a mente é difícil. Se soubesse música, talvez tocasse a alma em vez de escrever.

Quando alguém toca sua alma,
Jamais vai aceitar outro alguém
que só toque sua pele.

Quando a dor toma conta da alma, as palavras não fazem mais sentido. Não há nada que explique o que você está sentindo, aí então vem o silêncio e entendemos que não adianta explicar. Só quem sente, sabe o quanto dói!

A música alta silencia a alma e cala os pensamentos. Nessa hora, podemos sentir a importância de estarmos a sós porque sempre será entre nós e Deus!

As dores na alma
Marcas do passado
Cicatrizes que contam histórias de sofrimento
Buscando esquecer o tormento
Tudo acabado
Nessa vida sem calma.


Warlei Antunes

A alma não se mede
pelo silêncio que guarda,
mas pelo eco que deixa
quando decide falar.

"Viva o agora, um coração cheio não deixa a alma vazia."

Alimentar sua alma no culto enquanto seu filho jejua espiritualmente em casa não é vitória, é negligência.


trecho do livro "Lá em casa"

O verdadeiro avivamento não vem com discursos suaves, mas com verdades que rasgam a alma.


Trecho do livro Lá em casa.

A maturidade espiritual exige coragem para encarar o lixo escondido na alma.


trecho do livro Lá em casa

"Amo profundamente… mas minha alma está de malas prontas para o céu."


Trecho do livro Lá em casa

Nascemos para evoluir verdadeiramente como seres detentores de alma e coração, junto ao Criador de todas as coisas e nada a mais. Há coisas que não tem preço e nos são providas gratuitamente, desde que saibamos enxergar o outro lado da moeda!

''O perdão mexe com a alma.''

A minha alma se revela em notas e versos,se manifesta nessa capacidade de expressar através da arte.

No Abismo do Silêncio


Num canto escuro da alma caída, Ecoa a dor que não foi compreendida.


A tristeza sussurra em cada vão, E aperta o peito, sem dar perdão.


A depressão chega sem avisar, Como um vento frio a soprar devagar.


Rouba o riso, esvazia a cor, Transforma o amor em cinza e dor.


Um coração partido, sem direção, Sangra memórias em cada pulsação.


Entre os escombros da destruição, Perde-se a fé, perde-se a razão.


O medo se arrasta, sorrateiro e lento, Molda o silêncio, distorce o pensamento.


E a covardia, vestida de calma, Envenena os sonhos e cala a alma.


Surge a tragédia em forma de adeus, Rasgando os céus com gritos seus.


E resta o vazio, frio e calado, Onde antes um ser inteiro tinha habitado.

Bem maior que a areia que escorre pelos dedos, são as águas do oceano que inundam a nossa alma. O pensador de nuvens de algodão

A Alma Imoral: o ventre da transgressão sagrada


Há dentro de cada ser humano uma centelha que jamais se ajoelha. Um incêndio suave, quase inaudível, mas queima por inteiro os véus do hábito. É a alma. E ela não é dócil. Nunca foi. A alma é a guardiã de uma fidelidade anterior à obediência, anterior à moral aprendida — uma fidelidade à própria vida, em sua urgência de ser viva.


O corpo busca permanência. A alma, travessia. O corpo se acomoda à tradição como quem repousa em um leito estreito, feito por mãos alheias. A alma, por sua vez, acorda no meio da noite, ofegante, desejando mundos que ainda não foram ditos. Ela sabe que há leis que matam o espírito em nome da aparência, e há transgressões que salvam a essência daquilo que chamamos divino.


Ela é chamada de imoral — mas só por aqueles que confundem moral com medo, virtude com imobilidade. A alma não se curva diante do que está cristalizado. Ela se curva diante do que pulsa, do que ama, do que ainda tem sangue nas veias.


Há uma sabedoria feroz em sua desobediência. Quando ela rompe, não é por desdém, é por fidelidade ao que é essencial. Ela rompe para que a tradição não apodreça em seu próprio vitral. Para que a herança não se transforme em cárcere. Para que a fé não se transforme em idolatria da forma.


A alma tem sede de inteireza. Mas não da inteireza que se encaixa, e sim daquela que se reinventa. Por isso, ela abandona o espelho — porque sabe que o reflexo não é realidade, é convenção. E convenção, para ela, é só a moldura de um retrato sem vida.


Ela se recusa a ser um eco. Quer ser gênese.


Ela se recusa a seguir por lealdade cega. Quer escavar o caminho com as próprias mãos, sangrando, se preciso for, mas em verdade.


E assim, escandalosamente viva, a alma imoral atravessa séculos, escrituras, liturgias. Beija o abismo com confiança, abraça a contradição como quem reencontra um irmão perdido. Porque ela sabe: onde há contradição, há criação. Onde há ruptura, há nascimento.


A alma imoral é, no fundo, a parte de Deus que em nós não aceita ser domesticada. É o divino selvagem. O sagrado que diz não — para poder dizer sim com inteireza. É o ventre da mudança, é o exílio da conformidade, é o lugar onde a verdade deixa de ser mandamento e se torna presença.


Não há futuro possível sem essa alma. Não há tradição que sobreviva sem a coragem de sua traição. E não há fé que mereça ser vivida, se não for atravessada por esse fogo lúcido — que arde, rompe e liberta.


Porque a alma, quando imoral, não se perde: ela regressa ao início, onde tudo era ainda promessa.

Bem maior que a areia que escorre pelos dedos, são as águas do oceano que inundam a nossa alma. o apanhador de nuvem de algodão