Somos Ligados pelas nossas Alma

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Seu coração se fechou com cadeados do passado. Sua alma rejeitara o desejo do amor e seu medo falou mais alto. Ela sentia-se vazia, mas se sentia segura sem o amor. Para ela, nada era mais importante do que sua sanidade.

Convém ao homem dar maior atenção à alma do que ao corpo, pois a excelência da alma corrige a fraqueza do corpo; a fraqueza do corpo, contudo, sem a razão, é incapaz de melhorar a alma.

"Decepção não mata!", alguém disse. Mas fere tão profundamente a alma que faz desacreditarmos da Vida

⁠Se a alma não me tocar primeiro, o corpo jamais me será suficiente — nem me arrisco a tentar.

Para um soldado, a arma é seu escudo, o Hino é sua oração, sua alma é a farda e o quartel o seu lar.

Fotografar é Ver Com a Alma


Eu vejo o mundo de uma maneira única, como se houvesse sempre uma nova perspectiva sobre a mesma coisa. Para mim, a fotografia não é apenas capturar uma imagem; é sobre enxergar o que os outros não conseguem ver. Acredito que o olhar de um fotógrafo tem a capacidade de transformar algo simples em algo valioso, essencial, e é isso que tento passar em cada clique.

Minha sensibilidade me permite ver além do óbvio, e é essa percepção que tento compartilhar com o mundo. Quando vejo uma cena, busco encontrar a alma daquele momento, algo que muitas vezes passa despercebido, mas que, para mim, é o que dá significado à imagem. É como se eu estivesse dando voz àquilo que só eu consigo enxergar, tentando transmitir um pouco da minha alma através do meu olhar.

Eu quero que as pessoas, ao olharem minhas fotos, consigam enxergar aquilo que elas mesmas não conseguem ver, que sintam a essência do momento. Acredito que a verdadeira beleza está na percepção, e é isso que tento capturar – uma nova maneira de olhar para o mundo.

⁠Não é o toque que me prende,
nem o desejo que me arrasta.
Se a alma não me chama antes,
o corpo nunca me basta.

Fotografia: A Alma no Olhar


Fotografar, para mim, é a arte de perceber o mundo de forma única e sensível. A fotografia não é apenas sobre capturar uma imagem, mas sobre transformar a maneira como as coisas são vistas. Busco mostrar o que muitas vezes passa despercebido pelo coletivo, revelando o que falta nos olhos comuns: uma conexão emocional, uma alma no olhar.

Essa sensibilidade me permite enxergar as camadas ocultas de cada cena, trazendo à tona a essência do que está sendo fotografado. Cada clique é uma forma de compartilhar com o outro o que a visão cotidiana não alcança, uma maneira de mostrar que a beleza está muitas vezes escondida na simplicidade, na luz, na sombra, no ângulo. Ofereço aos espectadores uma nova perspectiva, algo que não poderiam ver por si mesmos, pois, minha visão está imbuída de alma e significado.

Uma imagem vai além da técnica; nela, estão contidas histórias e sentimentos. Nela também reside o poder de comunicar sem palavras. Contém experiências e é um convite para que o outro se conecte com a visão mais profunda e sensível do mundo.

Reflexos da Alma: A Arte de Capturar e Expressar

⁠Cada imagem é uma janela aberta para o íntimo, uma fração de alma capturada em um instante. A fotografia, como uma linguagem silenciosa, fala ao coração de quem a observa, conectando sentimentos que palavras às vezes não conseguem. Mas, assim como uma imagem, as palavras também carregam o peso do que não se vê, traduzindo o invisível em sentimentos tangíveis. Quando unimos esses dois mundos — a visão e a expressão escrita —, criamos uma ponte entre o visível e o intangível, onde as emoções se encontram e se revelam.

Uma mulher bonita é o paraíso dos olhos, o inferno da alma e o purgatório da bolsa.

Choro, água temperada da alma, conta silencioso e salgado as minhas dores e os meus amores.

A gente tira os óculos e fica tudo meio embaçado, mas a alma continua distinguindo os mínimos detalhes.

"Mas naquele momento minha alma estava à mercê de um desespero tenebroso: eu me afundava, eu mesmo me afundava, então quem é que eu poderia salvar?"

— Duas Narrativas Fantásticas

A meta e propósito da música é a glória de Deus e o refrigério da alma. Se algo não leva isso em consideração, não é verdadeira música, mas apenas gritaria e agitação diabólica.

O corpo quase sempre sofre mais durante a vida do que no momento da morte; a Alma nenhuma parte toma nisso. Os sofrimentos que algumas vezes se experimentam no instante da morte são um gozo para o Espírito que se vê chegar o termo do seu exílio.

Allan Kardec
O Livro dos Espíritos

Acontece que nasci com a fé no bolso e a alma limpa. E é nos caminhos tortos que me encontro, nas palavras duras que me ajeito, me conserto e vou. Sigo e não paro nunca. Destino: felicidade. Sim, sou uma otimista de carteirinha. E é por isso que trago sempre comigo um tanto de leveza, brilho nos olhos e esse sorriso largo... e desde já aviso: Vou chegar lá...

Não tenho medo de transbordar. Sigo caindo, me arranhando. Minha alma fica ferida. Carrego cicatrizes que para sempre serão lembradas. E mesmo assim, transbordo. Vou jogando intensidade em tudo o que faço. Em tudo o que sinto. Minhas amizades são cultivadas com verdade. Os meus amores são eternos. Sinto a certeza batendo forte no meu peito. Minha esperança nas pessoas é infinita. Me arrebento, mas não caio
na armadilha de viver nada sem graça.
Sem ritmo. Sem cor. Pela metade.
Por isso a minha gargalhada é alta
e os meus olhos brilham.

A verdadeira Amizade nos ajuda
a superar momentos difíceis.
Ela é o refresco para uma alma cansada
e o farol que iluminará
os momentos escuros de nossa vida...

Ser Artista é:
Ser inquieto
Triste as vezes
Ansioso sempre
Na alma um desejo ardente
de poder fazer Arte
É esse sentimento louco
Que me invade aos poucos
Nessa ânsia latente
De repartir o que me parte!

ÚLTIMO SUSPIRO

A escuridão abraçou minha alma vazia
Vejo meu mundo se diluindo, sufocado pela
Mortalha do destino.
Gotas rubras pingam de meus pulsos dilacerados
Frias, sem dor, sem vidas...
Nada mais importa, apenas meu último suspiro.
Vejo a luz esvanecer e a escuridão eterna me engolfar.
Sinto o mórbido sussurro da morte me chamando,
Enquanto a chuva entoa sua lamúria no vale da névoa fúnebre.

Minha essência melancólica mergulha
Na solidão da natureza morta.
Agora eu posso vagar ao lado dos emissários do silêncio,
Nas sombras gélidas, eu caminho em meio aos túmulos ermos
Sentindo as brisas deprimentes soprarem minha lápide!
Meu mundo agoniza, tudo que resta, são memórias esquecidas.

No orvalho da floresta, minhas cinzas caem e
São sopradas pelos ventos frios do inverno.
Agora posso voar como os corvos,
Enquanto meu espírito mórbido descansa
No vale do silêncio eterno.