Somos Ligados pelas nossas Alma
Na vastidão da existência humana, onde o efêmero e o eterno se entrelaçam, somos muitas vezes convocados a refletir sobre a essência de nossa jornada. Neste espaço de introspecção, surge a figura do Criador, cuja presença transcende o ordinário e se manifesta em cada pulsar da vida.
Majestosa águia…
Em meio às adversidades cotidianas, somos frequentemente desafiados a manter nossa serenidade diante de provocações que testam nossa paciência e equilíbrio emocional. Imagine, por um instante, a majestosa águia, que, ao perceber um corvo incomodando-a incessantemente, não desperdiça sua energia em um confronto direto. Ao invés disso, a águia simplesmente alça voo a altitudes inacessíveis ao corvo, elevando-se acima do tumulto e encontrando paz nas alturas.
Este comportamento sábio nos oferece uma poderosa lição sobre autocontrole e resiliência. A águia nos ensina que, diante das provocações, não precisamos retribuir na mesma moeda, nem nos deixar enredar por conflitos infrutíferos. O verdadeiro poder reside na capacidade de se elevar acima das circunstâncias, mantendo a mente clara e o coração tranquilo.
Assim como a águia, podemos escolher nossas batalhas com sabedoria, preservando nossa energia para o que realmente importa e cultivando um espaço interno de paz. Ao compreender que não somos obrigados a responder a cada provocação, descobrimos a liberdade de viver em harmonia com nossos valores, transcendendo as limitações impostas pelos outros, e encontrando força na tranquilidade de um espírito inabalável.
A serenidade, portanto, não é um sinal de fraqueza, mas sim de uma força profunda que nos permite moldar nosso próprio destino, indiferente às tempestades que nos cercam. Que possamos, então, aprender com a águia a arte de voar alto, deixando para trás tudo aquilo que busca nos deter.
Pois o que somos não pode ser apagado por quem não sabe sequer iluminar-se...
Há na humanidade uma espécie peculiar de fragilidade disfarçada de força, indivíduos que, em sua incapacidade de criar, buscam parasitar o que outros constroem. Como aves de rapina desprovidas de garras ou presas, não enfrentam, não lutam, não se lançam ao risco de conquistar por mérito próprio. Em vez disso, rondam incansavelmente aqueles que brilham, aguardando o momento oportuno para se alimentar das migalhas de sua queda. São almas que não possuem voo próprio, mas que se movem em círculos, orbitando o talento alheio, como satélites de uma luz que não lhes pertence.
Essas pessoas habitam uma existência marcada por um vazio silencioso, um abismo interno que as impede de enxergar sua própria essência. A inveja as consome, mas não a inveja do ódio estridente; é uma inveja sutil, quase patética, que se expressa na bajulação, na falsidade, no sorriso forçado que tenta disfarçar a vergonha de sua própria insuficiência. Vivem da energia dos outros, como parasitas emocionais, e suas vidas se tornam uma farsa contínua, uma peça teatral onde o ego é o protagonista e a autenticidade, o grande ausente.
No fundo, são dignas de compaixão, mas não de piedade. A compaixão verdadeira exige distância, exige a força de compreender que o vazio que carregam é um reflexo de suas escolhas e de sua recusa em enfrentar a si mesmas. Como bem dizem as escrituras, devemos amar até mesmo aqueles que nos desejam o mal, pois o amor é o único antídoto contra as trevas que habitam o coração humano. Contudo, amar não significa compactuar. É necessário manter-se firme, ser luz sem permitir que essa luz seja sugada por quem não sabe, ou não quer, resplandecer por conta própria.
Essas pessoas são movidas por um ego frágil e inflado, uma máscara que esconde a profunda insatisfação consigo mesmas. Elas gritam para serem ouvidas, não porque têm algo a dizer, mas porque têm medo do silêncio que revelaria sua insignificância. São frágeis, não no sentido de merecerem cuidado, mas no sentido de que sua fragilidade as torna perigosas. Não sabem construir, mas sabem destruir; não sabem criar, mas sabem roubar; não sabem brilhar, mas sabem apagar.
E, ainda assim, o que fazer além de seguir no caminho do bem? Não é nossa tarefa julgá-las, tampouco é nossa obrigação salvá-las. Devemos manter o foco em nossa própria jornada, protegendo nossa luz, fortalecendo nossas raízes, e permitindo que a verdade, como um rio, flua de forma natural. Pois a verdade é implacável: aqueles que vivem da farsa cedo ou tarde serão engolidos por ela. E quando isso acontecer, não haverá nada, nem ninguém, para sustentar o castelo de cartas que construíram. Restará apenas o vazio que sempre esteve lá, esperando para consumi-los.
No fim, a queda dessas pessoas é inevitável, não porque alguém a deseje, mas porque é a consequência natural de uma vida construída sobre ilusão e sombra. Que elas encontrem, nesse momento, a coragem que lhes faltou para olhar para dentro. Que o vazio, ao invés de as destruir, as ensine. E que, enquanto isso, nós sigamos sendo luz, não para elas, mas para o mundo. Pois o que somos não pode ser apagado por quem não sabe sequer iluminar-se.
Entre erros e acertos…
Há momentos na vida em que somos convocados a sermos vilões em histórias que não escrevemos. É curioso perceber como, às vezes, sem intenção ou consciência, nos transformamos no espelho onde outros projetam suas dores, frustrações e carências. Não importa o quão genuínos sejam os nossos gestos, o quão sinceros sejam os nossos atos: algumas pessoas precisarão nos moldar em algo que justifique suas próprias narrativas. E isso não diz sobre quem somos, mas sobre o que elas precisam enxergar.
Aceitar esse papel é, antes de tudo, um exercício de liberdade. Não a liberdade que agrada, que se curva, que busca validação a qualquer custo, mas aquela que nos mantém íntegros, mesmo quando o mundo à nossa volta insiste em nos julgar. É melhor ser autêntico e incompreendido do que perder-se no labirinto de expectativas alheias. Porque, no fim das contas, agradar a todos é um jogo injusto — e o preço é sempre a nossa essência.
As opiniões que os outros formam sobre nós são, quase sempre, reflexos deles mesmos. Quem nos detesta sem conhecer, quem nos julga sem buscar entender, está, na verdade, lidando com suas próprias feridas, não com a nossa verdade. Não cabe a nós corrigir percepções equivocadas, muito menos abrir mão da nossa paz para justificar quem somos. Afinal, se alguém tem algo a resolver conosco, que nos procure. E se não nos conhece o bastante para isso, será mesmo que vale a pena carregar esse peso?
Entre erros e acertos, sigo aprendendo. Já tropecei, já decepcionei, mas também já amei, edifiquei e cresci. E, nesse constante aprendizado, a lição mais valiosa tem sido ser justo comigo mesmo: permanecer fiel ao que acredito, respeitar meus limites, e, acima de tudo, cultivar a paz que nasce do autoconhecimento. Que a minha autenticidade incomode, se for preciso. Porque a tranquilidade de viver sem máscaras vale infinitamente mais do que a aprovação de quem nunca enxergará além das suas próprias sombras.
Criança
Não devemos nunca abandonar esse lado de criança
Que somos!!!!!!
O que deve mudar são os sonhos!!!!!!!
O que somos ????
Um monte de energia comandados por uma energia maior em evolução para o bem ou para o mal , infelizmente !!!!!
O que somos e para onde vamos ???
"Somos do tamanho dos nossos sonhos e vamos para aonde impera anossa fé."
Resposta da minha filha Renata quando disse a ela que nós, Eu e Cassia somos muito ligado aos nossos dois , ela e Henrique nosso outro adorado filho , que não era super proteção e sim amor de mais e isso era coisa de italiano emotivo !!!
resposta
Graças a Deus somos uma família italiana, e você e a mamãe são mais que pais italianos!!! ADOREI!!!!! Espero conseguir fazer com a Rafaella pelo menos a metade que vocês fizerem e fazem comigo e com o Henrique, que com certeza já vai ter sido muito!!!! Amo vocês MUITO!!!!! Não acredito que neste mundo exista pais com vocês!!!!!!!
Beijos,
Naná
P.s. Devo dizer sempre que amo muito vocês, não é da boca pra fora é que as vezes a gente pensa que é brega falar o quanto AMA os pais, mas vocês merecem ouvir todos os dias!!!!! Estou chorando enquanto escrevo, talvez, por isso não consigo falar sempre!!!
Céu ou inferno????
A grande parte do nosso inferno ou céu é aqui, e nós , somente nós, somos os responsáveis .
Homens invencíveis
Quando crescemos somos a ensinados á não chorar, "porque homem não chora". Nos ensinam a não demonstrarmos os sentimentos mais profundos que carregamos dentro de si.
Um choro, um ato de demonstração de paixão, é ridicularizado até por nós mesmos, nos criam para sermos ogros, e depois pedem para demostrarmos os nossos gostos.
Se somos frios em nossa infância é porque estamos sendo homens, mas se crescemos e não demostramos carinho e afeto; somos homens insensíveis.
Não me ensine a ser frio, e depois me peça afeto, quando eu já estiver aprendido a ser frio.
As vezes somos abatidos de uma forma tão intensa e brutal,
que a recuperação dos sentidos, da razão e da fé:
Tornam-se quase irreversíveis.
Somos marionetes, alguns gostam de ser, alguns nem enxergam suas cordas, e outros Vêem mas não podem fazer nada, pois se cortarem suas cordas, cortarão sua vida.
Não somos totalmente imunes à nossa natureza, nem totalmente escravos dela. No fim é isso que nos torna humanos.
Somos uma máquina perfeita, funcionamos quando todos os componentes estão saudáveis. O cérebro começa a falhar, e todo o corpo sofre, todo o corpo falha. Quando doente, percebi quão frágil é essa “máquina perfeita”. Cada célula agonizante reverberou em dor física e mental, lembrando-me que a dependência mútua entre corpo e mente torna qualquer lesão em um colapso sistêmico.
Somos cordas… E a vida, um martelo de piano. A cada golpe, dor, doença, preconceito, vamos desafinando… Minhas forças se esvaem, minhas emoções tremem em dissonâncias. Ainda assim… insisto em vibrar, tentando harmonia
onde só há fúria.
