Somos Ligados pelas nossas Alma
Os olhos e os pés voltados para frente, são sinónimos de que não devemos condicionar as nossas vidas ao passado.
Ha um tempo da beleza.
Vejamos nossas velhas fotos.
Éramos todos jovens em um período, e em outro velhas faces enrugadas e debeis.
Vivamos o tempo real.
O que passou nas nossas cabeças, depois de sobreviver ao furacão, é que nós sobreviveríamos a qualquer coisa. E estávamos errados.
"Nascemos escolhidos pelo destino, mas quanto as nossas amizades, esses são laços de cujo feitio somos nós que escolhemos atar os nós."
Não fomos nós que chamamos Deus para entrar em nossas vidas. Foi Deus que nos chamou para vivermos na vida d'Ele.
Almas feridas!...
Lambendo as nossas feridas físicas e emocionais
Mentalmente...
Voltamos no tempo das férreas vontades
Quando então queríamos porque queríamos
Ser tudo!...
Tudinho ser, sentir e viver
Na mais completa e vitalícia (?) felicidade.
Mas, qual quê!...
Eu mesmo... Como eu amaria poder voltar a ser
- Mesmo que por um só dia, hora ou minutinho... -
Aquele pequeno ser humano quase ainda imberbe, mas estudioso e admiravelmente dedicado
Cabo Calculador de Central de Tiro, na minha sempre e sempre gloriosa Artilharia...
Quando ali, quase de pronto, tudo eu calculava para que as Baterias de Tiro acertassem os alvos precisamente definidos
Mas na vida, bem logo passei a derivar, derivar, derivar...
...Afastando-me do seguro caminho desde ali precocemente descortinado.
Enquanto isso, na magia do amor...
Ah, querem mesmo saber?
Com a esperada vênia de todos os meus amados leitores, principalmente das minhas empáticas leitoras!
Aqui me reservo o sagrado direito de não falar nos meus tantos amores desiludidos...
...Até mesmo para não vir a produzir mais provas contra mim mesmo
nesse meu delicadíssimo aspecto sentimental e passional.
E assim, mesmo tropegamente, seguem nossas vidas!
Um passinho pra lá, outro passinho pra cá...
E lá vamos nós todos timidamente a derivar!
(Afastar-se dos caminhos seguros previamente escolhidos e racionalmente definidos)
Derivar, derivar, derivar!
Derivar a não mais poder... Para só então depois, bem depois de uma "outra vida" vivida ou meramente sobrevivida, pois completamente distinta daquela nossa vida original, quiçá poder vir a nos aposentar e dedicar exclusivamente a reviver emocionalmente, e mais ainda sonhar, sonhar e sonhar! com as pequenas e esporádicas circunstâncias realmente felizes que vivemos aqui, alhures e acolá.
A isso tudo nos conformamos enquanto mais ainda nos dedicamos a lamber as nossas feridas físicas e emocionais.
Não ria! Até mesmo porque, somando excessivas cautelas e indecisões, você também vai chegar lá...
No aguardo de alguém que se arrisque ao menos a tentar explicar a lógica (ou falta de...) de vida daqueles que insistem em viver a mercê dos sentimentos,
Armeniz Müller.
...Oarrazoadorpoético.
"Nossas vidas são como as estradas, algumas nos levam ao paraíso, e outras nos levam a lugar nenhum."
Garimpo selvagem
Quanta tristeza e destruição
Em nossas matas e florestas
Vai secar, ainda a plantação
Um deserto que não presta
O garimpo é para joias criar
Pouca gente vai se enfeitar
Poucas pessoas vão lucrar
E a natureza vai se erosar
A erosão vai com tudo acabando
As crateras, as árvores vão matar
Muitas nascentes vão secando
Assim muitos rios vão secar
O desmatamento também seguindo
O homem só pensa em ganhar dinheiro
E vai assim tudo destruindo
Seja o garimpeiro ou madeireiro
É preciso prestar bem atenção
Pensar bem na sustentabilidade
Para o bem do planeta e nação
Ter a natureza em qualidade...
NORMA AP SILVEIRA DE MORAES
Se soubéssemos a responsabilidade das nossas palavras pronunciadas, teríamos mais cuidado ao falar.
Pecamos contra nós mesmos quando abrimos mãos das nossas vontades mais fecundas.
Nascemos corajosos, mas o mundo ou desbrava essa coragem em alguns ou torna outros covardes.
Sendo corajosos, lidamos com o problema e o tratamos como desafio. Atribuímos-lhe apenas o caráter adverso que ele de fato tem. Não lhe damos mais amarras. Sendo covardes, nos fundimos ao problema e nos tornamos parte dele.
Não temos potencial de resolver questões se antes não estivermos em equilíbrio com nós mesmos.
Não roubem de nossas crianças a infância que lhes é peculiar, as tradicionais brincadeiras de rodas e o sorriso em cada olhar.
É uma pena que a maioria das nossas avós vão embora antes de virarmos pessoas que sabem aproveitar uma conversa.
