Somos Frutos de uma Geracao

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Falam muito, julgam mais do que deveriam e sabem pouco.
Sintomas comuns de uma patologia chamada ignorância.
Previna-se porque a única cura pra essa doença se chama bom senso e ele não é encontrado com facilidade.

A ignorância é uma forma de morrer antes do tempo.

A palavra deixou de ter conteúdo e de ter qualquer coisa dentro, é pronunciada com uma leviandade total.

Uma Ostra

Você sabia que uma ostra que não foi ferida não produz pérolas?

As pérolas são uma ferida curada.
Pérolas são produto da dor, resultado da entrada de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou um grão de areia.

A parte interna da concha de uma ostra é uma substância lustrosa chamada nácar. Quando um grão de areia penetra, as células do nácar começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas para proteger o corpo indefeso da ostra. Como resultado, uma linda pérola é formada!

Uma ostra que não foi ferida, de algum modo, não produz pérolas, pois a pérola é uma ferida cicatrizada:

Você já se sentiu ferido pelas palavras rudes de um amigo?
Já foi acusado de ter dito coisas que não disse?
Suas ideias já foram rejeitadas?

Então produza uma pérola... cubra suas mágoas e as rejeições sofridas com camadas e camadas de amor.

Lembre-se apenas de que uma ostra que não foi ferida, não produz pérolas, pois uma pérola é uma ferida cicatrizada!

Às vezes você só percebe a importância de um momento quando se torna uma grande lembrança.
Boa tarde!

Uma parte de mim é todo mundo: outra parte é ninguém: fundo sem fundo. Uma parte de mim é multidão: outra parte estranheza e solidão. Uma parte de mim pesa, pondera: outra parte delira. Uma parte de mim é permanente: outra parte se sabe de repente. Uma parte de mim é só vertigem: outra parte, linguagem. Traduzir-se uma parte na outra parte - que é uma questão de vida ou morte - Será arte?

Você é como uma flor que rego no meu jardim. Dou carinho e amor, pois é a mais linda para mim.

Bom dia 26/11/2016

Muitas vezes a roupa costurada tem muito mais valor que a uma peça nova, portanto nunca jogue fora o velho balde que por anos suportou o peso de suas atitudes insanas, sem saber se o novo suportará uma única viagem apenas.

Nascemos de uma explosão:
átomo ou ovo primordial
a miniatura do nada.
Espaço, tempo, matéria
e o infinito num ponto.
Onde é que Deus estava
nesta singularidade?

E o amor é apenas uma camuflagem para o que parece ser raiva novamente...

Só uma coisa torna um sonho impossível: o medo de fracassar.

Corinthians,
sua marca está gravada,
marcadas em sangue,
no coração de uma torcida apaixonada,
na veia que pulsa,
na garganta que exclama,
na razão que ama.

Corinthians,
tua história te julga,
tuas glórias te enaltece,
teu passado sofredor,
glorifica o sentimento,
de uma nação inteira,
sofredora, pobre e guerreira.

Corinthians,
de duas décadas e três anos,
seu sofrimento consumiu nossos corações,
nos deixou aptos a superar,
superar o medo, a dor, as gozações,
expandindo em amor suas multidões,
identificando o povo, o nosso povo.

Corinthians,
tua camisa pesa,
teu chão estremece,
pela torcida que pula e não para,
torcida que inflama,
a bola que rola,
é movimentada pela massa corinthiana.

Corinthians,
corinthians das multidões,
corinthians das canções,
corinthians dos corações,
dos corações apaixonados,
ligados, viciados,
viciados cada vez mais em ti,
pois em 100 anos de história não queremos milhares de conquistas,
pro verdadeiro corinthiano basta que você exista.

Tolerância Zero

Cena 1: Sujeito entrando em uma agropecuária.
- Tem veneno pra rato?
- Tem!, Vai levar? - Pergunta o balconista.
- Não, vou trazer os ratos pra comer aqui!

Cena 2: No caixa do banco, o sujeito vai descontar um cheque.
A pergunta: Vai levar em dinheiro???
- Não! Me dá em clips e borrachinhas!

Cena 3: Casal abraçadinho, entrando no barzinho romântico.
A pergunta: Mesa para dois?
- Não, mesa para quatro, duas são pra colocar os pés.

Cena 4: O sujeito apanhando o talão de cheques e uma caneta.
A pergunta: Vai pagar com cheque?
- Não, vou fazer um poema pra você nesta folhinha

Cena 5: Sujeito no elevador (no subsolo-garagem).
A pergunta: Sobe?
- Não, esse elevador anda de lado.

Cena 6: Sujeito na praia, fumando um cigarro.
A pergunta: Ora, ora! Mas você fuma?
- Não eu gosto de bronzear os pulmões também.

Cena 7: Sujeito voltando do píer com um balde cheio de peixes.
A pergunta: Você pescou todos?
- Não, alguns são peixes suicidas e se atiraram no meu balde.

Cena 8: Homem com vara de pescar na mão, linha na água, sentado.
A pergunta: Aqui dá peixe?
- Não, dá tatú, quatí, camundongo.... Peixe costuma dar lá no mato...

Cena 9: Edifício pegando fogo, funcionários saindo correndo.
A pergunta: É incêndio?
- Não, é uma pegadinha do Silvio Santos!

Cena 10: Sujeito no caixa do cinema.
A pergunta: Quer uma entrada?
- Não, é que eu vi essa fila imensa e queria saber onde ia chegar.

Quando você está dormindo e alguém pergunta:
Você está dormindo?
E você diz: Não, estou treinando para morrer...

Quando você leva um aparelho eletrônico para a manutenção!
O técnico pergunta:
Tá com defeito?
E você responde: Não, é que ele estava cansado de ficar em casa e eu o trouxe para passear...

E quando seu amigo pergunta!
Vai sair nessa chuva?
E você diz: Não, eu vou na próxima...

E quando você acaba de levantar, vem 1 idiota e pergunta:
Acordou?!
E você diz: Não, sou sonâmbulo...

E quando você liga da sua casa para um amigo, ele vê no celular e pergunta: Onde você está?
E você diz: No Pólo Norte. Um furacão levou a minha casa pra lá...

E quando você acaba de sair do banho, vem um besta e pergunta: Tomou banho?!
E você diz: Não, eu dei um mergulho no vaso sanitário...

Sinto uma falta absurda de você. Ficou um vazio que ninguém (pre)enche. E penso e repenso e trepenso em você por aí.

Receita para um dálmata
(ou Soneto branco com bolinhas pretas)
Pegue um papel, ou uma parede, ou algo
que seja quase branco e bem vazio.
Amasse-o até que tome forma
de um animal: focinho, corpo, patas.

Em cada pata ponha muitas unhas
e em sua boca muitos dentes. (Caso
queira, pinte o focinho de qualquer
cor que pareça rosa). Atrás, na bunda,

ponha um fiapo nervoso: será seu
rabo. Pronto. Ou quase: deixe-o lá
fora e espere chover nanquim. Agora

dê grama ao bicho. Se ele rejeitar,
é dálmata. Se comer (e mugir),
é uma vaca que tens. Tente outra vez.

(A Partir de amanhã eu juro que a vida vai ser agora, 7Letras, 2008

E quantos segredos traz o coração de uma mulher?

Ironia é uma figura de linguagem das MAIS NOBRES que existe. Não se explica. Não vem com bula, nem manual de instruções, e muito menos com #Ironicmodon - Sendo assim... Se for usá-la, tenha certeza de que poderá ser mal interpretado.

O amor é como uma borboleta. Por mais que tente pegá-la, ela fugirá. Mas quando menos esperar, ela estará ali do seu lado. O amor pode te fazer feliz, mas às vezes também pode te ferir. Mas o amor será especial apenas quando você tiver o objetivo de se dar somente a um alguém que seja realmente valioso. Por isso, aproveite o tempo livre para escolher.

O reinado da mulher talvez venha um dia a ser realidade, mas será precedido por uma greve geral do amor. O sexo que suportar por mais tempo essa inactividade acabará por triunfar sobre o outro.

O mundo sem Deus seria uma fábula contada por um idiota num acesso de raiva.