Somos Frutos de uma Geracao
O indivíduo em si é uma abstração, a verdadeira existência é coletiva. Não há projeto pessoal que não seja social, pois o eu só se define em relação ao outro.
Não tenho muitos projetos ou ambições pessoais, mas não me sinto sem rumo ou perdido, porque tenho sonhos de transformação social, de um mundo onde a solidariedade é real, e onde a justiça é mais que um ideal.
A minha luta é por um mundo novo, onde as diferenças não nos dividam mais. Minha vontade é de somar, contribuir, e de me sentir parte, pois acredito na força do coletivo, na união dos que sonham juntos, e no poder da luta por um objetivo.
As grandes realizações são fruto da cooperação, do esforço conjunto de muitos indivíduos. O sucesso não é mérito de um único herói, mas da força da coletividade que o sustenta.
Não é a competição que nos move, mas a vontade de construir um mundo melhor, de realizar nossos sonhos coletivos, e de deixar um legado para as gerações futuras, que certamente nos farão de escada, como antes fizemos os antigos.
A solidariedade é o que move o mundo, o eu se dissolve no nós. Não há sentido em viver num reduto quando o todo é o que nos faz algozes.
Não busco ascender sozinho aos céus, mas ser um dos trampolins para a luta que ilumina. O que tenho são projetos coletivos, sonhos compartilhados, e a certeza de que juntos podemos construir um futuro mais justo, mais humano e mais feliz.
Não almejo a fama ou riqueza, mas a igualdade e a justiça, para que todos tenham a verdadeira riqueza, e não só os privilegiados dessa nossa sociedade injusta. É nessa construção de um mundo mais vivo que encontro minha verdadeira realização.
Afinal de contas, o que é o sucesso? Apenas o acúmulo de bens e posses? Ou a sensação de ter feito algo, que realmente faça diferença?
Não é a minha vitória, mas a nossa conquista. O meu sucesso é o sucesso coletivo, é a vitória da humanidade em conjunto para dar voz aos excluídos. Não é o indivíduo que deve se engrandecer, mas sim a coletividade que deve prevalecer.
O Direito é uma ciência que nos rege, mas quem são seus donos, quem decide o que ele protege?
Direito e poder, um jogo sutil, onde a lei é o véu que encobre a realidade, e as classes dominantes, em seu controle habilidoso, usam o sistema jurídico para manter sua supremacia.
O Direito é um instrumento de dominação. As classes dominantes o utilizam como escudo para manter o status quo, o poder, o escuro.
Fruto de um embate histórico e social, o direito é o campo onde isso se esconde. É um espelho da sociedade, onde as ideologias se manifestam. A história do direito é a história da luta, das classes em disputa pelo poder e pela definição do que é justo. Portanto, não há como negar, que o direito é um reflexo, de quem domina e quem vai lutar. Não é uma entidade neutra, é claro, mas sim um instrumento de controle, onde os dominantes estabelecem a norma, e definem quem pode, quando e onde; em última instância, pelo direito impõem sua vontade, enquanto os oprimidos lutam pelo seu espaço e sua liberdade. É na dialética do conflito que o direito se transforma, e a justiça surge como um ideal a ser alcançado.
A história do direito uma vez entendida como tal, também pode ser vista como uma história de resistência, como uma luta que continua, sempre renovada e atual, para que a justiça seja o horizonte da nossa emancipação.
A justiça parece cega, mas enxerga muito bem quem tem o poder, quem tem a força, quem tem o bem. E assim, as desigualdades se perpetuam enquanto o direito é usado para que elas fluam.
O Direito pode ser esse instrumento de dominação, mas também pode ser um caminho para a transformação. Cabe a nós delimitar qual será o seu destino.
A justiça, que deveria ser imparcial, na prática é influenciada pelos mais poderosos, que moldam as leis e regulamentos para favorecerem seus próprios interesses.
A estrutura legal é como um muro, que separa os que têm e os que não têm, onde os ricos e poderosos se protegem, e os pobres e desfavorecidos são condenados. Contudo, a resistência não está morta, há aqueles que lutam por mudanças, que buscam uma sociedade justa e igualitária.
Por isso, devemos olhar para além das leis, e questionar a natureza do poder para construir uma sociedade onde a justiça seja real, e o direito seja um instrumento para o bem comum.
É nesse embate que o direito transforma-se, de instrumento de dominação, a arma da libertação, para aqueles que ousam lutar, que se revoltam, e fazem da justiça uma questão de afirmação, um meio para a emancipação. Uma afirmação do direito, em essência, como um bem social, e não um braço de uma sociedade desigual, que antes usado para manter a desigualdade e os privilégios preservados.
O que é preciso? Despir o direito de toda a sua ideologia, e enxergá-lo como uma prática histórica e social que pode promover a autonomia. Deve-se voltar para a análise crítica, sem despeito, e entender como as leis se originam e se aplicam, e como os interesses das classes dominantes as influenciam. Enxergando o direito como ele é, uma construção que reflete as relações de poder e as lutas políticas de cada época, que moldam a sociedade e o seu viver. Nãocomo um conjunto de regras abstratas e universais, como um dado da natureza, mas sim um produto social que define o que é justo ou desigual.
A vida é como uma grande festa, onde você conhece bastante gente, e sempre chegam novas pessoas, mas em algum momento essas pessoas irão embora, e você também irá, e o mais triste de tudo isso é lembrar que essa festa continuará sem você.
A vida é uma viagem sem sentido,
Um caminho que nos leva ao nada.
Nossos esforços são em vão,
E tudo que fazemos é passageiro.
Não há propósito na existência,
Apenas a dor e a solidão.
Não há verdade ou justiça,
E toda a luta é inútil.
Nossos sonhos e ambições,
Desaparecem com o tempo.
Tudo o que resta é a tristeza,
E a esperança de tempos melhores.
Mas mesmo assim, nós seguimos,
Como marionetes controlados pelo destino.
Caminhando sem rumo,
Em busca de algo que nunca encontraremos.
Assim é a vida, cruel e vazia,
Um labirinto sem fim.
Mas não há escapatória,
E nós somos presos aqui para sempre. Ou será que não somos?
Muito no dia, dia bom!
Muitos estão esperando uma segunda onda da Covid 19, o que vale dizer, esperando a morte, a desgraça, etc.
Que tal mentalizarmos uma onda de coisas positivas, ao invés de uma segunda onda da Covid 19?
Afinal, "basta a cada dia o seu próprio mal", disse o Mestre.
A fé em Deus é uma força inerente ao espírito, por isto, o humano natural, cujo espírito, "dorme", não pode desfrutar deste privilégio, disponível a todos, porém, acessível por meio do espírito.
A fé é uma força espiritual, superada apenas pelo amor. 🤔😃
Mais vale alguns segundos na Tua presença, a uma vida longeva, sem Ti conhecer, ó Pai-Nosso.
A vida é muito "cara", para, simplesmente, passarmos por ela.
Identidade é igual raiz.
Destruir a identidade, seja de alguém, ou de uma nação, o resto, é só uma questão de tempo.
A empresa, por sua própria natureza, é uma instituição total, onívora, que gostaria de absorver o trabalhador o tempo todo.
Uma pessoa que passa a vida toda, todos os dias, dez horas no trabalho, acaba por sentir-se indispensável aos propósitos da organização. Se dispõe de tempo para si, não sabe como usá-lo.
A Coca-Cola é uma substituta da água da fonte, o ecstasy também é substituto do amor, a heroína é uma substituta da viagem.
Estamos desabituados de uma tal maneira a fazer as coisas com calma, que assim que dispomos de uma hora livre a enchemos de tantos compromissos ou tarefas, que o tempo acaba sempre faltando.
Com uma frequência sempre maior, a vida do trabalhador é transformada num inferno, porque as organizações das empresas se preocupam em multiplicar a quantidade de produtos, mas não dão a mínima para a felicidade de quem os produz.
O que o ser humano já desvendou do Universo é como um grão de areia em uma praia, mas a sua curiosidade é do tamanho de um oceano!
E há uma força dentro de nós capaz de mudar nossas trajetórias... E ela deve ser alimentada continuamente. Nos mantém focados, firmes e seguros das nossas metas e objetivos: é a determinação!
O fracasso e o sucesso estão separados por uma linha tênue. Nesse ínterim, para colher resultados positivos é preciso te boas doses de dedicação, motivação e foco nos objetivos!
Quando uma discussão é civilizada e pautada na razão, não há motivos para aumento do tom de voz ou para o uso de expressões pejorativas. O que prevalece é o bom senso!
Uma das poucas certezas dessa vida é que Deus é maior do que todas as nossas dificuldades e é Fiel para com aqueles que Nele depositam confiança!
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