Somos Frutos de uma Geracao
Somos a razão do sentimento,
A paixão em falar,
O silencio de um momento,
Simplesmente por calar.
Palavras confusas e verdadeiras,
Surgem como inspiração
Por prazer de alguma maneira
Em delírio e sedução.
Na verdade, todos somos falhos, não existe ninguém perfeito, não somos melhores, é essencial o respeito, mas o errado continua sendo errado, um erro, geralmente, não torna um outro justificado.
Somos reflexos de experiências vividas e lidas,
às vezes, imagens nítidas, outras embaçadas,
dependem de como são por nós absorvidas,
por nós reveladas,
num fluir contínuo, ainda que com parcialidade, de tudo uma razão,
uma aprendizagem,
estamos sempre em construção,
não há fuga desta realidade.
E no fim das contas, somos fragmentos de semblantes, de reações, de sentimentos,
Com defeitos e acertos, aprendemos e ensinamos, cada vez de um jeito,
Dos momentos compartilhados,
parte de nós fica, passa, visita,
Guardamos e Somos Guardados,
Esquecemos e Somos Dispensados
Em meio a Pensamentos e Corações, Livramentos e Gratidões,
Então, ainda que haja temporariedade ou falta de intenção,
Podemos Ser uma valiosa benção
ou uma necessária lição.
A partir do momento que focamos no nosso processo, passamos a compreender que somos o nosso próprio adversário, o qual deve ser enfrentado constantemente
até que passe para o nosso lado,
de qualquer forma,não podemos esmorecer pra que venham os almejados resultados.
Precisamos aprender a ignorar aqueles que nos fazem mal,
que não suportam ver alguém tendo a postura que deveriam ter
e contrariamente, devemos valorizar aquelas pessoas que torcem por nós de verdade, que ficamos gratos por tê-las por perto, que fazem parte da nossa felicidade sem omitirem aquilo que acham certo.
Não se trata de sermos melhores do que os outros, mas de sermos uma versão melhorada de nós mesmos
em cada amanhacer entre falhas e acertos, ouvindo muitas vezes o que não queremos se for necessário para que assim melhoremos.
Pelo visto, graças a Deus, chegaste arduamente neste estágio, pois notável é a tua determinação que faz de ti uma mulher linda e admirável,
uma inspiração de vida, portanto, ter amor por ti é inevitável, estar no teu coração é uma grande conquista.
Triste quando somos cúmplices de quem nos maltrata com atitudes ou com palavras, juntos agindo em prol do nosso próprio desgaste que sufoca a nossa alma, o dissabor da irracionalidade, quando o amor próprio infelizmente se apaga.
Lutamos com tanta frequência em diversas situações, somos testados, perdemos, lamentamos, temos tantos conflitos externos, alguns internos, excessos de cobranças, ficamos desgastados, notamos as nossas fraquezas, lágrimas descem pela face, sentimos o impacto das nossas inseguranças, o corpo fica cansado, o ânimo do espírito esmorece, então, toma conta um grande desagrado.
O que faz com que mais de uma vez, chegue um determinado momento que parece que tudo que fazemos não é suficiente, vem a triste sensação de fracasso, de que se está andando em círculos, que os erros são recorrentes, que não vale o sacrifício, nenhum tipo de cansaço, pois nada é o bastante, os ganhos são infelizmente ofuscados, pensamentos sufocantes, o coração aflito logo está todo em pedaços.
Acredito que todos passam ou já passaram por isso, apesar dos muitos motivos de gratidão, a propósito, estive várias vezes nesta situação inconveniente, talvez, agora mesmo, eu esteja, portanto, por incrível que pareça, não é só com você que acontece, erga-se, não deixe de lutar, não se menospreze, recomece, quanto menos lamentar, mais o seu vigor será fortalecido, a perseverança rejuvenesce, algo imprescindível.
Contudo, enfatizo que somos de carne e osso, humanos falhos, sofredores, estas fases de desânimos são apenas capítulos lamentáveis da nossa história e não o livro todo, também desfrutamos de momentos alegres, aprendemos, seguimos em frente, sonhamos, vencemos, conquistamos, consequentemente, poder viver ainda é um presente divino, luzes que às vezes esquecemos quando estamos feridos.
Nem tudo está perdido, li que Vincent van Gogh certa vez disse "A Arte é consolar aqueles que são quebrados pela vida", assim, na tentativa de consertar você, juntando os seus pedaços, espero que a arte dos meus versos possa consolar de alguma forma como uma linda música, verdade, melodia e palavras que através de uma voz emotiva alcanca a sua alma, lembrando que a fé em Deus é a luz que ilumina e guia durante toda a nossa jornada.
Na vida precisamos de alguém que nos lembre que ainda somos jovens, alguém que desperte essa paixão que existe dentro de nos.
Podemos crescer, mudar o cabelo, mudar a forma de se vestir, só não podemos mudar o que somos e fomos feitos para sentir e fazer.
Somos poeira, algo que vai embora, mas temos que agradar as pessoas aqui com coisas mundanas e físicas, infelizmente.
"Quando não somos o barco,somos a ondas,as conchas ou as sereias .
Em qualquer dos casos temos o sal nas veias.
Quando não somos a arte somos o engenho.
Em qualquer dos casos criamos o mundo ao nosso tamanho.
"Ás vezes não são os outros, somos nós. Ás vezes não somos nós, são os outros. Mas seja como for ...ás vezes a gente precisa de um grande ponto final, ou reescrever o capitulo todo e mandar as virgulas pro caraças "
"A gente não deve permitir que o tempo passe por nós. Somos nós que devemos passar pelo tempo. Somos criaturas mortais com heranças de eternidade ...não somos relógios. Temos portanto o privilégio de passar no tempo como a canoa que desliza nas águas serenas de um lago. Somos a canoa e a eternidade é nossa."
Somos sementes de grandeza plantadas no solo fértil do universo…
Certamente, vamos embarcar nessa jornada de palavras que elevam a alma e reacendem o fogo interior. Imagine um cenário onde a vida se abre como um livro de possibilidades infinitas, onde cada página virada é uma afirmação do nosso valor inato. A introdução dessa aventura é um sopro de ar fresco, um convite a reconhecer que, sim, merecemos coisas boas. Não por sorte, mas por direito divino de existir e contribuir com o brilho único que cada um de nós traz ao mundo.
Habituar-se às bênçãos que a vida nos apresenta não é um ato de arrogância, mas de reconhecimento. É como regar uma planta que cresce majestosa, oferecendo sombra e frutos a quem pensou, por um momento, que nosso caminho terminaria no fundo do poço. Ah, como se enganaram aqueles que duvidaram! Somos fontes inesgotáveis de resiliência, prontos para saciar a sede de quem precisa de inspiração.
A humildade é a chave que nos mantém enraizados, lembrando-nos de que, embora sejamos substituíveis, nossa singularidade é insubstituível. Não há outro você, não há outro eu. E nessa dança cósmica, é vital lembrar: quando a verdade não pode ser provada por palavras, não há necessidade de levantar a voz. O CRIADOR, com sua sabedoria infinita, é o arquiteto da justiça, e tudo é revelado a seu tempo.
Devemos, antes de tudo, ser o melhor para nós mesmos. Tentamos ser o melhor para os outros tantas vezes, e percebemos que nunca será suficiente para todos. Mas quando somos fiéis ao nosso próprio potencial, o universo conspira a nosso favor. Cada esforço, ainda que não receba aplausos, é observado pelo CRIADOR, que vê e valoriza cada detalhe.
Escolher sabiamente quem caminha ao nosso lado é essencial. Rodeie-se de pessoas que mencionariam seu nome em uma sala cheia de oportunidades. Essas são as verdadeiras jóias, os imparáveis que, mesmo diante das falhas, continuam a marchar. Vencedores são aqueles que persistem, que não desistem, que veem no fracasso uma chance de recomeçar.
O sucesso não é um acidente, é o resultado de trabalho árduo, perseverança, aprendizado constante e amor por aquilo que fazemos. Cada sacrifício, cada noite sem dormir, cada momento de dúvida é um passo na direção certa. E, no final, enquanto contemplamos o caminho percorrido, percebemos que a maior vitória é ter vivido plenamente, com propósito e paixão.
Assim, concluo com uma certeza que nos deixa de queixo caído: merecemos, sim, as coisas boas da vida, porque somos sementes de grandeza plantadas no solo fértil do universo. E enquanto nos movemos com determinação, o cosmos inteiro dança em sincronia com nossos passos.
Merecemos, sim, as coisas boas da vida, porque somos sementes de grandeza plantadas no solo fértil do universo. E enquanto nos movemos com determinação, o cosmos inteiro dança em sincronia com nossos passos.
Na vastidão da existência humana, onde o efêmero e o eterno se entrelaçam, somos muitas vezes convocados a refletir sobre a essência de nossa jornada. Neste espaço de introspecção, surge a figura do Criador, cuja presença transcende o ordinário e se manifesta em cada pulsar da vida.
Majestosa águia…
Em meio às adversidades cotidianas, somos frequentemente desafiados a manter nossa serenidade diante de provocações que testam nossa paciência e equilíbrio emocional. Imagine, por um instante, a majestosa águia, que, ao perceber um corvo incomodando-a incessantemente, não desperdiça sua energia em um confronto direto. Ao invés disso, a águia simplesmente alça voo a altitudes inacessíveis ao corvo, elevando-se acima do tumulto e encontrando paz nas alturas.
Este comportamento sábio nos oferece uma poderosa lição sobre autocontrole e resiliência. A águia nos ensina que, diante das provocações, não precisamos retribuir na mesma moeda, nem nos deixar enredar por conflitos infrutíferos. O verdadeiro poder reside na capacidade de se elevar acima das circunstâncias, mantendo a mente clara e o coração tranquilo.
Assim como a águia, podemos escolher nossas batalhas com sabedoria, preservando nossa energia para o que realmente importa e cultivando um espaço interno de paz. Ao compreender que não somos obrigados a responder a cada provocação, descobrimos a liberdade de viver em harmonia com nossos valores, transcendendo as limitações impostas pelos outros, e encontrando força na tranquilidade de um espírito inabalável.
A serenidade, portanto, não é um sinal de fraqueza, mas sim de uma força profunda que nos permite moldar nosso próprio destino, indiferente às tempestades que nos cercam. Que possamos, então, aprender com a águia a arte de voar alto, deixando para trás tudo aquilo que busca nos deter.
Pois o que somos não pode ser apagado por quem não sabe sequer iluminar-se...
Há na humanidade uma espécie peculiar de fragilidade disfarçada de força, indivíduos que, em sua incapacidade de criar, buscam parasitar o que outros constroem. Como aves de rapina desprovidas de garras ou presas, não enfrentam, não lutam, não se lançam ao risco de conquistar por mérito próprio. Em vez disso, rondam incansavelmente aqueles que brilham, aguardando o momento oportuno para se alimentar das migalhas de sua queda. São almas que não possuem voo próprio, mas que se movem em círculos, orbitando o talento alheio, como satélites de uma luz que não lhes pertence.
Essas pessoas habitam uma existência marcada por um vazio silencioso, um abismo interno que as impede de enxergar sua própria essência. A inveja as consome, mas não a inveja do ódio estridente; é uma inveja sutil, quase patética, que se expressa na bajulação, na falsidade, no sorriso forçado que tenta disfarçar a vergonha de sua própria insuficiência. Vivem da energia dos outros, como parasitas emocionais, e suas vidas se tornam uma farsa contínua, uma peça teatral onde o ego é o protagonista e a autenticidade, o grande ausente.
No fundo, são dignas de compaixão, mas não de piedade. A compaixão verdadeira exige distância, exige a força de compreender que o vazio que carregam é um reflexo de suas escolhas e de sua recusa em enfrentar a si mesmas. Como bem dizem as escrituras, devemos amar até mesmo aqueles que nos desejam o mal, pois o amor é o único antídoto contra as trevas que habitam o coração humano. Contudo, amar não significa compactuar. É necessário manter-se firme, ser luz sem permitir que essa luz seja sugada por quem não sabe, ou não quer, resplandecer por conta própria.
Essas pessoas são movidas por um ego frágil e inflado, uma máscara que esconde a profunda insatisfação consigo mesmas. Elas gritam para serem ouvidas, não porque têm algo a dizer, mas porque têm medo do silêncio que revelaria sua insignificância. São frágeis, não no sentido de merecerem cuidado, mas no sentido de que sua fragilidade as torna perigosas. Não sabem construir, mas sabem destruir; não sabem criar, mas sabem roubar; não sabem brilhar, mas sabem apagar.
E, ainda assim, o que fazer além de seguir no caminho do bem? Não é nossa tarefa julgá-las, tampouco é nossa obrigação salvá-las. Devemos manter o foco em nossa própria jornada, protegendo nossa luz, fortalecendo nossas raízes, e permitindo que a verdade, como um rio, flua de forma natural. Pois a verdade é implacável: aqueles que vivem da farsa cedo ou tarde serão engolidos por ela. E quando isso acontecer, não haverá nada, nem ninguém, para sustentar o castelo de cartas que construíram. Restará apenas o vazio que sempre esteve lá, esperando para consumi-los.
No fim, a queda dessas pessoas é inevitável, não porque alguém a deseje, mas porque é a consequência natural de uma vida construída sobre ilusão e sombra. Que elas encontrem, nesse momento, a coragem que lhes faltou para olhar para dentro. Que o vazio, ao invés de as destruir, as ensine. E que, enquanto isso, nós sigamos sendo luz, não para elas, mas para o mundo. Pois o que somos não pode ser apagado por quem não sabe sequer iluminar-se.
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