Somos Frutos de uma Geracao

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Humanismo é o reconhecimento de que somos insignificantes no cosmos, mas também é a decisão heroica de ser significativos uns para os outros.

O niilista diz: "Sem deus, tudo é permitido." O humanista responde: "Sem deus, somos totalmente responsáveis por tudo que permitimos."

A maior fronteira epistemológica não está no espaço sideral, mas na interface entre o que somos e os limites neuroquímicos que moldam aquilo que podemos sentir e compreender. Testar esses limites, ampliá-los, contorná-los ou torná-los conscientes é um dos desafios centrais da filosofia do ser na era tecnológica.

O amor não dói por ser intenso, dói porque revela o quanto somos dependentes do reconhecimento do outro.

A liberdade psicológica começa quando aceitamos que não somos quem gostaríamos de ser.

O universo é o vômito divino, e nós somos os micróbios tentando encontrar um sentido na digestão alheia.

O niilista diz que sem deus tudo é permitido; o humanista entende que sem deus somos finalmente os únicos responsáveis por tudo o que permitimos.

Somos todos inventores e descobertas, compradores e vendedores das histórias

A maior prova de que somos um rascunho é a nossa insistência em dar um sentido ético ao que é apenas um erro de processamento.

Se somos apenas informação na mente divina, então destruir essa informação significa destruir o ser. Mesmo que essa informação fosse recriada em outro lugar, nunca seria o ser original. Portanto, a vida após a morte, sob essa perspectiva, é impossível.

Se todos somos simulações na mente divina, punir eternamente a si mesmo seria não só masoquismo, mas um imenso desperdício de energia, tempo e inteligência.

Se todos somos simulações da mente divina, o ateu é a consciência crítica que sussurra para deus: "Você errou feio nisso".

Dizer adeus dói, mas aceitar que não somos mais os mesmos dói ainda mais. Siga em paz, meu eterno ex-amor.

Dói aceitar que agora somos apenas estranhos que se conhecem profundamente bem.

Dois corações partidos, no silêncio de quem não sabe o que dizer.
Somos dois loucos de amor, presos a um passado que insistimos em reviver.
Olhe para nós agora: nos perguntando se ainda há lugar para nós,
depois de tudo o que eu disse, depois de tanto adeus.
A verdade é que não posso mais viver sem você,
e sem o teu abraço, tudo o que me resta é o eco de um sonho.

Não sou obrigada a nada,


você também não é,


somos filhos desta porção


austral continental,


Posso ser diferente,


e você também igualmente.






Não existe cultura igual


ou pior apenas diferente,


Ninguém é obrigado a gostar,


e tampouco ser exigente


espero que entendamos


isso daqui para frente


sob a sombra do Pau-Brasil.






Às vezes ter acesso


a alguma Cultura é para uns


questão de estímulo,


acesso próximo ou oportunidade


na vida simplesmente ao som


do Sabiá-laranjeira em liberdade.






[[[Sem capricho, feitiço ou maniqueismo]]].

Somos todos brasileiros. A questão é escolher regionalmente candidatos que tenham notória
imersão social e cultural.

Enraizados na terra,
sabemos quem somos,
da onde todos viemos,
no final sempre ficamos,
e não nos impressionamos
com quem usa da ideia
de estar acima de nós.


Uns são aquilo o quê
deixaram para trás,
São sempre eles que
provocam apagamento
para ter como aliado
o nosso esquecimento.


O quê se comunica
nem sempre na vida
é tão profundo assim
ou é um Cajá-mirim
cheio de frutos doces.


Não se aceita a opção
que na foz é arriscada,
porque do dia para a noite
nunca cria ou se faz nada.


Por isso é importante
lembrar o quê se passou,
e o quê se conquistou.

Com ou sem inversão
somos zênite e nadir,
sem nenhum recato
com Frutilla de Magallanes
em troca de lábios totais,
sem desejo de reversão,
razão, entrega e coração.

Senhora de toda a poesia


Somos de muito longe,
mas não distantes,
Não importa o quanto
tempo demore,
Estamos do lado de dentro
no coração e no pensamento.


O quanto deverei
caminhar e quantos
degraus irei subir,
Não intimida
e nem desmotiva.


A minh'alma feminina
pela tua se encantou,
deseja ser cativa,
e senhora de toda a poesia.