Somos Frutos de uma Geracao
"A renúncia por amor não nos faz perder, mas nos devolve ao que somos de verdade, seres feitos para a leveza, não para carregar espadas suspensas pelo fio do ego."
Somos Como o Avião e o Inimigo é o Vento Contrário. O Inimigo Quer Nos Derrubar Mas Nos Ajuda a Decolar.
É no Deserto Que Temos um Encontro Verdadeiro Com Deus.Somos Tocados,Transformados e Libertos Por Ele.
Somos perdoados para que nossa culpa não nos afaste de Deus. Somos justificados para que nossa condenação não nos afaste de Deus.
Todo mundo sofre
Todo mundo erra
Todo mundo tem
As suas próprias guerras
Quem somos nós pra ditar
O valor de alguém?
Somos pó
Não podemos julgar ninguém... Marcela Tais
Porque somos objetos?
Porque somos números edificado e desguinado.
O algoritmo não vê como seres animados sem senso crítico...
Somos vistos como consumidores de protudos...
Para uma elite o sistema prospera seu caminho é um reino de ilusão. Mediando o lucro e riqueza.
O capitalismo é simplicidade a crueldade explícita ao mais pobres.
Embora divididos, somos todos patriotas: uns sacrificam a própria cabeça pelo país, outros sacrificam o país pela própria cabeça.
Que Deus é fiel,
o mundo já sabe,
ou ao menos deveria saber — e nós, até quando somos fiéis?
Deus tem sido sempre tão Generoso conosco que, se a Graça não fosse um Favor Imerecido, o Constrangimento talvez fosse muito maior que a Gratidão.
Não porque me falte reconhecimento, mas, porque sobra consciência das próprias falhas.
A graça, quando compreendida de verdade, não infla o ego — ela o desarma.
Talvez, sem essa plena consciência de imerecimento, dificilmente eu escaparia do abraço do constrangimento.
E há algo de profundamente pedagógico no favor que não se pode pagar, negociar ou justificar.
Ele nos retira do centro do palco, desmonta a agridoce ilusão de mérito e nos coloca no único lugar possível diante do Divino: o da humildade…
A Espiritual e a Intelectual.
Quem entende a graça não anda de peito estufado; anda de cabeça baixa, não por culpa, mas por reverência.
O constrangimento, nesse contexto, não é a vergonha paralisante, é puro espanto.
É perceber que, apesar de quem somos, carregados de rastros de podridão, continuamos sendo alcançados pelas mãos misericordiosas do Pai.
Que mesmo quando nossas mãos estão vazias de boas razões, elas ainda são preenchidas de misericórdia.
E isso nos educa mais do que qualquer repreensão.
Talvez a maior evidência de maturidade espiritual seja justamente essa: não transformar a generosidade de Deus em direito adquirido, nem a graça em moeda de barganha.
Quem vive consciente do favor imerecido não se acostuma com ele — agradece, cuida e tenta responder, não com merecimento, mas com fidelidade.
Que Deus é fiel, o mundo já sabe ou ao menos deveria saber — e nós?
Até quando somos ou tentamos ser fiéis?
Somos
quase todos
Juízes Seletivos:
só condenamos pecados que diferem dos nossos.
Talvez haja algo de profundamente humano — e perigosamente confortável — em apontar o dedo para aquilo que não nos espelha.
Condenamos com muita firmeza o erro alheio, desde que ele não dialogue com as nossas próprias falhas.
É uma justiça que não nasce do compromisso com o certo, mas da necessidade de preservar a própria imagem.
Quando o erro do outro é distante do nosso, ele nos parece mais grave, mais imperdoável, mais digno de punição.
Mas quando nos reconhecemos na falha — ou na pessoa detrás dela —, ainda que parcialmente, nossa régua muda: relativizamos, contextualizamos, buscamos compreender.
Não há Passação de Pano gratuita: ela nasce da identificação, do pertencimento.
A mesma ação pode ser vista como crime ou deslize, dependendo de quem a comete — ou de quem julga.
Essa seletividade não é apenas hipocrisia; é também um mecanismo de defesa.
Admitir que o erro do outro se parece com o nosso exige muita coragem.
Exige desmontar a ilusão de superioridade moral que sustenta muitos dos nossos julgamentos.
É mais fácil condenar do que refletir, mais simples punir do que reconhecer.
O problema é que essa lógica distorce totalmente a nossa percepção de justiça.
Passamos a viver em um tribunal invisível, onde cada um absolve a si mesmo enquanto endurece a sentença do outro.
E, nesse processo, a empatia se enfraquece, o diálogo se rompe e a compreensão dá lugar ao rótulo.
Talvez o verdadeiro exercício moral não esteja em julgar menos, mas em julgar melhor — com a consciência de que somos, todos, imperfeitos.
Reconhecer isso não nos torna coniventes com o erro, mas nos torna mais honestos diante dele.
Afinal, a justiça que ignora a própria fragilidade corre o risco de se tornar apenas vaidade disfarçada de virtude.
Eu te amo.
Tu me amas.
Ele (o mundo), não importa.
Nós somos poesia.
Vós veneração do sagrado.
Eles...quem são eles?
Haredita Angel
17.04.26
Nas sombras do conhecimento somos ignorante, preconceituosos e cegos para verdade que não se pode calar.
Ouvimos nada dizemos ate que o amanhã seja tarde num único momento.
Seria a verdade de mentira na falácia de tantos argumentos são privilégio...
Para o centro do universo somos servos das leis universais ate que compreendemos que somos apenas fragmentos...
_ Na ilusão somos sóbrios ate que num momento irônico sejamos a inércia que se dilui no teor da virtude.
Sob aquela perspectiva ilusória, a admiro por um pouco a mais a natureza crua, e assim num testemunho da veracidade o transhumanismo tornasse âmbito desconhecido...
Na tua calida forma... mais e mais tendêncioso o temor das falácias.
Seria apogeu meramente sobretudo palavras voam no sussurro da besta...
Dia apos dia a mente floresce num arco vespertino.
Somos apenas pulmas num resplendor de um tempo em movimento crescente.
Criamos e fomos criados pelo momento da criação e mesmo ainda somos um sopro da imensidão.
Por Celso Roberto Nadilo
Fruto de um pensamento
Cenário na crônica diurna
Floresce o teor que desdé a lua faminta...
Em outras autoras somos a virtude
E o que somos copilidos a compreender o notório distúrbio,
Titubeou no amanhecer de sua essência.
Num estado inerte todavia se foi tenso...
O ar morreu diante as aparecia
Tropeiro tropeço... de qual aps quais.
Faça-se o silêncio do paradigma.
O absurdo único em outras esferas...
Somos banidos por pensar diferente...
Entanto fomos descobertos e queimados em fogueira de vaidade...
Tais sonhos diante a realidade nos afogamos em ideias...
No coluo de madrugada a espada se torna um caminho longo e ardo.
Seria possível respirar novos lugares...
No máximo ardor de nossos ancestrais.
Mero modismo transhumanismo é real..
Afoga a esperança de novos dias o ecoo da derradeira arde de viver.
Num abraço eterno somos copilidos a compreender.
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