Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve

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"Você só vai saber o tamanho do seu ego quando começar a limpar os vidros do seu castelo."

"Quando a vida te ligar, lembre-se: o ego é especialista em trotes."

"A árvore da felicidade nunca perde a sua alegria, mesmo quando plantada num vaso."

"Quando a ovelha despertar, o lobo será a presa."

"O burro não para de puxar a carroça quando é chicoteado; na verdade, ele corre mais rápido."

"A vida não é um circo, mas nunca se sabe quando alguém vai lhe fazer de palhaço."

"As portas do sucesso não abrem quando a mente está fechada."

"Há quem pague um preço alto por não consertar a torneira quando ela começa a pingar."

"Quando se preocupar com os outros, não esqueça de ti."

"Quem sabe por onde anda não perde o equilíbrio quando alguém lhe dá uma rasteira."

"Quando você começar a colher, não se esqueça de quem te ajudou a plantar."

"Quando a comida é boa, é um prazer lavar a louça."

Quando alguém gosta de verdade, mesmo que se afaste ou fique quieta, existe um desejo de ser notada, de mostrar que se importa. Quem não se importa de verdade simplesmente some ou se esconde sem querer ser visto.

A FEBRE
Quando o sol se despede,
uma chama se acende em mim,
não de calor do dia,
mas de um fogo que vem de dentro,
sutil, insistente,
que me envolve no escuro.
Durante o dia, rio e caminho,
o mundo me segura, me distrai,
mas a noite… ah, a noite
me consome como brasa viva,
sussurra meus medos,
faz dançar a febre que carrego.
Procuro a calma nos lençóis,
na respiração que estica e solta,
no silêncio que às vezes dói,
mas que me ensina a ouvir
a voz do meu próprio peito,
a poesia da minha febre,
que queima e revela
quem eu sou quando ninguém me vê.

Não preciso da cronologia dos seus dias,
nem da biografia em
capítulos cansados.
Quando digo, digo presença —
não é passado, não é futuro,
é agora.
Não quero relatório da sua vida,
quero só o silêncio cheio do seu estar,
esse sopro que ocupa o espaço
como quem diz:
eu existo aqui, contigo.

"As pessoas tem a feia mania de não cuidarem bem do que tem em suas mãos e quando perdem...
choram como se o mundo fosse cruel, mas esquecem que foram elas mesmas que deixaram escorrer entre os dedos o que um dia pediram tanto pra ter."

Quando algo fica mesmo depois de mil despedidas, é porque deixou de ser “pendência” e virou parte da tua estrutura. Pode ser um amor, um talento, um chamado, uma ferida que moldou teu jeito de ver o mundo.
Nem tudo que fica é pra ser arrancado; às vezes é pra ser compreendido, acolhido e usado a teu favor.


Tem coisa que não sai porque, no fundo, é você também.

Se for pra se reaproximar, vai acontecer naturalmente, no tempo certo.. E quando acontecer, o outro vai lembrar de quem soube respeitar o silêncio dele.

Eu existo, mesmo quando não me veem.
O olhar que não atravessa mais não apaga minha presença.
Minha vida não depende de quem decide partir.
Sou lembrança de alguém, mas inteira para mim.
O que não me quer não me define;
o que me mantém vivo sou eu.
E na ausência do outro, encontro meu próprio espaço, meu próprio ar, meu próprio brilho.

Respirar,


mesmo quando o mundo não perceber,
mesmo quando o tempo passar
e nada for mais igual,


quando ninguém mais for o mesmo...
ainda assim,
respirar.