Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
Seguros são um golpe do bem, eles lucram quando você está bem e levam prejuízo se você sofrer riscos.
A inocência é superestimada quando significa a alegria e bondade no coração, mas é subestimada quando significa a falta de culpa.
A dor você não controla no seu próprio corpo, ela vai embora quando passa, mas o sofrimento só para se você ir atrás de tratá-lo.
Ira é um pecado quando ela tem consequências ruins, a Paciência é uma falsa virtude porque você se engana pra achar que o seu sofrimento vai acabar sozinho só de você esperar, e assim pessoas se vingam de forma que fiquem piores que seus inimigos.
Bater não é errado quando se bate pouco, mas sim quando se bate na pessoa errada, ou por motivos errados.
Se o seu pai ou a sua mãe tem saudades de quando você era mais novo só quando perde uma discussão, é porque eles têm saudade da época que você era burro e controlável.
“Quando um cliente diz “o trabalho é bem simples”, o que ele está querendo dizer é: “quero pagar pouco”. – Mônica Fuchshuber
Todos querem trilhar o melhor caminho;
difícil é manter-se firme quando os espinhos ferem, o sol castiga e o horizonte já não se mostra.É então que os valorosos se revelam.
Quando você encontra o real sentido da vida, a urgência cede lugar ao próprio viver: a pressa nos tira o sentir.
“Os bons momentos da vida
vivemos ao lado de pessoas especiais,
Os maus momentos…
Quando o destino as levam.”
"Até quando vamos ter que esperar alguém partir para que possamos nos ver e nos entender? A mudança só depende de mim, só depende de você. Basta uma atitude nossa: o perdão. Afinal, perdoar é o que tira o fardo das costas."
Quando uma vaca decide se rebelar, ela não se move. Você não pode forçar uma a arar o campo.
Alma hipócrita...
Odeio o silêncio que fica quando você vai,
Mas não se engane: não é saudade, é só o ego que cai.
Eu nem gosto de você, nunca houve esse querer,
Eu só nutro um ódio profundo pela sensação de perder.
Adoro o brilho do que é proibido, do que está distante,
O inacessível é meu combustível, meu vício constante.
Repito histórias, ensaio tragédias em grandes encenações,
Um ator medíocre preso em velhas e vãs repetições.
Sou a hipocrisia em carne, osso e falsa memória,
Apago os cortes, as traições, mudo o fim da história.
Esqueço o aço nas costas, o abraço que foi punhal,
E finjo que o veneno que bebi era algo natural.
Mas ei, veja como sou nobre ao assumir meu papel:
Talvez a culpa fosse minha, talvez eu tenha sido cruel.
"Ela sofria", eu digo, criando um álibi qualquer,
Justificando o golpe de quem nunca soube me querer.
Vou seguindo assim, nesse teatro de sombras e farsa,
Acreditando na mentira que o meu próprio peito traça.
É o meu escudo, meu modo covarde de não ver ninguém partir,
Pois se eu me convencer do engano, não preciso mais sentir.
Que a morte me encontre no meio desse labirinto vil,
Antes que eu me apegue a outra alma, antes de outro abril.
Pois é mais fácil esperar o fim, no frio dessa agonia,
Do que admitir que sou o mestre da minha própria hipocrisia.
SANTA RITA: ENTRE SECAS E CHEIAS
No Igarapé do Boto, quando o Sol aperta,
A vida se faz pela estrada deserta.
Quando o rio some, a terra é espinho
E o chão seco vira o nosso caminho.
Crianças vão para escola a pé, sob o Sol ardente,
Mas cada passo é uma semente.
Longa estrada poeirenta a percorrer,
Famílias isoladas, sem água para beber.
O igarapé que era "caminho de canoa"
Vira leito seco, dando lugar à poeira que voa.
Água suja, distância que cansa,
Mas o povo da Santa Rita resiste com esperança.
Ano novo, eis que o Amazonas se levanta
E a felicidade na comunidade se planta.
O rio acordou, a cheia chegou,
A alegria das águas se derramou.
Elas vão subindo, devagarzinho,
Enchendo o rio, os lagos, o caminho.
Volta o peixe, a fartura à mesa,
O igarapé é estrada outra vez.
Nas canoas, o rabeta zunindo
E as crianças vão à escola sorrindo.
E a terra outrora rachada,
Agora dá vez às canoadas.
Oh, enchente bendita! Doce e molhado abraço,
Que enche o rio preenchendo o espaço.
Na seca, a luta; na cheia a dança,
O ciclo do rio escreve nossa esperança.
Água é vida, é festa, é sorte,
E assim vai vivendo esse povo do norte.
Autor: Silvano Pontes.
Amazonas em poesias.
Quando bater aquela sensação de ter visto futuro, é sua intuição dando a você a oportunidade de pensar 2 vezes. Essa é uma arma chamada "auto-defesa". Agradeça, ela estará certa!
Quando tudo parecer deserto, lembre-se: Deus transforma o deserto em jardim, a provação em testemunho e te conduz até a nascente do rio, onde a vida floresce em abundância.
