Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
Mostrar quem somos e deixar claro nossas escolhas é uma atitude que pode nos levar a poucas relações, porém elas serão saudáveis, genuínas e sinceras. Agradar a todos é uma farsa.
No coração a verdade. Somos o que carregamos no coração. Sentimentos profundos, nossa verdadeira razão. O resto é apenas aparência, um véu a cobrir. Mas a essência do ser, não podemos omitir. As máscaras caem, revelando quem somos. Ser é mais que ter; o que nos une é o amor em ação.
Cutucar amigos(as), é uma forma de carinho,
que podemos sentir que somos lembrados(as),
e estamos no coração de alguém, respeitosamente...
Mas há quem o faça com outras intenções, que não
é o meu caso...
Eu sou o sujeito do teu amor, sem apropriar-me de ti, somos intimidades de duas consciências, com nossos direitos reservados e respeitados. Jamais direi o que farei em relação ao amor de nós dois, sem antes provar a capacidade dos meus atos e competência. O amor brota do silêncio de um olhar, e não de palavras a esmo.
Você e eu somos amigos,
meu violão...
Você trouxe outro amigo,
que é a canção...
Agora somos três,
numa só emoção.
Não importa a nação, o idioma, a cor, a origem, o que importa é que somos descendentes de um só Pai.
E o que importa e que devemos lembrar apenas disso: AMOR.
É difícil lembrar de isolamentos de mulheres. Talvez porque somos desincentivadas a nos arriscar, ou porque nossos relatos foram menos publicados, menos lidos. Quero dizer a todas: “Experimentem ficar sozinhas! Tentem!”.
