Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
"Eu sou metade de você.
Você é metade de mim.
É nós dois somos inteiros um do outro."
☆Haredita Angel
Eu te amo.
Tu me amas.
Ele (o mundo), não importa.
Nós somos poesia.
Vós veneração do sagrado.
Eles...quem são eles?
Haredita Angel
17.04.26
"Somos todos transgressores em dado momento de nossa existência, compelidos ao mal, ao incorreto, ao insensato, ao insano ou ao não previsível nas relações sócio-cuturais, o que nos limita, castrando assim nosso livre arbítrio, nossa liberdade de vontade e de expressão, são nossas dogmas, as leis, o absolutismo dos valores impostos, as doutrinas e os costumes aos quais somos sumariamente submetidos.
Se os valores são contestáveis e até a verdade relativa, onde são embasados tais fatores que tolhem a manifestação real dos nossos instintos, a explicitude dos sentimentos e até a veracidade de nossa vontade, muitas vezes encoberta por motivos fúteis, insignificantes e as vezes até inconsequentes, por pura desmistificação da palavra LIBERDADE."
“Não vou matar o leão que vive em mim, e nem o que vive em você, somos dono da força e sabedoria, temos garra para lutar e vencer sem arranhar ninguém.”
Na Avenida desta vida
somos o casal de passistas,
Numa mão o pandeiro
você equilibra e gira,
E lá vou eu de miudinho
enquanto você se fascina,
Assim sou eu na sua
e você sambando na minha
sem mais nenhum segredo
o amor escreve o samba enredo.
O niilista diz: "Sem deus, tudo é permitido." O humanista responde: "Sem deus, somos totalmente responsáveis por tudo que permitimos."
A maior fronteira epistemológica não está no espaço sideral, mas na interface entre o que somos e os limites neuroquímicos que moldam aquilo que podemos sentir e compreender. Testar esses limites, ampliá-los, contorná-los ou torná-los conscientes é um dos desafios centrais da filosofia do ser na era tecnológica.
O amor não dói por ser intenso, dói porque revela o quanto somos dependentes do reconhecimento do outro.
Humanismo é o reconhecimento de que somos insignificantes no cosmos, mas também é a decisão heroica de ser significativos uns para os outros.
O niilista diz que sem deus tudo é permitido; o humanista entende que sem deus somos finalmente os únicos responsáveis por tudo o que permitimos.
O universo é o vômito divino, e nós somos os micróbios tentando encontrar um sentido na digestão alheia.
