Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
O valor da vida somos nós que calculamos, por isso existem grandes olofotes sem nenhum sentido e pequenas estradas muito valiosas.
Nós, humanos, somos capazes de causar tanta miséria. Tanta crueldade. Tanta dor. E mesmo assim, mentir é o que fazemos de mais perigoso para os outros e para nós mesmos.
Somos embaixadores em terras estranhas; portanto, representamos o próprio Deus nestas terras e falamos com autoridade.
"Nas orações públicas em geral somos genéricos nos pedidos, mas é no intimo e as vezes no silêncio que expressamos nossas reais necessidades, que passam a ter nome e sobrenome".
Somos uma mistura perfeitamente estabelecida de água e pó, e desse aglomerado molecular nossso conglomerado atômico se alimenta.
A ganância de poucos compromete a vida de todos. A vida é interligada com o planeta, somos parte de um todo, formados por partículas justapostos em milhares de composições, e não conseguimos manter o equilíbrio natural da existência terrena.
O Trem da vida
Todos somos passageiros de um trem ,chamado vida !!!
Todos teremos que deixar esse trem !!!!
Então ..... Aproveite , cada momento ... Esqueça , os solavancos , as desdenhas , ... Curta muito as paisagens , os momentos , que são únicos, as alegrias ....
Jogue no lixo ,as tristezas , os momentos de pessimismo e desilusão !!
A única coisa que temos certeza nessa viagem ..É QUE A NOSSA PARADA ......NINGUÉM SABE !!
Somos gratos a todas as pessoas que possuem talentos, habilidades e dons, servindo a Deus e ao próximo em prol de seu crescimento e de sua felicidade.
Vivemos
Entre o bem e o mal
A luz e a escuridão
Somos donos
Do nosso destino
e sujeitos
A convivência
Sadia ou doentia
Dos outros
Isso pode nos influenciar
A tomarmos decisões
Certas ou erradas
Mas não define o seu
Caráter.
A matemática da vida possui equações que nunca conseguiremos decifrar, porque somos regidos por uma força variável, porém, incontestável chamada sentimento.
Somos Brevidades
Vivemos apenas uma vez.
E nesse único sopro de existência,
resta-nos provar da vida
a sutileza dos instantes mais nobres —
aqueles que, embora raros,
carregam em si uma eternidade condensada.
Mas tais instantes são breves.
E quando falo em brevidade,
é porque o ser humano nada mais é
do que um viajante de passagem.
Como um compasso invisível,
nosso coração marca o ritmo,
nossa alma vibra,
até que, um dia, a música silencie.
E de nossa curta travessia
sobre esta esfera que chamamos Terra,
não herdaremos riquezas,
não guardaremos posses.
Restarão apenas lembranças —
essas frágeis centelhas de eternidade.
Porém, quantas vezes as ignoramos?
Quantas vezes as deixamos adormecer,
cegos pela pressa,
surdos pelo ruído do mundo?
E, assim, distraídos,
nos perdemos no caos,
renunciando, ironicamente,
à face mais bela da existência.
Só então, diante do tarde demais,
lembramos daquilo que esquecemos.
Pois somos brevidades —
fagulhas efêmeras
em meio ao infinito universo.
Somos substituíveis ou insubstituíveis?
Depende do ponto de vista de quem olha para nós**
A vida tem um hábito cruel: ela continua.
O carro fica na garagem com o IPVA vencendo no dia seguinte.
O tênis seca no varal sem nunca mais ser calçado.
A mesa do café da manhã permanece no mesmo lugar, mas falta alguém do lado de sempre.
Na empresa, há flores. Poucas. Protocoladas.
No dia seguinte, um processo seletivo é aberto.
Em uma semana, a rotina se reorganiza.
Em alguns meses, o nome vira apenas uma lembrança difusa.
Em poucos anos, ninguém mais saberá quem você foi ou o que construiu ali.
Do ponto de vista do sistema, você era função.
E funções são, por definição, substituíveis.
Mas em casa…
em casa o mundo desaba em silêncio.
A esposa acorda e não encontra o beijo que sempre vinha antes do despertador.
Os pais esperam o almoço de domingo que estava combinado.
O sobrinho continua perguntando pela camisa do time, sem entender por que o “depois” não chega.
O filho, com apenas cinco dias de vida, crescerá sentindo a ausência de algo que nunca pôde viver.
Para quem ama, você não era função.
Era presença.
E presenças não se substituem.
No velório, um único amigo observa o caixão fechado e pensa: poderia ser eu.
Lembra que é na casa do luto — e não na da festa — que a verdade se impõe.
Recorda as mensagens trocadas no dia anterior, o jogo de sábado que não acontecerá,
as brincadeiras da infância, a queda na escola, o medo antigo de perder quem parecia eterno.
Ali, entre coroas de flores e silêncios constrangedores, ele entende algo simples e definitivo:
o amanhã é uma suposição confortável demais.
No fim, talvez reste pouco —
mas o pouco que fica é essencial.
A consciência de que a vida nunca está pronta,
está sempre começando de novo.
A lucidez de que seguir em frente não é escolha heroica,
é necessidade.
E a verdade incômoda de que podemos ser interrompidos
no meio da frase,
no meio do plano,
no meio do amor.
Que a interrupção não seja apenas fim,
mas desvio.
Que a queda não nos paralise,
mas nos ensine outro movimento.
Que o medo não nos feche,
mas nos eleve degrau por degrau.
Que os sonhos não sejam fuga,
mas travessia.
E que a busca — essa inquietação que nunca cessa —
termine, ao menos às vezes,
em encontro.
A morte não pede licença.
Ela não confere agenda, não respeita planos, não espera o momento certo.
Ela chega quando o IPVA vence amanhã.
Quando o almoço de domingo já está combinado.
Quando a camisa do time ainda está prometida.
Quando o filho tem apenas cinco dias de vida e o mundo, finalmente, parece completo.
Você sai de casa inteiro.
Volta apenas como ausência.
E tudo o que parecia urgente perde o sentido.
Tudo o que foi adiado vira culpa.
Tudo o que ficou para depois… fica para nunca.
Se você está lendo isso, é porque ainda está vivo.
E isso não é pouco.
É tudo.
Então não exista apenas.
Não passe pela vida como quem cumpre expediente.
Viva.
Viva sendo melhor para você e para os outros.
Ajude quem cruza seu caminho.
Não tenha vergonha de pedir desculpas.
Assuma seus erros.
Exponha seus sentimentos.
Diga “eu te amo” sem esperar ocasião especial.
Abrace com força.
Perdoe enquanto há tempo.
Peça perdão enquanto ainda há resposta.
Não espere o velório para virar consciente.
Não espere a perda para valorizar a presença.
Não espere o fim para começar a viver.
Porque um dia, sem aviso,
alguém estará olhando para um lugar vazio
onde hoje ainda é você.
E quando esse dia chegar — que não seja cedo —
que você tenha vivido de verdade.
Sem se esconder.
Sem se poupar de ser quem é.
Só isso já faz a vida valer a pena.
Saulo Santiago ∴
Às vezes, transparecemos alegria, força, decisão e maturidade.
Para os outros, somos apoio, referência e inspiração.
Mas, no fundo, temos nossos medos, nossas dores e nossa solidão.
Jogos da vida
A vida é um cassino e nós somos os jogadores. Nunca aposte todas suas fichas na mesma jogada. Por que no fim a casa sempre vence!
Que a fragilidade de Jesus Cristo filho de Deus na manjedoura sirva para refletirmos o quanto somos frágeis e dependentes uns dos outros nesse mundo. Que o grandioso amor de Maria e José dedicado a Jesus possa representar o infinito amor de Deus por todos nós que somos seus filhos. Feliz Natal!
