Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
Somos seres que podem ser regenerados...
Se exercitarmos a fala, seremos excelentes comunicadores;
Se exercitarmos os músculos seremos fortes;
Se exercitarmos a escrita, seremos ótimos escritores;
Se exercitarmos a fé, teremos uma fé inabalável;
Se exercitarmos o nosso espírito, seremos menos carnais;
Se exercitarmos a visão, enxergaremos melhor;
Se exercitarmos a audição, ouviremos melhor;
Se exercitarmos o cérebro, seremos mais inteligentes;
Assim como os nossos órgãos podem ser regenerados através de uma alimentação diferenciada, somada ao exercício, creio na regeneração dos rins, fígado, pulmões, coração, pele, sangue... só não descobrimos ainda como fazer de fato!
Creio que a cura pra muitas doenças esteja nisso!
Somos um povo vazio, alimentado por histórias inventadas por quem nunca sentiu a nossa dor.
Eu sou daqui. Falamos a mesma língua até em silêncio, em mímica, eu entendo o vosso sofrimento.
Somos desejo se tornando vontade, assim sofremos pelos desejos que buscamos em nossas vontade, corremos tanto atrás de nossos desejos que esquecemos que somos movido pelas nossas vontade, vivemos querendo o mundo conguistar, e nem sabemos que aqueles que partiram também os seus desejos foram buscar, as vezes sofremos em busca de um desejo descontrolado e perdemos o sentido da vontade, vida que vivemos em tantos desejos que esquecemos do nosso maior desejo, que é amar, escrito por Armando Nascimento
"À medida que o ocaso do ano se aproxima, somos convocados a refletir sobre a jornada percorrida. O tempo, inexorável e fugaz, nos apresenta a oportunidade de avaliar os ciclos que se encerram e os que estão por vir. É um momento de introspecção profunda, em que podemos contemplar os acertos e desacertos, as conquistas e as derrotas, as alegrias e as lágrimas.
Neste limiar entre o fim e o começo, somos instados a fazer um balanço da nossa existência. Quais foram os propósitos que nos guiaram? Quais foram os sonhos que cultivamos? Quais foram as escolhas que fizemos? E, mais importante, quais são as lições que podemos extrair dessas experiências?
A passagem do tempo é um convite à reflexão, à autoanálise e ao autoconhecimento. É um momento para questionar nossos valores, nossos objetivos e nossas prioridades. É um momento para nos reconectar conosco mesmos e com o mundo ao nosso redor.
À medida que encerramos um ciclo e nos preparamos para abrir outro, somos chamados a renovar nossos propósitos e a redefinir nossos caminhos. É um momento de esperança e de renovação, em que podemos reescrever nossa história e criar um futuro mais alinhado com nossos sonhos e aspirações.
Que possamos aproveitar essa oportunidade para refletir, aprender e crescer. Que possamos encontrar a sabedoria para discernir o que é verdadeiramente importante e a coragem para seguir em frente com determinação e propósito. Que o novo ciclo que se aproxima seja um tempo de bênçãos, de realizações e de crescimento para todos nós."
Quem somos nós? A imagem que sustentamos diante dos outros, construída com cuidado, coerência e esforço, ou aquilo que irrompe quando o controle falha, com um gesto, um pensamento, uma reação que rapidamente tentamos esconder? Talvez essa divisão já revele o conflito central: viver entre o que mostramos e o que tememos revelar. Onde há essa cisão, há tensão contínua, e essa tensão consome energia que poderia ser usada para simplesmente perceber.
Em público, ajustamos a voz, o discurso, o comportamento. Em silêncio, observamos outra coisa se mover. Às vezes contraditória, às vezes desconfortável. Não brigamos contra isso porque seja errado, mas porque ameaça a imagem que aprendemos a proteger. O problema não é a imperfeição do que surge, mas o medo de ser visto sem a armadura. Assim, passamos a vida defendendo uma ideia de nós mesmos.
Então surge a pergunta moral: é melhor ser justo e parecer injusto, ou ser injusto e parecer justo? Enquanto essa escolha existir, já estamos presos à aparência. A justiça verdadeira não precisa de plateia, assim como a injustiça não deixa de existir porque foi bem disfarçada. Quando a preocupação principal é como algo será percebido, o ato deixa de ser claro. Ele passa a ser estratégico.
Buscar equilíbrio entre essas posições talvez seja outra armadilha. O equilíbrio pensado, calculado, escolhido, ainda pertence ao campo do esforço. E esforço implica conflito. O que acontece quando não tentamos parecer nada? Quando não há intenção de sustentar uma imagem nem de combatê-la? Talvez reste apenas o fato nu do que somos naquele instante.
E se a pergunta “quem sou eu?” não exigir resposta, mas observação? Não a observação do personagem público, nem a condenação do impulso oculto, mas a percepção direta do movimento inteiro… sem escolha. Nesse ver sem defesa, sem justificativa, pode não surgir uma definição. Mas talvez surja algo mais simples: o fim da necessidade de parecer.
Remunerados ou não, somos todos cabos eleitorais de nossos candidatos preferidos em campanhas... Mas durante os mandatos dos eleitos podemos deixar de ser apenas cabos, para nos tornarmos vassouras dispostas a varrê-los do poder, quando necessário.
MAL CONTRA O MAL
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Somos meros recrutas de forças insanas;
que se doam por nada e se acreditam nobres;
gastam pobres verdades que nunca têm troco,
mas insistem no erro dessa escravidão...
Temos voz reprimida que a caverna engole,
não dá eco, reflexo nem esperança,
só a dança do engodo numa canção muda
que não toca os ouvidos dos donos da terra...
É assim quando somos pregões dos poderes;
coroamos heróis que se auto nomeiam
e recheiam de sombras toda boa fé...
Serão sempre frustradas as nossas apostas
ou as armas expostas com que nos perdemos
alistados na guerra do mal contra o mal...
A dispersão é o entorpecente do momento. Somos reflexos de fragmentos suscitados por meros instantes.
“Somos feitos de instantes que não voltam, mas fenecem eternos na memória que escolhe recordar com parcimônia.”
©JoaoCarreiraPoeta.
Campinas, 29/11/2025.
Reflexão da moeda:
De um lado temos a face, que significa quem somos e de outro lado um número, que significa o valor que temos.
Acredito que nós seres humanos somos concebidos com valor imensurável mas com o passar dos anos vamos precificando. E aí que entra o outro lado da moeda, a face.
Nossa personalidade vai se moldando com o tempo, e vários fatores nos fazem quem somos. Nossa vida é uma mescla de erros e acertos e por mais que cometamos erros sucessivos em certas oportunidades, nunca devemos esquecer quem somos.
Vai chegar um dia que seu valor ou sua índole vai ser colocada a prova.
Quer um conselho: Não abaixe a cabeça e continue a lutar, assim como a moeda, você é forte e dificilmente alguém vai te destruir.
Há quem ouse a falar que somos libertos, e eu tenho de crer nessa fantasia.
Mas essa liberdade só me é convicta com prazer e ousadia.
Às vezes é necessário termos uma visão amplificada sobre a vida. Somos compostos por sentimentos e sensações e isso nos faz especiais, tudo na vida tem seus momentos e é normal, é normal não estamos bem, uma hora tristes outrora mais ainda e depois melhor, mas tudo bem também... Não conseguimos está bem a todo o momento, é necessário que reconheçamos “Hoje estou assim... Amanhã não sei também, mas depois eu irei ficar, por quê? por que tudo passa". Então quando estiver triste, viva essa tristeza, sinta ela intensamente, coloque uma bela musica e permaneça ali. E quando estiver feliz, sinta a alegria intensamente, sorria, grite, coloque uma boa música e dance.
Ooooh, querida
não olhe pra trás.
Somos tolos em busca de uma solução,
somos a dança, somos a canção.
Você pode não ouvir nenhuma palavra —
é na falha que entendemos
que não somos nada,
nem ninguém naquele lugar.
Todos podem me ouvir,
mas será que alguém me escuta?
Todos podem me ver,
mas alguém vem me visitar?
Somos estrelas caminhando sozinhas.
Nascemos com ajuda,
mas seguimos entre labutas.
Vemos a dor do outro,
mas quem caminha conosco
durante a dor de um parto,
durante o peso de um fardo?
Somos fortes,
mas às vezes não entendemos.
Guardamos tudo,
e nem sempre compreendemos.
A válvula está na fé —
uma fé que nem nós entendemos.
Intercedemos, pedimos uma saída,
mas me vejo contra a parede:
não é porta, é muro,
devolvendo tudo como contrapartida.
Era uma via única.
Pena que eu poderia ter acreditado.
Sua verdade é surda e muda pra você,
enquanto o mundo aprende
que nem sempre a repreensão é o ser —
é só o parecer.
Você perdeu tudo sem perceber.
Não lutou.
Deitou
e esperou acontecer.
Foi a voz que fez o mundo chorar,
a dor de um submundo.
Foi a púrpura que te calou naquele segundo —
pena que ela não te levou,
apenas te fez desaparecer
de uma luta profunda,
de anos e anos a fundo.
