Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
Por definição, aquilo que não deixa rastros é inexistente ou, no mínimo, uma inexistência prática. A maioria da humanidade nunca presenciou um milagre; logo, na prática, deus não existe para a maioria.
O que destrói o cristianismo é o fato de o personagem "deus" praticar tudo aquilo que hoje reconhecemos como psicopatia; por isso, o deus cristão não merece existir nem ser adorado, merece apenas ser esquecido eternamente.
Só estou justificado a afirmar aquilo sem o qual a própria experiência consciente deixaria de ser inteligível.
Chamam de tradição aquilo que sobreviveu não por ser verdadeiro, mas por ter sido imposto com eficiência.
“Não perca tempo tentando me convencer sobre a verdade. Cuide apenas de viver aquilo em que acredita. Quanto ao tempo, deixe-o falar — ele tem demonstrado, desde sempre, que a permanência não é atributo das verdades, mas da mudança.”
— Os`Cálmi
Soneto do Amor sem Fim
Se o vento leva as folhas pelo espaço,
O amor conserva aquilo que é real;
Transforma despedidas em abraço
E faz do breve instante algo imortal.
se o tempo corre pelas avenidas,
Marcando os passos de cada estação,
O amor recolhe as flores já colhidas
E guarda seu perfume n coração.
Não teme o inverno nem a tempestade,
Pois nasce forte da simplicidade
De quem aprendeu a amar sem possuir.
E quando a vida fechar suas cortinas,
Ficarão acesas doces lamparinas
Das lembranças que o amor fez existir.
Autor: Sandro Sansão da Silva Costa
“Há sabedoria em ouvir os outros, mas há libertação em ouvir aquilo que a própria consciência tenta dizer.” — Leonardo Azevedo.
A boca fala aquilo que o coração está cheio.
Se és amargurada transbordas amargura e aflição.
Se és amada o teu coração transborda amor e alegria.
Ninguém consegue ser ingênuo "a fio".
São poucas as pessoas que acreditam no amor.
Amar as pessoas que nos amam é tarefa fácil.
O difícil é amar quem não nos amam e não nos aprecia.
04/11/2017
"Aquilo que acreditamos ser felicidade ou infelicidade, não passa de breves momentos de nossas vidas. Independentemente de nossas emoções, o sol nasce e se põe todos os dias"
O arrependimento é, antes de tudo, transformação. É a coragem de permitir que Deus mude aquilo que existe dentro de nós. Não se trata de transformar o outro, nem de tentar consertar o mundo inteiro. Porque quando uma alma se transforma, tudo ao seu redor também começa a mudar. Os relacionamentos ganham nova vida, as palavras carregam mais graça, e até os caminhos mais difíceis passam a florescer.
"Me pergunto se não faço o mesmo comigo, se não ando selecionando aquilo que em mim e na minha cabeça ainda presta, o que ainda vale a pena levar."
"A nossa vida é aquilo que os nossos pensamentos fizerem dela". Marco Aurélio
Sem dúvida. Somos e vivemos de acordo com o que temos no nosso pensamento" Ademar de Borba
Queria viver intensamente, seja na alegria ou na tristeza não importa a situação sentir aquilo que eu nunca sentir me arrepender e depois rir mais meu medo já me impede de viver imagine de fazer algo que não fiz.
"...e o mais importante é todo mundo poder se unir e fazer aquilo que a Família Cigana sabe fazer de melhor, união, música e vamos viver."
A humanidade — não toda — sente-se vazia por negar a si mesma aquilo que lhe é fonte de prazer e realização. A abstenção do Entregacionismo obscurece a esperança e enfraquece o impulso vital. Entregar-se à existência é participar do movimento inevitável da roda da vida.
Nada há de divino nisso. Nada de místico. Sem rezas, penitências ou promessas de absolvição: apenas o indivíduo diante das próprias vontades.
O desejo foi transformado em pecado por aqueles que temem as consequências da vida — embora, inevitavelmente, também vivam, desejem e se entreguem. O medo jamais extinguiu a vontade; apenas ensinou muitos a escondê-la.
Aquilo que nasce com o ser humano e o acompanha até o último instante não é a razão, nem a moral, nem a identidade social: é a vontade. Boa ou má segundo a óptica da ética, elevada ou condenável segundo o julgamento dos homens — ainda assim, vontade.
Entregar-se não significa abandonar o social, tampouco romper com o outro. Mesmo cercados por multidões, cada existência permanece singular. Toda entrega é íntima antes de tornar-se coletiva.
Não é o nome que torna alguém humano. Não é a pátria. Não são os sentimentos — os animais também conhecem pertencimento, afeto, perda e impulso.
Ser humano é reconhecer e nomear as próprias vontades.
Ser vivo é escolher sem colocar cada impulso na balança do medo.
Ser livre é entregar-se a si mesmo.
E existir é aceitar o movimento.
