Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
Quando você...
-> brigar com você.
-> enjoar de você.
-> não gostar mais de você.
-> não querer mais você.
Dá você para mim?
Quando estou a tocar meu violão
Parece que o mundo para.
Dizem que o meu violão chora
Pois só toco letras tristes e melancólicas
É a tradução do meu sofrimento
Para uma simples balada
Minhas lagrimas caem e desfazem-se nele
Como a minha vida se desfez
Transmitindo assim a armagura
De uma vida solitária e insegura
É com ele que partilho a minha dor
Dor que ficará para sempre no meu interior
Felicidade só se alcança quando há esperança, há vontade, há liberdade de escolha. Há querer.
Seja feliz à sua maneira. Seja feliz à toa. Seja, por você.
Faça dos obstáculos sua academia de treinamento, assim, quando o próximo estiver por vir, você estará mais forte e experiente.
Quando Alex era pequeno, antes de todos saberem seu nome, ele sonhava com o amor como se fosse um conto de fadas, como se fosse entrar em sua vida nas costas de um dragão. Quando ficou mais velho, aprendeu que o amor era algo estranho que podia desmoronar por mais que você o desejasse, uma escolha que você faz mesmo assim. Ele nunca imaginou que estava certo nos dois momentos.
As pessoas nos tratam como deixamos... Quando não nos damos o respeito por nós mesmos, ficamos mais vulneráveis e abertos ao desrespeito dos outros... Se não estamos satisfeitos com os resultados que obtemos, é preciso ter coragem de mudar as estruturas que estão produzindo...
Quando o ego assume controle sobre nós, inevitavelmente acontece uma coisa. O nosso coração começa a controlar a nossa cabeça.
Não duvide, quando o coração sentir que é amor. Quando ele começa a bater mais forte, é porque o amor está prestes a saltar pelo peito, ao encontro da sua alma gêmea.
Podemos e devemos nos relacionar aceitando as diferenças, sem julgamentos. Entretanto, quando se trata de compartilhar a vida é necessário escolher pessoas cujos valores estejam em harmonia com os nossos.
Hoje bateu saudade de mim.
De quando eu sorria facilmente, olhava ao longe, respirava fundo, era mais calmo, tinha mais paciência, sonhava mais alto, confia facilmente, acreditava em tudo, dava mais chances, perdoava mais rápido, importava-me menos, ou seja, gostava daquele jeito de ser. Gostava da forma de pensar, gostava do meu coração sempre apaixonado, gostava do meu sentir. Hoje voltei-me para mim e percebi que não estava aqui. Dei-me conta que às vezes não me encontro, não que me perca, mas porque não vivo por mim. São aqueles momentos, aqueles instantes, aquelas vezes em que tento agradar os outros e esqueço do principal, esqueço de mim mesmo. Por isso, resolvi cuidar de mim desde os pensamentos aos sentimentos, dos músculos, inclusive o coração, do tempo, dos sonhos, do sono, do descanso. Resolvi assumir minhas vontades, seguir o meu rumo, vagar por um sonho, viver pelo coração. A saudade pode até bater, mas não vai mais ser de mim, vai ser de você, pois aprendi que não existe saudade pior do que a de mim mesmo.
Dois corações e a máquina do tempo
Caminhava no final da tarde como de costume quando avistei um casal de velhinhos, eles varriam juntos a calçada que estava tomada por grama recém cortada. Cena maravilhosa, o sol, o céu e aquele casal - que deve estar junto a um tempão - varrendo a grama, fazendo um mesmo montinho.
Lembrei dos meus avós que estão completando cinquenta anos de casados. Pensei em como os relacionamentos tem mudado, sobre a independência das mulheres e as consequências que mergulham nós, homens, ainda mais na “síndrome de Peter Pan”.
Quando afinal definiram-se os prazos de validade? Porque ficou tão difícil o “felizes para sempre”? Teria a evolução não acompanhado os corações? Bem, poderíamos argumentar centenas de motivos, partir de vários pontos de saída, para ao final, cruzar a mesma chegada: o ser humano segue intolerante.
Sabem o mais interessante na história do casal que varria a calçada? Quando me aproximei deles ouvi o velinho disparar a seguinte frase: "mah dio cristo cabeçuda non me vare o meu que o vento leva."
Para se compor a essência da união é necessária a aceitação, mais do que a de outro, a própria. Quando nos vemos seres falíveis, compartilhamos os medos e aceitamos que a perfeição de uma relação está justamente na imperfeição humana, é quando descobrimos o milagre que fez de nós, seres tão egoístas, capazes de amar.
A busca pela satisfação por vezes traz a solidão. A ânsia de encontrar-se alguém acaba por ser o prelúdio do fim. No oceano das possibilidades, das tecnologias que tornam o de ontem velho demais para o hoje, nascem as novas gerações, cada vez mais consumistas até mesmo em quanto as relações.
Caminhava eu num final de tarde quando avistei dois velinhos que juntos varriam a calçada: seria isso o amor? Um montinho de grama feito por duas pessoas? Não; acredito que o amor daqueles dois estava justamente no xingamento que sucedeu a cena, estava na certeza de que mesmo se os ventos não fossem favoráveis e desfizessem aquele montinho, ainda assim eles poderiam refazê-lo.
A paixão é o que você somente admira, já o amor, é o tanto que você aprende a reconsiderar.
Se me perco no teu beijo, você fica tentando encontrar um caminho. Quando me encho de receio, você me diz estar pronta. Eu te ponho em xeque-mate, você me diz que cansou de jogar. Quando não quero me machucar, você me telefona no meio da noite.
Amadureci quando cheguei a conclusão que projetos e planejamentos para o futuro de nada adiantam, pois o futuro é incerto e o que importa é o que vivemos desde o momento que acordarmos.
