Som Alto

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Viva intensamente!
Arrase com tudo... Cante uma canção, mesmo sem rima... Grite bem alto... Assuma que você é a pessoa mais linda e única deste mundo...
Que você é adaptável à vida...
Faça exercícios de riso escancarado e dentes serrados... Sorria no espelho e guarde-os na memória, para os dias longos... Fale de amor, conte uma história engraçada para fazer um rosto feliz... Elogie uma pessoa, pelo menos uma vez no dia... Ore por uma alma perdida, um dia ela te encontrará e com certeza orará por ti... De vez, em quando deixe que as lágrimas, lubrifiquem seus olhos, para que possas enxergar sua alma e te fazer trilhar no caminho interno da elevação espiritual.
Natalirdes Botelho.

Do alto ao baixo, do contrário ao fundo do mar, as alturas do universo ♥️ sonhe 🚀.⁠

Quando o lado fala mais alto que a consciência

Quando você passa a justificar um político apenas porque ele representa o seu lado, algo muda: você deixa de fiscalizar e começa a proteger.

A democracia não precisa de torcedores cegos. Precisa de cidadãos capazes de cobrar de quem discordam e, principalmente, de quem apoiam.

Errar não deixa de ser errado porque foi cometido por alguém que admiramos.
Acerto não deixa de ser acerto porque veio de quem pensamos diferente.

Lealdade a um lado não pode ser maior que compromisso com a verdade.

Porque quando a paixão política silencia a consciência, a crítica vira defesa, a responsabilidade vira desculpa e o cidadão deixa de ser fiscal para se tornar escudo.

Político passa. Princípios ficam.

Isaías 40:26

Levantai ao alto os vossos olhos,
e vede quem criou estas coisas;
foi aquele
que faz sair o exército delas segundo o seu número;
ele as chama a todas pelos seus nomes;
por causa da grandeza
das suas forças,
e porquanto é forte em poder,
nenhuma delas
faltará.

O Deus que chama cada estrela pelo nome também conhece você pelo nome.
Se Ele governa o céu, nenhuma tempestade da sua vida é grande demais para o Seu poder!

Deus, no alto de sua perfeição, criou o homem; o ser humano, em contraponto ao belo, cria a fealdade.

"O seu silêncio de vitória será o barulho mais alto que eles já ouviram."

As falas do silêncio

O silêncio também fala,
E fala muito mais alto.
Se grita e não se cala
Não pára! Dá um salto.

O silêncio como resposta
Não precisa ser expresso,
É uma forma de proposta
Para algo em excesso.

O silêncio frente ao errado,
Segue livre em seu caminho.
Transita solto no tablado,
Corre muito e não anda sozinho.

Muitos preferem o silêncio
A se envolver com o problema
Pois a força desse incêndio
Consome por trás do esquema.

A tendência é se afastar de conflitos,
Pois são complexos e até destrutivos.
A escolha de não tomar partido
Se deve ao fato de não ser positivo.

Raimundo Nonato Ferreira
Julho/2026

O silêncio que evita reagir é o mais alto grito de vitória.

Espiritualidade religiosa que utiliza roupas e tenta mostrar para a sociedade o alto grau de entrega e ascensão, são iniciantes da primeira série para a espiritualidade pura.

Me perdi de quem sou e pra ser sincera me perde teve um alto preço, eu me analiso em frente ao espelho já não tenho mas identidade, sou um reflexo de fracasso criado pelo meu amor, como um boneco de massa fui moldada para ser sua, quem eu fui já nem sei.
Para aonde foi aquele garota? Para aonde foi seus sonhos ?
O hoje é um reflexo de destruição um ponto no meio de uma multidão, uma voz calada, uma vontade de ir e um medo de encarar o novo, o hoje é um acreditar de que não é capaz de conseguir, e a insegurança de ser quem é, quem me moldou assim? Há foi o meu amor !

No alto da árvore, famílias de araras faziam alvoroço,
macacos saltitavam felizes,
lebres corriam por entre os arbustos,
O sapo Cururu coaxava na beira do rio...
O boto-cor-de-rosa ouvia sobre suas lendas sem dar um pio...
de longe quem espiava era o jacaré-açu...
Na margem do rio a Sucuri se debatia entediada...
a Preguiça levanta os olhos para uma leve espiada...
A capivara se banhava maravilhada...
A onça saia para sua caçada...
Pausa para um breve silêncio, ele está no altar, o Uirapuru a cantar...o canto da despedida
De onde vem o fogo que devasta a alma?
Desta vez não era um jogo, era sério
Não há resposta dentro da pequeneza
A noite cobriu o sol
Que outrora admirava de longe tanta beleza
Agora coberto de luto
Por um vale de ossos secos
Pela floresta que não produzirá mais nenhum fruto...

⁠Mulher de alto valor não tem preço. Veste o avesso e continua linda.

O ser humano de alto valor, vale bem mais e é tão parecido como o diamante natural colorido.
A gema, do diamante nasce de uma molécula de carbono o que lhe confere semelhança com a vida, e é elevado a altas temperaturas e pressões, quando cristaliza se. Assim como o ser humano, que comparativamente nas mesmas condições, deixa de apenas existir e passa a viver com sentido, para grande obra colorida, na humanidade, fazendo se, se tornar forte, bom e imprescindível para todos no seu momento de existência e passagem,
nesta dimensão.

O silencio da noite fala bem mais alto ao espirito atormentado, dos que as falsas promessas e as palavras sem compromisso proferidas sem pudor ao longo do dia. Sendo assim é o momento mais dadivoso para juntar as mãos e orar, seguindo a risca o que o nosso coração silenciosamente e em freqüência diz. Pois ele é o nosso melhor confidente e sabe exatamente de forma direta, do que mais precisamos perdoar para sermos, enfim, feliz.

*Ela ronca alto, rouba meu cobertor, abraça todos os travesseiros, e me empurra pro canto do colchão, mas sem ela a cama fica vazia.*
(Saul Beleza)

Coração vazio tem respiração curta, quase em silêncio. Mas a solidão grita alto dentro da gente... acelera os "ais" e, de madrugada, o frio só faz o peito batucar mais forte. Não deixa a gente esquecer que tá vivo, mesmo doendo.

É nessas horas que a gente lembra que pulsar, mesmo que machuque, ainda é sinal que tem algo aí dentro esperando amanhecer.
(Saul Beleza)

Vou navegar na crista da tua onda,
lindo enquanto dura,
alto enquanto me deixas.
Pois sei...
quando a maré baixar,
serei esquecido na areia da praia.
Como espuma.
Como rastro.
Como se nunca tivesse amado tanto.

*- Saul Beleza*

A MENINA QUE AINDA MORA EM MIM

Minha criança interior grita.

Grita tão alto que, às vezes, eu sinto sua voz presa na garganta.
Como se ela estivesse ali, atrás do choro que não sai, atrás do suspiro que se interrompe, atrás desse nó que aperta o peito e me faz perguntar, em silêncio:

Quem foi que eu me tornei?

Ela me olha.

E talvez, por um instante, sorria orgulhosa e diga:

— Cara… você chegou lá.

Você cresceu.
Você venceu.
Você se tornou uma mulher incrível.

Mas, logo depois, seus olhos parecem entristecer.

— Que pena…

Que pena que, no caminho, você deixou de ser um pouco de quem era.

Você era apaixonada pela vida.
Apaixonada por tudo.
Pelas pequenas coisas, pelos grandes sonhos, pelas pessoas, pelas possibilidades.

Você era verdadeira.

Exuberante.

Autêntica.

Você sentia sem pedir licença.

Amava sem fazer contas.

Confiava sem imaginar o depois.

Mergulhava inteira nas pessoas, nos sonhos, nos lugares, nas palavras, nos abraços, nos amores.

Você tinha uma sensibilidade tão bonita… tão nítida… que conseguia enxergar beleza onde quase ninguém via.

E agora?

Agora, quem é você?

A menina pergunta.

E eu não sei responder.

Talvez porque, em algum momento, eu tenha começado a me abandonar para caber.

Para agradar.

Para não decepcionar.

Para não perder pessoas.

Para ser forte.

Para ser aquilo que esperavam de mim.

E fui me adaptando tanto, tanto, que um dia percebi que algumas partes minhas já não sabiam mais onde morar.

Eu me traí.

Não de uma vez.

Foi aos poucos.

Cada vez que engoli uma palavra que queria dizer.

Cada vez que sorri quando queria chorar.

Cada vez que disse “está tudo bem” quando dentro de mim nada estava.

Cada vez que aceitei menos do que merecia para não parecer difícil.

Cada vez que me calei para preservar relações que não preservavam a mim.

E minha criança viu tudo.

Ela viu.

Ela guardou.

Ela esperou.

E agora ela grita.

Grita porque está cansada de assistir à minha própria ausência.

Ela percebe que aquilo em que eu antes confiava passou a ser motivo de desconfiança.

Que os olhos que antes mergulhavam no amor agora hesitam diante dele.

Que os olhos que não tinham medo de acreditar aprenderam a se proteger.

Aprenderam a recuar.

A observar.

A desconfiar.

A não se entregar.

E talvez seja por isso que meu corpo trema às vezes.

Talvez seja por isso que minha garganta se feche.

Talvez seja por isso que exista esse cansaço que não é apenas do corpo.

É um cansaço de alma.

Um cansaço de quem passou tempo demais tentando ser forte.

E minha criança me olha novamente.

Dessa vez, não cobra.

Só pergunta:

— Você ainda se lembra de mim?

E eu quero dizer que sim.

Que me lembro daquela menina que inventava mundos.

Que se encantava.

Que ria alto.

Que sonhava sem pedir autorização.

Que acreditava que a vida poderia ser bonita simplesmente porque estava viva.

A menina que não precisava se explicar o tempo inteiro.

A menina que era inteira.

A menina que se apaixonava pela vida antes mesmo de saber o que era paixão.

Ela ainda está aqui.

Eu sei.

Só está cansada.

Está escondida em algum lugar dentro de mim, esperando que eu tenha coragem de voltar.

Não para ser quem eu era.

Mas para recuperar aquilo que nunca deveria ter perdido.

Minha verdade.

Minha espontaneidade.

Minha capacidade de sentir.

Minha coragem de sonhar.

Minha autenticidade.

Minha capacidade de amar sem me abandonar.

Talvez eu não precise voltar no tempo.

Talvez precise apenas voltar para mim.

Porque aquela menina não morreu.

Ela apenas se calou.

E talvez o choro que hoje aperta minha garganta não seja o fim dela.

Talvez seja o começo da sua volta.

Então, se ela me perguntar novamente:

— Quem é você agora?

Talvez eu finalmente consiga responder:

Sou a mulher que sobreviveu a tudo aquilo que tentou me afastar de mim.

E estou aprendendo, devagarinho, a voltar para casa.

Para dentro de mim.

Para onde aquela menina ainda espera.

De braços abertos.

Com os olhos cheios de sonhos.

E, quem sabe, quando eu finalmente chegar até ela, ela sorria e diga:

— Agora sim… eu reconheço você.

“Segure firme o seu carretel. Observe o vento. Prepare sua pipa.
Não tenha medo de sonhar alto.
O céu nunca pertenceu àqueles que apenas o admiravam de longe.”
— Casella Filho, 2026 (In: O Menino que Soltava Pipa)

"A firmeza de um amor abençoado fala muito mais alto do que qualquer provocação."