Som Alto
Nossa química
Ela atraída por rocha em erosão
Ele metal em acorde e som
Os elementos que se fundiram
Formaram outra química que os uniram
Quem diria
O dark das madrugadas
Tirando sono da praiana das águas claras.
Por que a o choro da alma sufoca o coração, trazendo a incerteza que beira a vida, ecoando o som da melancólica tristeza que nos prendemos?
"Para os fracos que temem a Ordem, a falsa Liberdade morreu ao som de um estrondoso aplauso, mas somente os fortes que preservam os últimos resquícios da verdadeira Liberdade.
As vezes no Silêncio da noite Podemos ouvir a som do gatilho sendo puxado, ai nós acordamos era só nossa mente nos pregando mais peça.
Amar é esplêndido, às vezes doloroso, às vezes doce como um som de uma melodia, rústico como um sabor cítrico, louco como uma história de amor, alta como uma onda, morta como um passado triste ou um futuro feliz, solta como uma pedra no abismo, aventureiro como viajar para lugares desertos. Sigo feliz com os pensamentos livres, amando a mim mesma, pois sou quem sou, livre como um pássaro, mas amada pelo rei.
Ondas belas, de belo encanto,
Ouço a mare, como o som do momento.
Que me traz flores, em cada aurora,
Que me faz feliz, a cada olhar que você da,
Mais encanto me trará!
Composição dum Nada
Ao som da orquestralma, que solenelucida
nossa antiga caosciladora descida,
subimos agora escada avulsa e comprida.
Tal como composição por aglutinação,
tornamo-nos um. Para isso, perdi-me
em ti, que te perdeste em mim. Por tanto,
perdemo-nos em nada. Por quê?
Somos um, somos nada.
Ser que me envolve e tem, ancião
tu és de mim. Já que sou tu,
me chame pelo teu nome;
já que és eu, fogo cru,
chamarei-te pelo meu.
Porque te necessito assim como ar.
Porque te almejo assim como andar.
Porém estou sufocada por esse nada
e paralisada por aglutinação indesejada.
O campo
Em um campo
esverdeado,
Onde o som do vazio é constante
O sentimento ruim não pode ser evitado.
É o que a neblina me diz a todo instante.
Carros vão e voltam...
Os pássaros cantam bem baixo
E eu não espero que eles mintam...
Pois, estou calmo como um riacho.
A lua ilumina o belo campo
A paz habita aquele local.
A tristeza que me consumia me tornou franco
E me fez saber que ali nunca houve mal.
Som ao peito, que se finge fielmente de surdo quando a ave, que, voou além do quê meus olhos enxergam.
Foi no som da tua voz, que se fez caminho, por onde me guiei. Minha escolha foi seguir até te ouvir novamente. Isso é sobre alegria de amar sem ter que possuir.
Mesmo que eu não possa te ver sei quando se aproxima, sei porque sinto o seu cheiro, conheço o som do seu caminhar.
Ainda que acusada, julgada e não mais entoasse o som de meu nome, nada poderia apagar as lembranças de minha passagem.
Reflita na força ressurgindo no raiar da aurora, renascendo como som da musica nos olhares, de tambores da felicidade desta harmonia por nome vida.
Quão bom é, acordar ao som dos pássaros, e ver-se despida de tudo, despida de orgulho, despida de vaidade, despida do desamor, do desencanto e da incompatibilidade.
Assim você se olha no espelho,
E se vê como realmente é,
É aí que você pode escolher,
Onde, como, e se... Deve mexer!
A vida é rotulada, como:
Própria,
Como um sopro,
Como o "se não houvesse amanhã",
Como "espera o tempo de Deus".
Você é quem escolhe!
Você, é quem resolve onde se encaixa!
As consequências também são suas; mas aaaah! Que vida estranha, alguns escolhem seguir o caminho do "não arranha" e vivem pagando um sofrimento ao que seu olhar estranha.
Não tenho mais rotulagem,
Cada um a seu modo,
Seja livre para seguir,
Procurar evoluir,
Agora vou dormir,
Amanhã cedo acordo.
Amanhã eu escolho,
O que quero ou sinto ser,
Me redescubro no impensável,
Sou amor, sou poeta
Sou ódio, sou beata
Vivo letras,
Vivo da caneta prata,
Vivo do inimaginável.
Verde Natureza
Terra dos verdes pastos, ao som dos pássaros, encanto a alma. Cheguei no meu recanto, estou aqui em meu canto, onde acaba-se o pranto.
O lugar de riso fácil, de paisagem admirável, de presença incomparável.
Eu gosto mesmo é do campo, do verde, do silêncio, me amanso.
Ah, boba moça!
Se achava dona da cidade
Quando viu a felicidade
Escapar de suas mãos.
Foi no campo que ninguém viu
A menina se redescobriu
Dona desse mundão
Sua vida com certeza é
No verde natureza
Rodeada da criação
Já nos veneraram. Lembra-se? Eles se sacrificavam por nós. Hoje tem um nome diferente, mas ainda somos importantes para as pessoas desta cidade.
