Som
Aquela Batida
ouvi uma batida um rit que me fazia me mexer
senti meu corpo entrar nesse som, um som magico que fazia remexer, senti a energia me mover
apesar do dia não ser de se curtir as lembranças ruim foi deixando de existir e aquela musica me movia a esquecer.
Um belo ditado pra quem ainda se lembra
que o pássaro bate voou enquanto está feliz, e o mundo a girar, mas feliz ninguém vai ficar e é por isso que eu não vou esperar-te
E ali estou eu ainda acordado
Ouvindo o som das ondas
Aquilo me batia forte no peito
Me fazia lembrar de você.
Nossa química
Ela atraída por rocha em erosão
Ele metal em acorde e som
Os elementos que se fundiram
Formaram outra química que os uniram
Quem diria
O dark das madrugadas
Tirando sono da praiana das águas claras.
Por que a o choro da alma sufoca o coração, trazendo a incerteza que beira a vida, ecoando o som da melancólica tristeza que nos prendemos?
"Para os fracos que temem a Ordem, a falsa Liberdade morreu ao som de um estrondoso aplauso, mas somente os fortes que preservam os últimos resquícios da verdadeira Liberdade.
As vezes no Silêncio da noite Podemos ouvir a som do gatilho sendo puxado, ai nós acordamos era só nossa mente nos pregando mais peça.
Amar é esplêndido, às vezes doloroso, às vezes doce como um som de uma melodia, rústico como um sabor cítrico, louco como uma história de amor, alta como uma onda, morta como um passado triste ou um futuro feliz, solta como uma pedra no abismo, aventureiro como viajar para lugares desertos. Sigo feliz com os pensamentos livres, amando a mim mesma, pois sou quem sou, livre como um pássaro, mas amada pelo rei.
Ondas belas, de belo encanto,
Ouço a mare, como o som do momento.
Que me traz flores, em cada aurora,
Que me faz feliz, a cada olhar que você da,
Mais encanto me trará!
Composição dum Nada
Ao som da orquestralma, que solenelucida
nossa antiga caosciladora descida,
subimos agora escada avulsa e comprida.
Tal como composição por aglutinação,
tornamo-nos um. Para isso, perdi-me
em ti, que te perdeste em mim. Por tanto,
perdemo-nos em nada. Por quê?
Somos um, somos nada.
Ser que me envolve e tem, ancião
tu és de mim. Já que sou tu,
me chame pelo teu nome;
já que és eu, fogo cru,
chamarei-te pelo meu.
Porque te necessito assim como ar.
Porque te almejo assim como andar.
Porém estou sufocada por esse nada
e paralisada por aglutinação indesejada.
O campo
Em um campo
esverdeado,
Onde o som do vazio é constante
O sentimento ruim não pode ser evitado.
É o que a neblina me diz a todo instante.
Carros vão e voltam...
Os pássaros cantam bem baixo
E eu não espero que eles mintam...
Pois, estou calmo como um riacho.
A lua ilumina o belo campo
A paz habita aquele local.
A tristeza que me consumia me tornou franco
E me fez saber que ali nunca houve mal.
Som ao peito, que se finge fielmente de surdo quando a ave, que, voou além do quê meus olhos enxergam.
Foi no som da tua voz, que se fez caminho, por onde me guiei. Minha escolha foi seguir até te ouvir novamente. Isso é sobre alegria de amar sem ter que possuir.
Mesmo que eu não possa te ver sei quando se aproxima, sei porque sinto o seu cheiro, conheço o som do seu caminhar.
Ainda que acusada, julgada e não mais entoasse o som de meu nome, nada poderia apagar as lembranças de minha passagem.
