Solo
Sou somente sol selvagem;
Solteira, sem solo, solitária, sem sombra;
Sigo sentindo saudade;
Sofrendo, suspirando sentimentos;
Sim! Saciei sua sede, seu sorriso seduz...
Se soubesse, simplesmente sumiria... Sem Sim(s).
LA FELICIDAD
La verdadera felicidad es no necesitar demasiadas cosas. Sólo las indispensables. El secreto está en saber discernir entre lo que nos resulta imprescindible y todo aquello que acumulamos por el simple afán de posesión.
Cuando hablamos demasiado seguido de la felicidad es porque no somos realmente felices. Lo ideal es no pensar en ella, sino sentirla con las cosas simples y gratuitas de la vida.
La contemplación de una flor, la magnificencia de un paisaje, la belleza de una obra arte, ayudar al prójimo, estar cerca de nuestros seres queridos, hacer lo que realmente nos gusta y para lo que hemos nacido... Esa es la verdadera felicidad.
Ó Luz Serena, que brilha no solo do meu ser,
Atrai-me para ti, tira-me das armadilhas
Dos sentidos, dos labirintos da mente,
Liberta-me de símbolos, de palavras,
Que eu descubra o significado
A palavra não dita na escuridão
Que vela o solo do meu ser.
Amém.
Las mujeres son todas iguales. Están llenas de botones, millones de botones. Pero los hombres sólo tienen el conectar y desconectar. Sólo necesitan comida.
Se sabemos que o solo em que estamos plantando é fértil, só depende de nós cultivá-lo. Variáveis climáticas ou até pragas podem ocorrer, mas se o solo é fértil, sabemos que colheremos o que está sendo plantado.
No estás solo, cuando me necesites Sólo tiene que llamar!
TE ADORO!
Regresa a mí
mis joyas más valiosas ...
As vezes você lança uma semente em um solo que por cima tem boa aparência, que foi adubado; depois, infelizmente, descobre-se que era infértil.
Ainda que se tenha o mesmo solo, a mesma água e a mesma semente, nunca espere a mesma qualidade de frutos em colheitas diferentes
Amor maduro
O fruto de um sentimento
Sementes em solo férteis
Regado de muito carinho
Cuidado que os dias somam
O calor controlado no tempo
Seu Olhar na medida certa
Tendo podas, tendo vento
Vai crescendo devagarinho
Tem pestes e tem as pragas
Tudo tem um bom remédio
Paciência e persistência
O amor maduro é mais forte
Supera todos os outros
Tem mais gosto, mais sabor
Recomeçar e replantar
Sempre tem seu jeito
Plantando hoje, colhe sempre
Proteja seu arado, beije
Enquanto florir um sorriso
Esse amor estará preservado
Meu paraíso é estar num monte bem alto, cujo solo é coberto de grama. E no topo dele tem uma grande árvore, daí você e Deus sentado embaixo dela conversando, observa a sua frente um grande e lindo horizonte. E cuja árvore que te dá a sombra para o descanso, ainda te oferece frutas para matar a fome de sua alma.
Sua voz faz tanta falta
meu amor
é um solo de flauta sequestrador
que me aborda
me assalta
e me põe ao seu dispor
Sabe aqueles dias que você tá olhando a chuva com uma boa xícara de café? Então a chuva toca o solo lentamente e se repete milhares de vezes, e você nem piscou. Inquieta, desajeitada e cansada. Às vezes me sinto um lixo.
" Meras sementes dentre um mar de possibilidades...evoluímos dentre o solo para captar a luz que vem dos céus...crescemos ora sozinhos ora acompanhados...passamos por chuvas...tempestades..tardes de primavera...vivemos em estações limitadas não pelo tempo,mais pela alma...
mesmo que não sejamos flores eternas...podemos saber que vencemos o solo...tivemos a dádiva do sol e a chance de acolher alguém sobre nossas folhas lhe dando sombra e fôlego para continuar a jornada da humanidade no jardim da vida "
Ela é como flor de deserto que brota em solo quente para deter o caos existente em seu coração. Ela não tem muitos amigos, o pouco que ainda lhe resta dá para contar em apenas uma mão, gélida e frágil. Ela prefere escrever em seu bloquinho velho à ter que aturar pessoas e conversas vazias. Ela prefere não ter sentimentos, porém, apenas à ensinaram o que é amar.
Onde a paz não se sustenta e o amor não cria raízes, não há solo fértil para o propósito de Deus florescer em nossa vida.
Poema - Carta de Carlos Barbosa.
Querido irmão José,
Escrevo-te aqui do solo sagrado da nossa fronteira, onde tiveste o privilégio de nascer — graça que não me foi dada, embora me sinta jaguarense de alma e coração. Hoje recebi, com grande preocupação, a medida tomada por Vargas de dissolver todos os parlamentos; sei da tua atuação como deputado na nossa Capital do Brasil, cidade maravilhosa do Rio de Janeiro, e imagino o que estás a sentir neste momento.
Somos republicanos, meu caríssimo irmão, e a liberdade nos norteia. Nestes dias lembro tanto da nossa infância nos campos de Jaguarão, quando nossa mãe Maria e nosso pai Antônio contavam as histórias da revolução à beira do fogo de chão, falando do nosso avô Manoel e do nosso tio-avô Bento. Lembro que todas essas histórias mais tarde vim a dividir com meu mestre José Francisco Diana.
Antes que me esqueça: sinto saudades da cunhada Arlinda e da bela Maria. Não pude ir ao casamento dela com o Luiz, e sempre me cobro por esse impedimento — coisas de política e compromissos que, ao colocarmos à frente de tudo, muitas vezes nos causam remorso. Mas, como estava a escrever, são muitas recordações. Ainda me lembro de ti pequenote, guri tentando montar nas ovelhas, e eu naquela época com as malas prontas para cumprir a vontade dos nossos pais e ir estudar no Rio de Janeiro. Não foi fácil, meu querido irmão: o Colégio Dom Pedro II era enorme, mas não maior que a faculdade de Medicina. Lembra-te que foram quase dez anos na capital da nossa República Federativa para finalmente realizar meu sonho de conhecer Paris — e lá passei longos quatro anos.
Como bem sabes, também era um sonho voltar para nossa Jaguarão e aqui exercer tudo o que aprendera. A sorte me sorriu quando tive o privilégio de conhecer meu grande amor, Carolina. Tivemos uma vida repleta de aventuras e, naturalmente, momentos de sofrimento com a perda de alguns de nossos amados filhos — dor amenizada pelo amor de Euribíades, Eudóxia e Branca.
Querido irmão, ao leres esta carta deves perguntar-te por que hoje me mostro tão narrativo e saudosista: a vida passou tão rápido. A política, depois de 1882, quando fundei o partido republicano em Jaguarão, nunca mais se apartou de mim. Veio o mandato na Câmara — onde jamais se pensara em um republicano — depois fui deputado da província e, para completar, participei como constituinte naquele ano de 1891. Depois veio o Júlio, como primeiro presidente constitucional do Rio Grande; quase me obrigou a aceitar sua imposição para eu ser seu vice-presidente. Tu conheceste o Júlio: não aceitava recusas e era deveras convincente. E assim tive de me desdobrar entre a Vice-Presidência e a presidência da Assembleia dos Representantes do Estado. Lembra-te que, em virtude disso, recusei disputar uma vaga ao Senado — por nossos ideais republicanos, meu querido irmão.
O que parecia inimaginável aconteceu: tu muitas vezes me disseste que era um caminho natural — e lá estava eu, presidente do Estado do Rio Grande do Sul, com larga margem de vantagem, três vezes mais votos que o meu oponente. E olha que sequer andei pelas outras querências de São Pedro; fiz-me vitorioso sem sair da nossa fronteira.
Por fim, acho que tudo valeu a pena, e consegui fazer muitas coisas. Tu, que por muitas vezes estiveste à frente de governos, sabes que os desafios eram grandes. Dei início à obra do Palácio Piratini; pude homenagear meu amigo Júlio erguendo-lhe um monumento; realizei a obra do cais do porto em Porto Alegre; ajudei a nossa Faculdade de Medicina; criei a colônia de Erechim e finalmente elevei a vila de Caxias à categoria de cidade; ratifiquei as questões da fronteira com o Uruguai; fui incansável nas questões agrícolas e pecuárias e tratei da saúde com todo o meu conhecimento.
Mas, depois de tantos feitos, meu irmão, precisava voltar para a minha terra de coração, e entreguei o governo ao Borges e vim para a fronteira. Lembras quando te disse que iria descansar e voltar ao meu ofício de medicina? Tu duvidaste — e hoje sabemos que tinhas razão: não deram nem seis anos de descanso e a política me reencontrou, para cumprir aquilo de que havia declinado anteriormente por motivos republicanos. Lá fui eu para o Senado Federal. Foram dez anos na Câmara Alta, mas minha saúde convenceu-me, mais uma vez, a voltar para nossa terra.
Depois de todas estas linhas, saberás a razão da minha carta repleta de saudades e lembranças: tua querida cunhada, que tanto te admirava, fez sua passagem, deixando meu coração com um vazio enorme — foi-se minha Carolina. E eu estou aqui, na terra onde tu nasceste, à espera da minha vez para ir ao encontro dela.
Abraços do teu querido irmão,
Carlos.
Autor Renato Jaguarão.
