Sol

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Bom Dia, bom Dia, bom Dia, com Alegria, todos os dias, para que o universo conspira para o Sol interior de toda humanidade e que está em sintonia, com os Espíritos Santos de Deus, Deus de cura, Deus da prosperidade, Deus do amor, Deus da saúde, Deus da perseverança, Deus da sabedoria, criador do infinito, Deus que habita em mim e em tudo que há na natureza. À Deus oferto minha Alegria e minha gratidão, por hoje, por tudo que Sou, tudo que serei, por todo o sempre. Deus que anima minh’alma, que me capacitas através dos sofrimentos pelos caminhos da vida terrena e espiritual. Deus abençoe meus amigos, meus clientes, meus filhos, netos, noras e genro. Abençoe meus credores e devedores, abençoe as águas de todas as fontes. Deus abençoe as matas e as gramíneas, abençoe o barro, as pedras, o ar, o fogo, os animais e as aves, Deus abençoe todos os de corações partidos, por esta ou aquela razão. Deus mãe, Deus pai, gratidão.
Me perdoe
Sinto muito
Te amo
Sou grata

Gratidão 🙏

Natalirdes Botelho

Inserida por NatalirdesBotelho

⁠O Sol é para todos, mas a sombra é para quem procura....
“ Autor desconhecido”
Natalirdes Botelho

Inserida por NatalirdesBotelho

⁠PESCANDO PARA ELA

Numa tarde de sol
peguei meu boné
sem rede ou anzol
dei uma esticadela
fiz o percurso a pé
fui pescar para ela
tilápia
jau
tambicu
pacu
lá no Carrefour.

Benê

Inserida por BeneditoMorais

⁠O sol nasceu para todos, a sombra somente para os ocupantes do Congresso Nacional.
Benê

Inserida por BeneditoMorais

⁠Livro:
NÃO HÁ ARCO-IRIS NO MEU PORÃO.
Capítulo X
RÉQUIEM AO SOL, PROMESSA À NOITE.

Vultos dançam nas bordas das sombras, evocando os espectros de reminiscências sepultadas sob o lodo da ausência.
São murmúrios de passos nunca dados —
rastros de uma presença que, mesmo morta, ainda transborda ruína no porão da consciência.

Eis que o sol, alquebrado em seu estertor, entoa um réquiem à lua —
Não com voz, mas com luz exangue,
como se os próprios astros sepultassem o dia em silêncio.
Talvez seja nos delírios oníricos que a existência se insinua,
ou, quem sabe, nos pesadelos que anunciam dilúvios e ruínas.

O vazio que habita estas paredes não é silêncio,
é gestação de mundos que jamais nascerão.
E mesmo assim, o oco permanece grávido.
As sementes são escassas,
mas algumas ainda dormitam sob o limo do esquecimento.

Foi então que a aparição retornou —
Camille Monfort.

Não atravessou o espaço como os vivos o fazem.
Não caminhava.
Movia-se com a gravidade de uma lembrança que nunca soube morrer.
Deslizava como as brumas que sangram das frestas de um túmulo mal selado.
A atmosfera, diante dela, contraía-se em silêncio espectral.
Era presença e lamento.
Era epitáfio em forma de mulher.

Ela se postou diante do espelho esquecido — aquele onde os reflexos recusam habitar.
Ali, não havia imagem, apenas a insinuação de uma ausência.
O espelho a temia.
E a noite, também.

— Chamaste-me do subterrâneo da memória?
A interrogação ecoou como um sussurro no interior de uma cripta.
Não foi voz — foi sintoma.

Tentou-se responder, mas as palavras, apodrecidas no palato, desmancharam-se antes de nascer.
Falar diante dela era transgredir o sagrado do silêncio.

Camille aproximou-se da madeira corrompida que geme sob os pés dos esquecidos.

— O receio ainda te habita?, murmurou ela,
como quem não pergunta, mas sentencia.

Negar foi instintivo.
Mas naquele instante, não se sabia o que era instinto ou delírio.

— Talvez a noite seja apenas o útero de realidades não encarnadas, continuou.
— E o pranto, uma liturgia mal compreendida pelos vivos.
Mas há aqueles que compreendem… os que redigem livros com a pena embebida em saudade e treva.

Ela então se inclinou sobre a alma que não ousava respirar e, com voz de sopro ancestral, murmurou:

"Os vivos sonham. Mas as sombras se lembram."

Um toque — e a razão sucumbiu.

Desconhece-se o que sucedeu.
Se foi sono ou êxtase.
Morte breve ou vida suspensa.
Apenas silêncio… e a certeza de que algo se foi,
ou veio para ficar.

Sobre o assoalho enegrecido, repousava uma rosa — não vermelha, não branca — mas negra como a ausência de retorno.
Ao lado, uma página molhada pela umidade de um mundo interior que nunca secou.

Em tinta densa, o nome que jamais deveria ser esquecido:

Camille Monfort.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠MENINO POETA

Menino da poesia
Levanta de manhãzinha
Só para ver o sol e a terra
Se cruzando bem pertinho.
Menino, a chuva te inspira
Para escrever mais uma poesia.
Ela molha tua pele,
Teu rosto de moleque,
Mas não inunda a tua mente madura,
Nenhum tema poético ela te furta.

Inserida por luizfelipelimasilva3

Hoje o dia amanheceu lindo e radiante, com o sol magnificamente brilhante. Os Jardins floridos como a primavera, os Pássaros cantam livremente em meu jardim. Por aonde vou minha essência passa como brisa suave em seus olfatos. Algumas pessoas exalam suavemente o cheiro que transpiro fazendo o bem às pessoas... Já outros ignoram. Deixo respeito e amor àqueles que mim admiram. E para os que mim ignoram, deixo uma vela acessa e o meu respeito, pois não vim ao mundo para agradar a todos. Mais com o dom e a certeza de poder levar felicidade as pessoas.

Inserida por GabrielaSampaio

Assim como o vento esfria seus momentos, serei o sol para aquecer seus pensamentos

Inserida por GabrielaSampaio

"Brilho natural"

O Sol afasta as sombras mais uma vez;
Um ponto luminoso brilha muito mais que todos os outros;
É uma mulher de gestos simples e os realiza com muita delicadeza ;
Sempre com um belo sorriso no rosto, demonstrando sua doçura;
Quando está próxima a sua luz floresce, aquece e arrepia;
Sua beleza é contagiante, oferece ao mundo a sua volta, o prazer da sua nobre companhia;
Um encanto, uma visão do que a de mais perfeito, uma mulher natural e única ou uma mulher surreal e sobrenatural.

Inserida por Ricardossouza

Acordando pra vida

O Sol hoje esta tímido, parece não querer levantar,
Em consequência dessa preguiça, a solidão insisti no desejo de ficar,
Falta algo para essa noite tão comprida deixar a minha cama bem arrumada e partir em retirada,
Com linhas invisíveis estou bordando sutilmente o meu tudo, larguei em algum momento da minha vida, os significados e o que tinha sentido,
Esta noite, estou largando os meus medos, os meus receios e os meus fracassos,
Um fio de luz esta entrando pela cortina, sinto o cheiro forte de café, tá na hora de levantar.

Inserida por Ricardossouza

Vivendo um sonho
Uma casa, o campo, você e a 20 km a imensidão do mar,
Agora é só acompanhar o Sol e a Lua subir e descer no horizonte.

Inserida por Ricardossouza

Cânion de Paulo Afonso

Uma bebida gelada,
A paisagem de um cânion perfeito,
O Sol refletindo o poder da vida,
A magia exuberante do lugar,
Uma imagem para ser guardada e reverenciada.

Inserida por Ricardossouza

⁠Fogo no deserto

Quando a tempestade de areia do deserto passa, o Sol sempre volta e esclarece como tudo é tão belo independente das dificuldades.
Consigo vê-la ao longe, eu sei que você não é uma miragem, reconheço daqui o brilho dos teus olhos, não existe outra boca com lábios tão perfeitos.
Andas tão belamente em cima dessa areia quente, és minha princesa do deserto, não há beleza igual!
Traga-me mais um pouco da sua fonte, preciso me recuperar da sua falta.
A noite chegou, a vela continua acesa mesmo sendo golpeada pelo soprar dos ventos fortes de duas almas gêmeas em movimento.

Inserida por Ricardossouza

⁠Flores do deserto


Golpeada fortemente pelo Sol,
Açoitada pelas areias do deserto,
Caçada pelos animais rastejantes,
Ao mesmo tempo que embeleza as paisagens e as miragens,
É vida no caos, doce no amargo, tem seu cheiro sentido a distância,
Sinônimo de resistência, paciência e vitória,
Flores do deserto.

Inserida por Ricardossouza

Vida

⁠Sem roteiros e sem rodeios,

Muitos sinais, longas caminhadas em direção ao pôr- do - sol, um graveto para achar água,

Amigo da lua, suas lágrimas sempre bem cuidadas pelas estrelas, o mar o apelidou de pirata das emoções,

Distribuidor de rosas, herói de alguns corações, um nobre colecionador de histórias.

Inserida por Ricardossouza

Soberana


⁠Na exuberância das suas cores refletidas pelo sol, a cachoeira sorridente arrancava suspiros das árvores ao mesmo tempo que esculpia lentamente o teu nome nas rochas.

Inserida por Ricardossouza

No horizonte


⁠O por do sol esta sendo engolido mais uma vez pela imensidão do oceano no se perder do horizonte. Sentado em uma pedra com os pés sobre a água vejo a beleza acontecer e me emociono ao recordar de momentos tão ricos vividos neste mesmo lugar tempos atrás.

A brisa chega trazendo nos seus encantos grandes lembranças do que foi bom naquele verão, consigo ouvir aqueles sorrisos, consigo imaginar aquele rosto perfeito de perfil olhando para o mar, são tantas emoções reunidas que em palavras é difícil caracterizar.

Uma música começa a tocar e a melodia é o retrato idêntico daquele dia, lágrimas descem, a saudade aperta, mais o que fica é guardado no por do sol aos braços do horizonte sem pressa de um novo amanhecer.

Inserida por Ricardossouza

⁠Aonde há amor


Aonde há amor, tudo cresce, as plantas florescem, pois o sol brilha mais forte.
Aonde há amor, as coisas acontecem de um jeito tão nobre, até a lua se rende com seu manto estrelar brilhando mais forte.
Aonde há amor, os corações se conectam, os olhares se comunicam e as almas se unem.
O amor é sinônimo de simplicidade baseado na pluralidade de movimentos inesquecíveis.
Aonde há amor, existe dois em um só pra toda a eternidade.

Inserida por Ricardossouza

⁠A deriva

A carne é santa ao mesmo tempo que é dinâmica e age na rebeldia,

Secreta, sagaz, solitária, fugaz, voraz na fulga, no poço è tenaz no despertar,

Sonoros são os desejos, tempestuosos são os significados,

Em terra ou mar o destino alimenta e da asas ao tempo que se perde em sensações e sentimentos,

Do carvalho ao baobá a carne ganha força e reage com vigor juvenil aos nuances e dejavus da vida,

Perdida na sede e na fome, vive intensa na arte de navegar entre corpos, paixões e lembranças.

Inserida por Ricardossouza

⁠Escolha!


Boas são as escolhas.

Ainda que haja marcas quando os teus olhos dormem, o sol continua a brilhar forte iluminando os girassóis nos teus sonhos.

Sei que já te machuquei mas nada me impedi de te oferecer um futuro intacto.

O excesso da dor pode morrer no passado se jogar areia em boa quantidade e deixa-lo afundar, mas isso é uma escolha.

Dessa vez, os efeitos colaterais como a perda de confiança, a insônia e os medos podem superados, deixados para trás, podemos construir uma nova realidade, podemos viver com novos sentimentos.

A escolha está em suas mãos, o presente pode ser agora.

Inserida por Ricardossouza