Sofrimento da Alma
O ser humano que não possui o caráter moral tatuado cravado na alma certamente é um zumbi em meio a multidão.
Ganhar é bom fez bem ao corpo alma até o espírito fica feliz, o ganhador comemora ri vibra tudo é parte do processo natural é um presente que fica guardado na memória.
Sussurros no silêncio da noite diz que angústia depravada mágoa alma triste desejando vem depressa amanhecer.
A tu alma está triste implorando ajuda a misericórdia tenha compaixão, chorando lágrimas sofridas abatida resmunga por alívio imediato.
O ser humano é uma fraude no espírito corpo e alma, todos os dias são manipulados por deuses religiosos e parasitas, o corpo está jogando ao caos amaldiçoado no próprio lamento, alma triste chora os danos incompatíveis por gerações em tragédias.
Chega de averxamento acalma-te alma furiosa impossiva aqueta-te, tudo vai passar ou continuar seguir no devido lugar, não precisa estender as mãos o que for seu vai estar em tuas mãos bem antes de você nascer o criador escreveu será no tempo de Deus.
Quando a tormenta passar você vai entender porque venceu, venceu por ser uma alma boa, a tua brandura chegou aos céus.
O poeta na solidão de alma vazia com espírito em pranto diz, por te me alimentei de migalhas sonhando um banquete, dormir em tifanga ao relento imaginei uma cama macia, te amei tal matuto deseja aprender as letras pra escrever um poema a ti deusa do amor.
Quando vive num ambiente que te proporciona infelicidade insegurança adoecendo a tua alma, está na hora de reerguer a mudança está em você, vá ser feliz num mundo que te dê muita paz amor felicidade.
a noite vem a mim em silêncio, em silêncio a alma resmunga por misericórdia clama súplica ao dia vem me resgatar da solidão.
'LUA'
O veneno corre,
vivificador febril nas entranhas,
covil dos tentáculos envoltos na alma.
O amarelo,
fogo brando.
Simetria de mudos mistérios...
O pequeno rio barulha,
a pobre visão carapuça.
Hora de acordar!
Esquecer!
Adormecer inquietudes,
redemoinhos...
O andar às escuras,
extinguindo flores.
Flores absolutas!
Múmias juntos à acinzentada lua.
Refletora de luz,
horto na escuridão...
Porque tantas flores perecidas no escuro?
Se bem que o clarão já não importa.
Aqui distante,
loucos matam todas as formas,
lua míngua/futuro.
Homem inexpressivo no muro...
Tudo confuso!
A lua desencanta-te.
Fita-te ao horizonte,
é a muda esperança.
O pairar de mais um painel:
'o pincelar na lua minguante'...
'Traçado de homens flamejantes',
pronunciando-se ao glacial,
acidental.
Embaralhando neblinas,
as tantas luas que se foram,
pontos na velha retina...
O mundo paisagístico revela algo sinistro:
Lua Negra tão pequenina,
vagão!
Um curvar-se ao pequeno ponto!
E o traçado atônito,
imensidão na palma da mão?
